"Não há pessoas nem sociedades livres, sem liberdade de expressão e de imprensa”.

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Pastoral da Catequese e grupo IAM realizam a I Pedalada Missionária em Buriti


Foi realizada na manhã do último domingo 13/10 a I PEDALADA MISSIONÁRIA, com o tema “Batizados e Enviados em Missão.
A pedalada começou em frente à Igreja Matriz, às 7 horas, e percorreu as principais ruas e avenidas da cidade de Buriti.
Durante o percurso, rezou - se e refletiu - se sobre as diferentes realidades missionárias dos 5 continentes.


Participaram os grupos de catequese de Eucaristia, Crisma e Infância e Adolescência Missionária – IAM das seguintes comunidades:
Comunidade SANT'ANA
Comunidade SÃO JOAQUIM
Comunidade FÁTIMA
Comunidade SÃO BENEDITO
Comunidade SANTA HELENA
Comunidade RUA DA TORRE.
A Equipe de organização estima que participaram mais de 150 pessoas entre crianças, adolescentes e adultos.
MAIS IMAGENS DO EVENTO

















*Com informações da Pascom

Escritores de Buriti são homenageados na 13º Feira do Livro de São Luís

No final da tarde do último domingo 13/10, o escritor Francisco Carlos Machado, juntamente com O escritor Joaquim Aguiar, ambos oriundos de Buriti, estiveram relançando seus novos livros com outras dezenas de escritores do interior do Maranhão, representando suas cidades e Academias de Letras. Os dois escritores foram convidados pela FALMA (Federação das Academias de Letras do Maranhão) devido estarem participando da organização da Academia de Letras de Buriti.

Tendo sido um dos escritores que se pronunciou no lançamento coletivo da FALMA, Francisco Carlos Machado disse que hoje se vive uma espécie de efervescência cultural literária no Maranhão com o surgimento de diversas academias de letras, festivas e eventos literários, não somente na capital São Luís, mas em muita cidade do interior e do sertão do Estado, fomentando a valorização do livro, da leitura e dos literatos.      
A participação tanto de Francisco Carlos Machado, com seu livro “ Vozes  Poéticas dos  Morros Garapenses – Antologia dos Poetas da APA”; como de Joaquim Aguiar, com “ Buriti nosso berço, nossa história”,  na 13º FELIS, representando Buriti, como toda região dos Morros Garapenses, é motivo de satisfação para todos os que acredita e trabalham para melhorias de políticas públicas e ações que venham mais valorizar  a leitura, o livro e o resgate das memórias e da história  social  em nossa região, contribuindo assim  para o continuar dessas  ações  até temos uma sociedade mais letrada e culta.

Na segunda 14/10, para orgulho e satisfação nossa que apoiamos o trabalho do escritor Francisco Carlos Machado em Buriti, ainda na 13º FELIS, ele foi empossado membro efetivo da Sociedade Cultural Latina do Maranhão – SCLMA, sendo o primeiro de nossa região a pertencer essa sociedade de escritores internacionais, agregadora de poetas e escritores de muitas nações que falam línguas nascidas do latim, como do castelhano, das línguas portuguesa, francesa e italiana. 
Francisco Carlos com certificado de Membro Efetivo da SCLA
A Sociedade Cultural Latina do Brasil possui diversos núcleos em quase todo território nacional, sendo que no Maranhão a mesma foi fundada em 1997, e, segundo relatou Francisco Carlos, “pertencer ao seu quadro, além de crescimento pessoal e intelectual para ele, ajudará muito ele conseguir parceiros que venham somar com ele e demais de nossa região em trabalhos sócios culturais e ambientais. ”
Grupo Pão com Ovo participou do lançamento. 

