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Michel Temer assinou na sexta-feira 16, no Palácio do Planalto, o decreto de intervenção federal na segurança pública no Estado do Rio de Janeiro. A decisão ainda terá que passar pelo Congresso Nacional.
Em discurso na solenidade, Temer comparou o crime organizado que atua no Rio de Janeiro a uma metástase e que, por isso, o governo federal tomou a decisão de intervir no estado.
"O crime organizado quase tomou conta do estado do Rio de Janeiro. É uma metástase que se espalha pelo país e ameaça a tranquilidade do nosso povo. Por isso acabamos de decretar neste momento a intervenção federal da área da segurança pública do Rio de Janeiro", completou Temer.
Temer afirmou que o momento pedia uma medida "extrema". "Tomo esta medida extrema porque as circunstâncias assim exigem. O governo dará respostas duras, firmes e adotará todas as providências necessárias para enfrentar e derrotar o crime organizado e as quadrilhas", disse.
Com a medida, o comando das forças de segurança pública do Rio de Janeiro ficará a cargo do Exército. Entre os participantes da reunião está o comandante militar do Leste, general WALTER SOUZA BRAGA NETTO, convocado às pressas pelo comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas.
Na noite de quinta-feira 15, Temer recebeu Pezão no Palácio do Jaburu, além de ministros das áreas de política e de segurança e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Eunício Oliveira. Na reunião, que durou quase cinco horas, foi discutida a intervenção na segurança pública do Rio de Janeiro e a criação do Ministério da Segurança Pública.
Este decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) assinado pelo presidente Michel Temer, com o objetivo na segurança pública do Rio de Janeiro, é o primeira na história do Brasil desde a criação da Constituição Federal de 1988.
Justificado pelo Artigo 34, III, que afirma que "A União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal, exceto para: I - manter a integridade nacional; II - repelir invasão estrangeira ou de uma unidade da Federação em outra; III - pôr termo a grave comprometimento da ordem pública", o decreto chancela ao Governo Federal, com a entrada das Forças Armadas, uma atribuição que pertence aos governos estaduais.
Embora o interventor nomeado pela Presidência da República, general Walter Souza Braga Netto, tenha dito mais cedo que a situação do Rio de Janeiro se deve mais a "muita mídia", por conta do noticiário a respeito da violência no estado,  a advogada Giselle Farinhas esclarece que a intervenção é medida de último caso, "excepcionalíssima".
"A intervenção é medida constitucional excepcionalíssima que deve ser invocada como última alternativa. Desde a criação do instituto jurídico, na vigência da Constituição de 1988, é a primeira vez que esta será decretada sendo, portanto, de significativa importância histórica para a democracia do nosso país", afirma a advogada.
O decreto também deve ser analisado no Senado Federal. Para ser válido, ele precisa da autorização da maioria simples dos parlamentares presentes nos dois plenários. De acordo com a Constituição Federal, o decreto de intervenção deve ser analisado pelo Congresso Nacional depois de 24 horas de sua publicação. A Constituição determina ainda que, na vigência de intervenção federal, de estado de defesa ou de estado de sítio, não poderá haver apreciação de emendas constitucionais.

Leia abaixo a íntegra do decreto de intervenção federal no Rio na área de segurança:

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso X, da Constituição,
DECRETA:
Art. 1º  Fica decretada intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro até 31 de dezembro de 2018.
§ 1º  A intervenção de que trata o caput se limita à área de segurança pública, conforme o disposto no Capítulo III do Título V da Constituição e no Título V da Constituição do Estado do Rio de Janeiro.
§ 2º  O objetivo da intervenção é pôr termo a grave comprometimento da ordem pública no Estado do Rio de Janeiro.
Art. 2º  Fica nomeado para o cargo de Interventor o General de Exército Walter Souza Braga Netto.
Parágrafo único. O cargo de Interventor é de natureza militar.
Art. 3º  As atribuições do Interventor são aquelas previstas no art. 145 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro necessárias às ações de segurança pública, previstas no Título V da Constituição do Estado do Rio de Janeiro.
§ 1º  O Interventor fica subordinado ao Presidente da República e não está sujeito às normas estaduais que conflitarem com as medidas necessárias à execução da intervenção.
§ 2º  O Interventor poderá requisitar, se necessário, os recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do Estado do Rio de Janeiro afetos ao objeto e necessários à consecução do objetivo da intervenção.
§ 3º O Interventor poderá requisitar a quaisquer órgãos, civis e militares, da administração pública federal, os meios necessários para consecução do objetivo da intervenção.
§ 4º  As atribuições previstas no art. 145 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro que não tiverem relação direta ou indireta com a segurança pública permanecerão sob a titularidade do Governador do Estado do Rio de Janeiro.
§ 5º  O Interventor, no âmbito do Estado do Rio de Janeiro, exercerá o controle operacional de todos os órgãos estaduais de segurança pública previstos no art. 144 da Constituição e no Título V da Constituição do Estado do Rio de Janeiro.
Art. 4º  Poderão ser requisitados, durante o período da intervenção, os bens, serviços e servidores afetos às áreas da Secretaria de Estado de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, para emprego nas ações de segurança pública determinadas pelo Interventor.
Art. 5º  Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

