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COLUNA UM OLHAR LITERÁRIO DE BURITI: Altair Martins, poetisa romântica em Buriti (MA)

O blog iniciou no domingo passado, 17 de março, esta série especial, onde serão publicados textos sobre a vida de poetas, escritores, críticas de livros referentes à Buriti de Inácia Vaz, através do escritor e poeta Francisco Carlos Machado,  autor de sete livros já publicados. Para confira o primeiro texto da série CLIQUE AQUI. 

Na COLUNA UM OLHAR LITERÁRIO DE BURITI de hoje você vai conhecer uma poetisa lírica. Veja abaixo.

ALTAIR MARTINS, POETISA ROMÂNTICA EM BURITI
Poetisa Altair Martins. Foto/crédito: Francisco Carlos.
*Por Francisco Carlos Machado
 Altair Martins Coelho, também conhecida pela alcunha de Senhorinha, é uma poetisa alegre e gentil. Com a altura de 1,50 m, espírito jovem, sorridente, ganha a vida como professora primária. É uma poeta que cultiva na alma  um romantismo amoroso, sofrido  e imaginário.
Nascida em fevereiro de 1956, em Cajapió, sendo a terceira filha de Airton de Sousa Carvalho e de Odinéia de Jesus Martins. Seu pai trabalhava na SUDEPE como técnico, quando em estadia na cidade marítima de Cajapió se enamora de Odinéia, logo se casando.
A itinerância do trabalho do pai da poetisa, os fizeram morar em diversas cidades maranhenses. Depois de deixarem Cajapió foram morar na cidade de Rosário, onde Senhorinha estudou o Ginásio em 1975, na Escola Dom Senhor Geraldo e o Normal na Escola Tomaz Brito Sales, em 1979. Aos 16 anos ela se casa com um homem mais velho, um pescador marítimo, que não a amou. Era rude e beberão, fazendo o casamento se desfazer.
Após a aposentadoria, seu pai conseguindo residência em São Luís leva a família para a capital. A saudade, as lembranças de seu Buriti, porém, pulsaram forte e ele decidiu em 1982 retornar a sua terra natal. E Altair Martins acompanhou seus pais.
Com vida nova em Buriti, Altair começou lecionar no jardim Moranguinho, tendo um sustento. Depois, em 1999, lecionou na Escola Mundo Infantil. O dom de poeta aflorara neste momento na vida de Altair, aos 39 anos. Deu-se quando ela passou sentir forte no seu interior uma necessidade de expor os sentimentos íntimos, então sufocados. Assim, vieram diversos versos e poemas (com temática romântica), escritos em cadernos pequenos, onde um amor do passado, estando longe, vivendo no mundo das emoções e das paixões do poeta era evocado.
Os poemas de Altair Martins são produzidos na quentura da inspiração, quando esta poetisa, nos afazeres domésticos ou na prática da docência com as crianças que educa, é envolvida pelo belo. Logo ela começa registrar suas obras, surgindo os poemas frescos, de singeleza lírica e romântica.
Estando solteira, morando sozinha numa aconchegante e organizada  casa em seu Buriti, Altair Martins é das mais autênticas e sensíveis vozes poéticas buritienses feminina.

Encontro


Quando te encontrei
o dia estava lindo
o sol estava forte
o mar estava calmo.

Quando te encontrei
vieste para mim sorrindo
dando-me um abraço forte
dizendo: eu te amo.

Quando te encontrei
tudo se modificou.
A vida virou um mar de rosas
no nosso amor constante.

Só então lembrei
que tudo se passou.
A esperança e a alegria são gloriosas
quando moram no peito da gente.

  Nosso amor foi tudo
entre pesadelos e sonhos.
Mentiras e realidade,
tristeza e alegria.

Não podemos viver escondidos.
Vamos encontrar nossos caminhos
na pura realidade
do nosso amor em intensa orgia.                                          


 Solidão

Estar sozinho é sentir
falta de alguém,          
um aperto no coração,
andar numa estrada sem fim.

É a falta do teu carinho
O tempo passa, e tu vais e vem.
Uma triste canção.
A morte da rosa e do jasmim.

Solidão é ficar sem teus beijos
Ficar sem teus abraços.
E não achar nossos caminhos.
E o amor que se distancia.
                                     
Solidão é sentir desejos
Duas almas em embaraços
tentando achar seus caminhos
em triste demasia.

Solidão é saudade,
em um canto triste.
É a falta de seu calor,
uma eterna agonia.

Solidão é a ansiedade,
nossa alma ardente.
Vem mais forte o amor
na esperança de te ver um dia. 


 Sobre o autor

2 comentários: Leave Your Comments

  1. Muito louvável essa iniciativa de divulgar grandes nomes da nossa querida cidade. Sugiro também artigos sobre músicos da terra. Lembro que, certa vez, li um interessante texto sobre o lendário Faquinha. Mas esfriou! São tantos outros nomes que animaram incontáveis noites buritienses: Zeba, Manduca, Mundico Cego, Bidô, Zé Bernardo, Ribamar, etc. Seria excelente a leitura, por parte de nós que moramos longe, e até uma forma de reviver época de ouro da terra de Inácia Vaz.

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  2. eita que em buriti as coisas nao andam o banco do brasil ja esta coberto mais e com plastico essa empresa e lerda ou o dono da quele predio ja esta falido ja esta na hora de alugar um outro predio quer nos cliente nao podemos ficar prejudicado por causa de incopetença de alguem.

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