NOTA DE FALECIMENTO DO BURITIENSE MANOEL DA SILVA FREIRE


O corpo será velado em sua residência, próximo à Câmara Municipal, em Buriti (MA), e o sepultamento será realizado na tarde de amanhã (17).
É com pesar que o CORREIO BURITIENSE comunica o falecimento do senhor MANOEL DA SILVA FREIRE, ocorrido no final da manhã desta quarta-feira 16/10. Seu Manoelzinho do Marco Jorge, como era chamado, tinha 73 anos e morreu, por volta do meio-dia de hoje (16), no HUT de Teresina, em decorrência de uma infecção contraída a partir de uma hérnia que obstruiu seu intestino.  Ele sentiu uma dor no domingo (13) à tarde e, pela manhã, na segunda-feira, foi logo levado para Teresina, onde chegou a ser operado, mas não resistiu.
Católico praticante, membro do Terço dos Homens, Seu Manoelzinho trabalhou como enfermeiro no antigo Hospital Municipal Smith Braz e como pequeno comerciante; atualmente estava aposentado.
Era casado com a professora Francisca Rodrigues de Freitas Freire, pai de quatro filhos (2 homens e 2 mulheres), e avô de nove netos (5 homens e 4 mulheres).
O corpo segue na madrugada para Buriti (MA) e será velado em sua residência, na Avenida Candoca Machado, próximo à Câmara Municipal, Centro da cidade. O sepultamento será realizado no período da tarde de amanhã, no Cemitério Municipal São José.

COMARCA DE BURITI (MA) PUBLICA LISTA PROVISÓRIA DE JURADOS DO TRIBUNAL DE JURI PARA 2020: Confira se você está na lista

O Juiz JOSÉ PEREIRA LIMA FILHO, Titular de Direito da Vara Única da Comarca de Buriti, em cumprimento ao disposto nos artigos 425 e 426 do Código de Processo Penal, publicou o EDITAL DE LISTA PROVISÓRIA DE JURADOS para ano de 2020.
O edital foi publicado no Diário Eletrônico da Justiça do Estado (DJE), edição 191/2019, da última segunda-feira 14 e, também, está afixado no local de costume do Fórum.
São 100 cidadãos e cidadãs de notória idoneidade, entre eles, funcionários públicos, professores, agentes de saúde e comerciantes. 
Confira abaixo se o seu nome consta entre os jurados provisórios:

