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É com imenso pesar que informamos o falecimento do buritiense WILSON RICHELL BASTOS MOURÃO, aos 41 anos de idade, filho do senhor Mourãozinho e da professora Conceição Bastos, ocorrido nesta segunda-feira 08/8. Ele realizava tratamento de câncer há alguns anos, em Teresina, e faleceu por volta das 15h30 de hoje no Hospital Unimed Primavera.

O velório ocorre em sua residência, na Rua da Bandeira, a partir das 23h de hoje). Quem desejar prestar condolências terá sua presença bem-vinda. O sepultamento será feito no Cemitério São José, nesta terça-feira 09, às 16h.

Wilson Richel era empresário, casado com a professora Karina de Fátima, partiu deixando 02 filhos, um menino e uma menina.

PESAR DO REDATOR-CHEFE DO CORREIO BURITIENSE

Neste momento de dor e consternação, presto sinceras condolências e solidariedade aos familiares e amigos. Sabemos como Richel era uma pessoa admirável e, com certeza, deixará um grande vazio no coração de todos que tiveram a honra e o prazer de conhecê-lo. Rogo a Deus pela acolhida do amigo Richel em sua morada celestial e desejo que todos tenham forças para suportar cada momento de tristeza da ausência terrena, pois o tempo irá tratar de transformar a sua perda em saudade.

Em comemoração à Semana da Cultura Nordestina, que ocorre de 2 a 9 de agosto, a  Prefeitura Municipal de Buriti-MA, por meio da  Secretaria de Cultura, vai promover nesta terça-feira 9/8 um sarau literário. O objetivo é reunir escritores, artistas e poetas da cidade em um evento aberto ao público. O sarau será realizado no Largo Cultural da Igreja Matriz, centro da cidade, com início às 18h.

Buriti de Inácia Vaz é celeiro de Cultura e Arte. E com esta I SEMANA DA CULTURA NORDESTINA DE BURITI, o Palácio Bernardo Almeida busca resgatar essa riqueza que vem da nossa gente. A ideia do I Sarau Literário é, de fato, abrir espaço e valorizar os agentes culturais do município que contribuem para movimentar a cena artístico-cultural local.  A expectativa é de uma noite de muita entretenimento, música, apresentações, declamações de poesias e recitação de poemas.

O evento é organizado pela Secretaria de Cultura e tem como parceiros a Semed (Secretaria Municipal de Educação), AMIB(Associação dos Amigos de Buriti) e a ABALC (Academia Buritiense de Artes, Letras e Ciências).


SOBRE SEMANA DA CULTURA NORDESTINA

No dia  02 de agosto iniciou-se a Semana da Cultura Nordestina. A data é uma homenagem ao músico brasileiro Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, que faleceu neste mesmo dia, em 1989.

Símbolo da cultura do Nordeste, Luiz Gonzaga é tido como um dos nossos grandes porta-vozes não só por ter tocado melodias da região e cantado letras descrevendo os costumes do sertanejo, mas também por sempre trajar o chapéu e o gibão de couro, peças indispensáveis na vestimenta tradicional dos nordestinos. Luiz Gonzaga sempre mostrou ter orgulho da sua terra e fez questão de disseminar seus costumes por onde passou.

Artes, crenças, cultos religiosos, literatura popular e danças; são várias as manifestações culturais que se destacam na região Nordeste. Entre elas estão as festas juninas, o Reisado, a poesia popular, o artesanato, a capoeira, o frevo, o carnaval... E não podemos esquecer da culinária, um dos grandes patrimônios nordestinos, que se destaca por pratos como o baião de dois, buchada, sarapatel, canjica, feijão de corda e arroz de coco. Sem falar nas frutas que são típicas da região, como o cajá, o buriti, a cajarana, o umbu, a macaúba, as frutas maranhenses juçara, bacuri, cupuaçu, buriti, murici e a pitomba, entre outras.

A cultura nordestina é bastante diversificada, uma vez que foi influenciada por indígenas, africanos e europeus. Com características próprias, os costumes e tradições muitas vezes variam de estado para estado.