 (Do JB, Revista Fórum e Agencia Brasil)
A Polícia Civil e a Guarda Municipal de Buriti localizaram na tarde dessa quinta-feira 15 uma motocicleta roubada. Em diligências pelas ruas de Buriti, as Forças de Segurança Pública se deparam com uma motocicleta HONDA/NXR125 BROS ES 2014/2014, COR VERMELHA, PLACA OXZ-6208, ocasião em que foi realizada a consulta da placa, o que acusou restrição de roubo/furto.
O veículo estava na posse de um homem conhecido como “CHICO DA CANDEIA”. A motocicleta e o possuidor foram conduzidos para a Delegacia de Polícia Civil, onde houve a autuação em flagrante pelo crime de receptação, que é afiançável. Foi arbitrado fiança no valor de dois salários mínimos, o que foi pago pelo flagranteado, sendo ele imediatamente posto em liberdade.
"Chico da Candeia", enquadrado por receptação, pagou fiança e  vai responder em liberdade.

Segundo investigação, essa motocicleta foi roubada no município de Codó/MA, a 254 km de Buriti, no dia 24 de julho de 2017. A Polícia Civil informa que a compra e venda de veículo automotor possui algumas formalidades, que, se seguidas, evitarão o negócio com veículo roubado ou furtado, lembrando que a comercialização de bens de origem criminosa constitui ato delitivo previsto no Art. 180, do Código Penal Brasileiro. 
Muita Diversão, Alegria e Paz, marcaram o carnaval de Buriti 2018 realizado pela Prefeitura de Buriti, administração Naldo Batista (PCdoB), através da Secretaria Municipal de Cultura, que tem à frente o secretário Cirlano Santos. 
Os foliões que estiveram na Praça Matriz durante  a 4ª e última noite de carnaval, terça-feira 13, puderam se divertir ao som das bandas locais Skema 7, Saulo – o fenômeno dos teclados, Alberi Show e Juninho do Arrocha; além da atração principal que era Samyra Show, cantora dona de uma voz impactante e ao mesmo tempo inconfundível no mundo da música brasileira, mais especificamente no ambiente “arretado do forró”. Samyra subiu ao palco e animou o Público até quase 4h da manhã.

VÍDEOS DA ANIMAÇÃO DE SAMYRA SHOW NO CARNAVAL DE BURITI 2018
Vídeo do hit Minha Pequena Eva


O corredor da folia na praça matriz ficou completamente lotado, com foliões residentes em Buriti e de cidades de outros estados do Brasil que optaram por brincar a festa carnavalesca na cidade.
Antes dos shows de encerramento à noite, a festa da terça de carnaval começou muito cedo no corredor da folia. O prefeito de Buriti garantiu a folia momesca durante toda a terça-feira 13 desde as 9h e não parou mais. À tarde, veio a festa dos blocos carnavalescos no APB Eventos com patrocínio da Prefeitura Municipal. Do clube os blocos desfilaram pelas ruas e foram para o corredor da folia completar a festa carnavalesca.
No centro, em destaque, prefeito Naldo Batista, ladeado pelo secretário de esporte Toinho Francês (esq.) e pelo vereador Hélio Flora (dir.). 
Secretário de Cultura Cirlano Santos.
Para dar total apoio aos foliões a prefeitura montou um esquema de segurança que envolveu Policia Militar com reforço de policiais de fora, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Guarda Civil Municipal e seguranças privados. Nenhum incidente foi registrado durante as quatro noites de carnaval. A segurança, assim como a chuva, foi um dos fatores que afastou alguns foliões da festa deste ano, porém, o prefeito Naldo Batista demonstrou firmeza no combate à violência na festa do Carnaval 2018.

Foi um carnaval marcado pela chuva, alegria, pela segurança, pela paz, por um público menor, mas com boa diversão.
MAIS IMAGENS DA 4ª NOITE DE CARNAVAL 2018