COLUNA SIM, É O BENEDITO - DIA DE TUDO TODO DIA


Reflexões sobre o “Dia da Criança” e o “Dia do Professor

DIA DE TUDO TODO DIA
    Neste mês de outubro, duas datas são consagradas à criança e ao professor. Dia 12 e dia 15. Para aquém do “Dia da Padroeira do Brasil” (dia 12), as datas comemorativas   passaram a ser desvirtuadas -  já não é de agora -, por conta da mercantilização alimentada pela mídia. A criançada vai ao comércio acompanhada dos pais e faz suas “reinvindicações” de presentes cobiçados, quase sempre refreadas em função dos limites orçamentários da família, até que chegam a um acordo e compram o presente possível. Já os professores se limitam a comemorações em seus clubes ou outras programações efêmeras, no que parece ser um “dia especial”. As próprias entidades representativas encarregam-se dos eventos. Afinal, alguma coisa tem que ser feita para “comemorar”. Comemorar o que?
   Já fui criança e professor; continuo criança e professor. Ainda sou criança, porque há momentos em que adoto comportamentos infantis, sejam marcados por ingenuidades próprias da idade, sejam por surpreendentes gestos de sabedoria que, não raro, o infante revela em suas estripulias compreensíveis. Sou ainda professor, porque, nas minhas interlocuções com parentes e amigos, “alugo” seus ouvidos pacientes para longas digressões, às vezes percebidas por mim mesmo. Um médico psiquiatra disse-me, certa vez, que essas conversas demoradas que eu mesmo já percebo se explicam pelo volume de informações que acumulei ao longo da vida do magistério e de aprendizados contínuos, bem como porque não tenho mais a sala de aula para compartilhar novos conhecimentos, frutos de observações e pesquisas. Há uma ansiedade patológica para dividir essas novas informações colhidas na experiência da própria vida.  A gente aprende todo dia, toda hora, ao responder perguntas que respostas de outras indagações foram alcançadas. A vida é um aprendizado sem fim! As observações do psiquiatra e de psicólogos estão corretas, ainda que também suscitem novas perguntas e novas respostas, que não se resolvem com remédios e placebos inventados por nossos ancestrais.
  A inspiração deste texto – é preciso confessar a verdade -, foi provocada por uma indagação que não quis calar: por que não reservamos ao menos parte desses dias comemorativos para refletirmos sobre a instituição desses dessas datas festivas, ao menos no calendário? Há o “Dia das Mães”, há o “Dia dos Pais”; há o “Dia do Estudante”; há o “Dia da Sogra”; há o “Dia do Advogado” e de todas as demais profissões até mais nobres; há o “Dia de Finados”; há o “Dia das Bruxas”; há o “Dia de Todos os Santos”; de todos os padroeiros de cada Estado, de cada Município e de cada povoado, o mais distante, o mais escondido, o mais esquecido..., enfim, o “Dia de Tudo” e para todos”. Há até o “Dia da Mentira”, e nunca ouvi falar no “Dia da Verdade”. Se olharmos nas “folhinhas” e calendários, há mais dias do que os 365 do ano!
  Raramente, porém, se houve falar que, da programação dessas datas, se inclui um momento para reflexões sobre o papel de cada um dia na VIDA, que não se resume a um dia só. Todos os dias são “dias de todos” e de TUDO. A propósito, há um interessante programa de uma certa emissora de TV, chamado “Provoca”, a que assisto, quando posso, porque nos convida a fazermos reflexões, diante de perguntas muitas vezes embaraçosas, para as quais, nem sempre, estamos preparados para sequer arriscar uma opinião. O apresentador, num desses encontros com convidados adredemente escolhidos, perguntou: “O que é a vida?”. O entrevistado deu sua resposta pouco inteligível, mas respondeu, a contento ou não do entrevistador, que repetiu a mesma pergunta, e outra resposta foi dada, ainda insegura. Fiquei a me perguntar: o que eu responderia? Fiz várias respostas para mim mesmo. Uma delas pareceu-me mais lógica: a vida é o ponto de partida para o ponto do fim da caminhada. Já sabia que uma das primeiras figuras geométricas é uma linha reta traçada entre dois pontos.  Pode ser também uma curva. A distância entre esses dois pontos estabelece o tamanho da linha ou da curva. Assim, a vida é essa linha, que tanto pode ser curta, como pode ser longa.  O que não se pode é estabelecer, ao bel-prazer, a extensão da linha, isto é, da vida. Podemos até fazer nossos esforços para esticar essa linha, buscando cuidados com as orientações que recebemos desde quando começamos a compreender o que nos dizem e nos ensinam nossos pais e nossos professores, ou quaisquer pessoas que nos cercam, ou que buscamos em consultas e aconselhamentos. Mas não podemos definir o tamanho da linha.
   A vida de cada um, portanto, pode ser um mote para reflexões.      São essas as reflexões que proponho para as celebrações de datas instituídas pela sociedade, para tudo e para todos. Por que não refletirmos sobre as relações entre pais e filhos e vice-versa? Entre alunos e professores? Afinal, o aprendizado dos alunos corresponde ou não à performance dos mestres? Não é incomum que professores levem para as salas de aulas ou laboratórios seus problemas pessoais e isso se reflete, sem dúvida, no seu desempenho. O mesmo acontece com o aluno, não raro, sem haver recebido uma só refeição no dia.  Não pode ter motivação e seu aprendizado é, inexoravelmente, comprometido. Esse estudante vai à escola para cumprir um dever, mas nenhum prazer.
   Como a proposta dessa narrativa é comentar o “Dia da Criança” e o “Dia do Professor, penso que o pano de fundo há de ser a EDUCAÇÃO. E, se pararmos para um momento de reflexão, uma indagação de logo se nos apresenta: a educação – que se não confunde com a instrução -, é papel dos pais ou dos professores?  Ou pais (ou responsáveis) e professores participam desse processo?
   Eis aí um ponto para reflexões, porque, a partir das respostas que emergirem dessa discussão saudável, soluções emergirão para a melhor educação dos educandos e para a formação de novos cidadãos, que há de ser o objetivo maior.
  Essas reflexões que me acodem na elaboração deste texto oportunizam-se no momento em que as políticas governamentais de todos os níveis - municipais, estaduais e federal -, se enroscam na escassez de recursos financeiros. Sem estes, não há creches, não há material escolar, não há instalações e laboratórios dignos, não há salários justos para professores e servidores; não há transportes; não há, enfim, ambiente propício ao processo ensino-aprendizagem satisfatório.
   O encaminhamento das diretrizes traçadas pelo Poder Público das três esferas federadas, enquanto provedores financeiro da política educacional, ao menos no que diz respeito à organização e ao controle – já que são titulares da chancela dos certificados ao final dos cursos em qualquer nível -, não pode, a meu juízo, ser orientado por convicções ideológicas ou religiosas dos formuladores dessas políticas, ao sabor de governantes efêmeros. A formação do cidadão, desde o ensino fundamental ao superior, há que ser orientada sob a égide da cidadania plena. Esse objetivo induz a compreensão de que a hierarquia na relação professor-aluno não pode e não deve servir de parâmetros comportamentais de obediência e submissão, mas de respeito recíproco. A formação do cidadão deve partir dessa premissa, se quisermos uma nação futura composta de cidadãos conscientemente comprometidos com o seu papel na sociedade almejada, com responsabilidade e compromisso.  E, para isso, é necessário o livre-pensar crítico. Tolher a liberdade de pensar e de criticar não forma o cidadão.
   O cenário nacional brasileiro no campo das políticas públicas na área educacional não indica horizontes tão promissores, na medida em que as orientações de cima para baixo trazem marcas visíveis de autoritarismo, seguramente inconsequente, seja na imposição disciplinar, seja na quebra do Estado laico. A impressão que ressai das recomendações governamentais estabelecem limites ao “livre-pensar”, que deve nortear a conduta dos partícipes do processo formador. É preciso entender que o sistema educacional na segunda década do século 21 (XXI) não pode retroceder aos processos educativos do século 20 (XX), em que o uso da palmatória, dos chicotes e castigos bestiais eram tolerados com normalidade, em nome e por conta dos costumes da época. Passei por esse processo e não nego que me foram úteis. Mas não consigo aceitar, aos 80 anos de idade, que, para os novos tempos, devam ser aplicados mecanismos retrógrados nos processos disciplinares. Estamos no limiar da segunda década do século 21 (XXI), em que a tecnologia e a informação em tempo real se associam na aplicação dos métodos educativos. Os tempos são outros; outros devem ser os métodos!
  Como “criança” na curva da volta, e como professor, na curva do fim, permito-me concitar a todos quantos tiverem acesso a este texto, fruto de reflexões espontâneas e oportunas, não se limitem a comprar presentes desejados por suas crianças, nem se esbaldem os professores em festanças, deslumbrados no seu enganoso papel hierárquico na relação com seu alunado.   Somos todos iguais e responsáveis no sublime papel de repassar conhecimentos para a formação de nossos sucessores.  Atrevo-me a dizer que o estudante – seja criança ou não -, deve ser considerado o principal sujeito de um estabelecimento de ensino. Não adianta um corpo docente altamente qualificado, com instalações e laboratórios modernos, se não houver alunos, que devem ser considerados os verdadeiros destinatários do nobilitante trabalho dos operadores do magistério.
   Almejo, portanto, que o “Dia da Criança” e o “Dia do Professor”, ao menos a partir de agora, sejam comemorados com um esse novo pensar.