(Informações do Grupo Trino)

 


FLORES DE PEQUI E DE TODO MUNDO PARA O JÔ

*Por Francisco Carlos Machado

A primavera no cerrado da Terra Indígena Krikati neste 2022 começou cedo, já no limiar de agosto. No leste do Maranhão, na Unidade de Conservação APA dos Morros Garapenses, observo o desabrochar da primavera com o florir dos ipês, destacando o amarelo. Na Terra Indígena, especificamente, na aldeia Jerusalém, bem no meio dela, há uns cincos dias, me chamou atenção as flores de dois pés de pequi, caídas no chão de areia marrom. “Ah, os pequis estão chegando”! Deliciei–me no pensamento, encantado pela beleza sutil das pétalas das flores caídas, olhando também as flores dos galhos, resplandecentes pelo sol durante toda manhã e tarde.

Quando criança, entre os 9 e 11 anos, no Garapa, ao ver pessoas da minha cidade subindo caminhões para buscar pequi e bacuri nas Chapada do Buriti, sentia muita vontade de ir, mas minha mãe nunca deixava. Assim, alimentei um sonho extrativista de catar pequi na chapada. Algo que adulto poderia ter realizado, porém, nunca tomei a iniciativa, mesmo que nestes tempos os pequizeiros têm sido destruídos.

Para minha supressa, muito anos depois, em 2014, quando comecei a viajar constantemente para o território dos Krikati – inicialmente estudando sua língua e fortalecendo o contato – especificamente na aldeia de Jerusalém, Sitio Novo (MA), encontro num final do ano um pé abundante de pequi. Era noite, catei uns 30, cozinhei, comendo todos. Na madrugada, corri algumas vezes na matinha detrás da casa onde estava hospedado para as necessidades fisiológicas, pela diarreia sentida, devido excesso de cordura vegetal do fruto no estômago. Os meus anfitriões indígenas, nada disseram ao me verem saboreando tantos pequis, imaginando que tinha costume de os consumir muito, ainda salgados. No cardápio deles pequi é feito no açúcar, haviam me dito, diante da minha alegria expressada de catar no pé pequi, cozinhar e comer pela primeira vez na vida.

Aprendendo a medida certa do tanto que posso comer esse fruto símbolo do cerrado, das experiências de os catar nos pés no pátio da aldeia Jerusalém e também ao derredor dela, nunca mais isso sucedeu. Assim, a alegria desta semana era ver as flores amarelas claras no chão.

Então, na manhã da sexta, 5 de agosto, ao sair da labuta da Biblioteca da escola da aldeia, ao abrir o whatsapp da Associação dos Amigos de Buriti, recebi a triste notícia da morte do Jô Soares, no qual desde a adolescência sou fã. Ao ler a notícia no sítio, lágrimas brotaram nos olhos, sentindo a partida de Jô. Voltei pra casa, passei debaixo do pé de pequi, vendo muitas flores no chão. Eu que pensava em escrever sobre a alegria de ver flores de pequi, não sentia mais ela nos olhos e nem na alma.

Jô havia partido.

Escrevi no grupo digital dos amigos de Buriti:

- “Não acredito! O Jô!!!? Perdemos um brasileiro fantástico. Agora está alegre os Céus.”

O dia inteiro de sexta meus pensamentos se voltavam para o Jô, pois tudo no Brasil se noticiava seu falecimento aos 84 anos. Todos, como eu, que esperavam às 12 horas da noite para só dormir depois de sorrir do Jô com seus entrevistados em seu Programa, sentem comigo o que é perder Jô. De fato, o Brasil humano ficou menor, mais triste, sem Jô Soares. Assisti ao Jornal Nacional da sexta 5 e chorei a morte de Jô.

Na manhã deste sábado, ao caminhar ao centro do pátio da aldeia, vendo as flores do pé de pequi juntei nas mãos algumas delas, tirei foto e as soltei no ar, ofertando–as para o Jô, em sua homenagem, que não merece só flores de pequi, mas do bacuri, de rosas e violetas.

Ele merece todas as flores do mundo pela felicidade que em vida distribui para humanidade do Brasil.

SOBRE O AUTOR

Francisco Carlos Machado - Escritor, poeta, professor, titular da cadeira nº 20 da Academia Buritiense de Artes Letras e Ciências (ABALC).