SOBRE O AUTOR
BENEDITO FERREIRA MARQUES nasceu no dia 11 de novembro de 1939, no povoado Barro Branco, no município de Buriti/MA. Começou seus estudos em escola pública e, com dedicação, foi galgando os degraus que o levariam à universidade. Possui graduação em Direito pela Universidade Federal do Maranhão (1964), especialista em Direito Civil, Direito Agrário e Direito Comercial; mestre em Direito Agrário pela Universidade Federal de Goiás (1988); e doutor em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (2004). Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Comercial, atuando principalmente nos seguintes temas: direito agrário, reforma agrária, função social, contratos agrários e princípios constitucionais.NA Universidade Federal de Goiás, foi Vice-reitor, Coordenador do Curso de Mestrado em Direito Agrário e Diretor da Faculdade de Direito. Na Carreira de magistério, foi professor de Português no Ensino Médio; no Ensino Superior foi professor de Direito Civil, Direito Agrário e Direito Comercial, sendo que, de 1976 a 1984, foi professor de Direito Civil na PUC de Goiás. Acompanhou pesquisas, participou de inúmeras bancas examinadoras de mestrado, autor de muitos artigos, textos em jornais, trabalhos publicados em anais de congressos, além de já ter publicado 12 livros, entre eles “A Guerra da Balaiada, à luz do direito”, “Marcas do Passado”, “Direito Agrário para Concursos”; e “Cambica de Buriti”; entre outros.