 Medida também amplia margem desse crédito a segurados da Previdência

O presidente Jair Bolsonaro sancionou a Lei nº 14.431/2022 que libera o crédito consignado a beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e de programas federais de transferência de renda, como o Auxílio Brasil. A medida também amplia a margem de crédito consignado aos empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e aos segurados da Previdência Social.

A lei foi publicada nessa quinta-feira 4/8 no Diário Oficial da União e teve origem na Medida Provisória 1.106/2022, editada em março deste ano.

O texto foi aprovado no Congresso em julho. O empréstimo consignado é aquele concedido com desconto automático das parcelas em folha de pagamento ou benefício.

Os beneficiários do Auxílio Brasil poderão fazer empréstimos de até 40% do valor do benefício e autorizar a União a descontar o valor da parcela dos repasses mensais. De acordo com o texto, a responsabilidade sobre a dívida “será direta e exclusiva do beneficiário. A União não poderá ser responsabilizada, ainda que subsidiariamente, em qualquer hipótese”, determina a lei.

Em nota, a Secretária-geral da Presidência explicou que a medida visa “atenuar os efeitos da crise econômica que atingiu as famílias brasileiras durante o período de pandemia, uma vez que o benefício previdenciário ou assistencial é, muitas vezes, a única fonte de renda familiar”.

A partir deste mês, até dezembro, o valor do Auxílio Brasil passará de R$ 400 para R$ 600.

ALERTA

O economista e professor de Mercado Financeiro da Universidade de Brasília César Bergo alerta para que as pessoas fiquem atentas ao assédio das instituições financeiras e para não cair em golpes, e ressalta a importância da educação financeira, principalmente para esse público de renda mais baixa. “É importante esse alerta para que as pessoas possam agir de maneira racional e não emocional [na aquisição de empréstimos]”, disse, em entrevista à Rádio Nacional.

“Muitas vezes, elas não têm noção do que é juros, do que é empréstimo”, explicou. “De repente ela assume uma dívida, depois o que ela recebe para poder se manter já é pouco e fica menor ainda. Porque o objetivo maior dessa ajuda [Auxílio Brasil] é [beneficiar as] pessoas que, muitas vezes, estão totalmente fora do mercado de trabalho e não têm outra renda”, acrescenta.

Ainda assim, para o economista, a medida é positiva e abre um mercado de crédito para esse público investir no seu bem-estar e na melhoria da qualidade de vida, como na aquisição de bens duráveis de maior valor, ou mesmo para pagamento de dívidas com juros mais altos. “Ela pode pegar o empréstimo e liquidar a dívida do cartão de crédito, por exemplo, e ficar com juros menores, pagando prestação mensal”, disse.

Aumento de crédito

A nova lei também ampliou a margem de crédito consignado, que é o limite máximo que poderá ser comprometido pelo desconto em folha, aos empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e aos segurados do Regime Geral de Previdência Social.

De acordo com o texto, aposentados e pensionistas da Previdência, incluindo os beneficiários do BPC, poderão comprometer até 45% do valor dos benefícios com consignados. Do total, 35% podem ser usados para empréstimos, financiamentos a arrendamentos mercantis; 5% para operações (de saques ou despesas) contraídas por meio de cartão de crédito consignado; e 5% para gastos com o cartão de benefícios.

Para os trabalhadores regidos pela CLT, o limite é de 40%, sendo 35% para empréstimos, financiamentos a arrendamentos mercantis e 5% para amortização de despesas e saques com o cartão de crédito consignado.

O cartão de crédito consignado funciona como um cartão de crédito na hora da compra, mas a dívida é descontada automaticamente do salário.
Vetos

O presidente Bolsonaro vetou o trecho que previa que o total de consignações facultativas para o servidor público não poderia exceder 40% da remuneração mensal, dos quais 35% exclusivos para empréstimos, financiamentos e arrendamentos mercantis e 5% para o cartão de crédito consignado.

Em mensagem encaminhada ao Congresso Nacional, o governo justificou que empréstimos, financiamentos e arrendamentos mercantis são apenas uma das modalidades passíveis de serem consignadas em folha pelo servidor.