EXECUÇÃO PENAL - Mutirão carcerário analisa processos de presos em Chapadinha,incluindo oriundos da Comarca de Buriti-MA


O Grupo de Análise de Presos Provisórios (GAPP), criado em parceria com a Corregedoria Geral de Justiça (CGJ/MA) e a Unidade de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do Tribunal de Justiça do Maranhão (UMF/TJMA), realiza até o dia 11 de outubro, um mutirão na 2ª Vara de Chapadinha, para analisar os processos relacionados ao cumprimento de penas pelos internos da unidade prisional da cidade.

O mutirão carcerário foi solicitado pelo desembargador Froz Sobrinho, coordenador-geral da UMF, acompanhado de pedido de avocação dos processos, ao corregedor-geral da Justiça, desembargador Marcelo Carvalho Silva, que designou os juízes para a realização do esforço concentrado.
Segundo informações da UMF/TJMA, a Unidade Prisional de Chapadinha (UPCHA) possui capacidade para 114 presos, mas, atualmente, abriga 273 internos, apresentando características da superlotação das suas instalações.
Os juízes Tereza Cristina Franco Palhares Nina (coordenadora) e Rodrigo Costa Nina, membros do GAPP, vão analisar o andamento dos processos de execução penal dos presos, sejam provisórios há mais de 100 dias, incluindo aqueles em que haja sentença, mas sem trânsito em julgado e que não estejam em grau de recurso, ou definitivos, oriundos das varas com a competência de execução penal.
Foram selecionados para o mutirão 157 processos cadastrados no sistema Themis para serem analisados, oriundos das comarcas de Araioses, Brejo, Buriti, Chapadinha, Magalhães de Almeida, Santa Quitéria, São Bernardo, Tutóia e Urbano Santos.

 Comunicação Social do TJMA

SANTA DULCE DOS POBRES: Irmã Dulce é canonizada pelo Papa Francisco e se torna 1ª santa brasileira

O anseio para ver a primeira santificação de uma brasileira chega ao fim hoje, com a canonização da beata baiana Maria Dulce Lopes (1914-1992), Irmã Dulce, que agora já é Santa Dulce dos Pobres, na Praça São Pedro, no Vaticano. Apesar de ser considerada santa por muitos desde 1950, não se pode dizer que o processo foi demorado. Santa Dulce dos Pobres teve a terceira canonização mais rápida da história — atrás da santificação do Papa João Paulo II e de Madre Teresa de Calcutá — apenas 27 anos após sua morte, em 1992. Também foram canonizados outros quatro beatos: John Henry Newman, Giuseppina Vannini, Mariam Thresia Chiramel Mankidiyan e Margherite Bays. 

À exceção de Dulce, todos os canonizados morreram no século XIX ou nas primeiras três décadas do século XX, o que mostra a agilidade do processo que reconheceu a santidade da freira baiana. 

No livreto sobre a cerimônia, a Irmã Dulce é assim descrita: "Dulce Lopes Pontes, no século Maria Rita, nasceu a 26 de maio de 1914 em São Salvador da Bahia, no seio de uma família abastada, marcada por fortes convicções cristãs e uma caridade operosa. Desde a infância, ela se destacou por uma grande sensibilidade para com os pobres e os necessitados. Completados seus estudos superiores, abraçou a vida religiosa na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, ligada à Ordem dos Frades Menores, servindo como enfermeira e professora. Animada por intenso zelo missionário, Irmã Dulce também se dedicou seriamente à instrução dos trabalhadores, mas foi sobretudo na assistência e cuidado dos últimos e dos mais sofredores que exerceu seu generoso serviço. Irmã Dulce concretizou plenamente a sua ação caritativa com a fundação de uma associação de obras sociais e a construção de uma casa de acolhimento, o "Albergue Santo Antônio". Sua caridade era maternal, carinhosa. A sua dedicação aos pobres tinha uma raiz sobrenatural e do Alto recebia forças e recursos para dar vida a uma maravilhosa atividade de serviço aos últimos. Os últimos meses da vida da Beata estiveram marcados pela doença, que enfrentou com serenidade e completo abandono nos braços do Senhor. Em 13 de março de 1992, Irmã Dulce faleceu em São Salvador da Bahia, nimbada de grande fama de santidade. Em 3 de abril de 2009, o Papa Bento XVI reconheceu as heroicidades de suas virtudes e, em 22 de maio de 2011, celebrou-se o rito de sua Beatificação". 

A celebração eucarística com o rito da canonização é aberta com cânticos. Depois, o prefeito da Congregação da Causa de Todos os Santos, Angelo Becciu, solicitar ao Papa a canonização dos beatos. Becciu apresentará brevemente o perfil de cada um deles. 

O pedido é seguido pelo "Litanie Sanctorum", a ladainha mais antiga da Igreja Católica. A ladainha é um chamado para lembrarmos nossos ancestrais e pedir por sua intercessão. Nela é enumerada uma série de santos. 

Em seguida vem a "fórmula da canonização", uma oração feita pelo Papa em latim em que ele reconhecerá a canonização dos cinco beatos. O cardeal Becciu agradece ao Pontífice e pede permissão para escrever uma carta apostólica para preparar a canonização. Na última parte do rito, Francisco faz novas orações e a liturgia. 

OS MILAGRES CONFIRMADOS QUE LEVARAM À SANTIFICAÇÃO OFICIAL 

Os dois milagres necessários para que a canonização fosse atestada foram validados pelo Vaticano. Um, em 2010, e, outro, em 2019. O primeiro, salvou Claudia Cristina dos Santos, que sofreu uma forte hemorragia, durante 18 horas após dar à luz o segundo filho. Claudia já havia sido submetida a três cirurgias na Maternidade São José, na cidade de Itabaiana, em Sergipe. Somente uma oração que pediu a intercessão de Irmã Dulce cessou a hemorragia. 

O segundo milagre reconhecido pelo Vaticano aconteceu justamente com um conterrâneo de Irmã Dulce. Nascido em Salvador, José Maurício Moreira teve o diagnóstico de glaucoma aos 22 anos. Apesar do tratamento, Maurício ficou cego, em 2000, e permaneceu por mais 14 anos. Em 2014, em Recife, o maestro sofreu uma conjuntivite grave e teve fortes dores. A solução foi colocar uma imagem de Irmã Dulce sobre os olhos e fazer uma oração pedindo a intercessão do “anjo bom da Bahia”. Maurício conseguiu dormir e, quando acordou, a surpresa foi maior: ele enxergava. 

O milagre passa por três etapas de avaliação para ser validado pela Igreja. Primeiro, uma reunião com peritos médicos foi feita para obter o aval científico. Depois, um encontro de teólogos, e, finalmente, a aprovação pelo colégio cardinalício. O reconhecimento do fenômeno faz parte de duas das três etapas necessárias para a santificação de uma pessoa: a beatificação e a canonização. Para uma graça ser considerada um milagre, ela precisa ser instantânea, perfeita, duradoura e ter caráter preternatural, ou seja, não pode ser explicada pela ciência. 
Irmã Dulce cercada de pessoas no Hospital Santo Antônio, em Salvador, Bahia, em 1976. Cerca de seis mil brasileiros rumam em direção à Itália para acompanhar a cerimônia de canonização da freira brasileira que dedicou sua vida aos pobres Foto: Reprodução
Encontro de duas Santas: Irmã Dulce e Madre Teresa de Calcutá em Salvado, julho de 1979 Foto: Arquivo / Agência O Globo
O Papa João Paulo II, em viagem pelo Brasil, visita Irmã Dulce em Salvador, em 1991 Foto: Arquivo / Agência O Globo
Irmã Dulce Foto: Divulgação / Arquidiocese

CARAVANA DE POLÍTICOS 

José Sarney é um dos políticos que foram até o Vaticano acompanhar de perto a canonização da Irmã Dulce. Além dele, também estavam presentes o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP); o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli; o procurador-geral da República, Augusto Aras; o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta; entre outros. Os nomes fazem parte da comitiva que representa o governo brasileiro na cerimônia. O grupo estava sob o comando do vice-presidente Hamilton Mourão, que é o ministro-chefe da delegação brasileira. O presidente Jair Bolsonaro cancelou a ida à missa pela canonização de Irmã Dulce, em Salvador, “em decorrência de ajustes na agenda”. 
*Com informações da Agência Brasil, Correio Braziliense & O Globo

TENTATIVA DE ARROMBAMENTO: Indivíduos invadem quintal de casa de coordenador da ACECTMA, em Buriti, e furtam alguns pertences


Na última sexta-feira 11/10, Adílio Gomes, um dos coordenadores da Associação de Conselheiros e Ex- Conselheiros Tutelares do Estado do Maranhão (ACECTMA) - Regional de Chapadinha e membro da Secom (Secretaria de Comunicação) de Buriti-MA, viveu momentos de grande apreensão em sua residência. Segundo relatou à Polícia Civil em BO, por volta de 1h da madrugada, um grupo composto por três pessoas, um adulto e dois menores, tentaram arrombar portas e janelas da sua residência, que fica no final da Rua da Bandeira, saída da cidade no sentido de Duque.  

Ao perceber a ação criminosa, Adílio Gomes rapidamente acendeu as lâmpadas do local para inibi-los. A situação de pânico foi vivenciada durante três horas. “Liguei todas as luzes da casa e da garagem e quintal, ali se travou uma batalha dentro de casa e uma por fora por parte dos meliantes que tentavam a qualquer custo adentra na casa, e isso durou quase 3h. Fiquei encurralado pelos meliantes entre medo e coragem. Infelizmente, como não tive condições de acionar a polícia, pairou um certo desespero! Tive que tomar uma atitude de risco, repentinamente abri as janelas e fiz com que eles me vissem. Só assim, às 3 horas da madrugada, os bandidos se evadiram do local levando ainda vários pertences”, disse ele ao CORREIO BURITIENSE. 

Adílio Gomes, um dos coordenadores da ACECTMA 

Entre os pertences furtados estão três baldes brancos, um par de tênis preto, três camisas, duas bermudas e duas caixas de sabão em pó.  A vítima informou ainda que o trio tentou furtar uma bomba de poço do seu quintal.

Veja algumas fotos do local:

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