“Desse modo, a proposição legislativa excluiria a possibilidade de consignar outras modalidades na margem facultativa, o que poderia caracterizar reserva de mercado, ao privilegiar instituições financeiras em detrimento de outras. Ademais, a proposição legislativa poderia favorecer o descumprimento de obrigações já assumidas pelos servidores perante as instituições consignatárias, na hipótese de exceder o limite de 70%”, justifica a mensagem.

Outro trecho vetado determina que, se não houver leis ou regulamentos locais definindo valores maiores, o limite do consignado será de 40% para militares e servidores públicos de qualquer ente da Federação, ativos ou inativos.

O Congresso tem 30 dias para analisar os vetos, podendo mantê-los ou derrubá-los.
(Agência Brasil )
Proposta inicial limitava o benefício, mas deputados o extinguiram

Congresso Nacional - Foto:  AGÊNCIA SENADO

A Câmara dos Deputados aprovou na última quarta-feira 3/8 o projeto que acaba com saídas temporárias de presos dos estabelecimentos prisionais. A matéria segue para análise do Senado.

A proposta teve origem no Senado e previa apenas que as saídas temporárias fossem limitadas. No entanto, ao tramitar na Câmara, deputados decidiram extinguir o benefício. O texto aprovado prevê a revogação de todas as possibilidades de saída, que atualmente estão disponíveis para condenados em regime semiaberto, como visita à família durante feriados, frequência a cursos e participação em atividades.

Para o relator, Capitão Derrite (PL-SP), a existência do benefício da saída temporária burla a própria lei penal, ao frustrar a proporcionalidade no cumprimento da pena. Além disso, ele destacou que muitos presos não retornam ao sistema prisional após a saída.

“A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) de São Paulo informou que na passagem de 2021 para 2022, 1.628 presos que deixaram as penitenciárias do estado, durante a chamada ‘saidinha temporária de fim de ano’, não retornaram ao sistema prisional paulista”, argumentou o deputado. “Já existe a previsão legal de cumprimento de pena e progressão de regime de forma proporcional, a saída temporária causa a todos um sentimento de impunidade diante da percepção de que as pessoas condenadas não cumprem suas penas, e o pior, de que o crime compensa”, acrescentou.

O texto aprovado também obriga a realização de exame criminológico como requisito para a progressão de regime e para a autorização de regime semiaberto. A análise deverá comprovar que o detento tem condições de se adaptar ao novo regime com autodisciplina, baixa periculosidade e senso de responsabilidade.

“O exame criminológico consistente na emissão de um parecer técnico de uma equipe multidisciplinar, constitui ferramenta muito mais efetiva para aferir a capacidade do condenado de adaptar-se ou não a regime menos rigoroso do que uma constatação de boa conduta carcerária comprovada apenas pelo diretor do estabelecimento, tal qual é previsto pela legislação vigente”, argumentou o relator.
Ressocialização. 
(Agência Brasil)
Todas as minhas lembranças têm ligações com a minha infância ou meninice e no meu caminhar até hoje vividos na minha Buriti querida, haja vista que dela nunca me separei, ainda que morando em outras cidades, pois sempre, ano a ano eu a visitava e convivia com os meus familiares e amigos diletos. Os meus familiares e os meus amigos eram e são um misto de caboclos entre os quais estou incluído, brancos, negros e até mestiços como o fenomenal ciclista PACOTE, Raimundo Pacote, sobre quem já escrevi.


Os meus amigos NEGROS, eu os tratava carinhosa e respeitosamente por Meu Nego, Nego Velho ou meu Preto, seguindo meus Pais, meus Avós e os meus tios que assim tratavam os seus amigos e compadres. Hoje hipocritamente, no meu entendimento, se demoniza esse tratamento objetivando-se criminalizá-lo absurdamente na modalidade Crime de Racismo.


Tive e tenho muitos amigos NEGROS, embora eu sempre diga com convicção que em se tratando de gente, só temos uma Raça, a RAÇA HUMANA. Os Negros foram e são constantes na minha vida, desde colegas de Grupo Escolar em Buriti, Escola Técnica Federal do Maranhão, Liceu Maranhense e Universidade e entre colegas e amigos advogados e juízes. Em Buriti, destaco alguns dentre os muitos, todos merecedores do meu apreço. Assis Veras e Francisco Pereira saudosos colegas de turma do primário, ZEFULÔ, Caneco, Maria Paulino, Dona Catarina, seu Lourenço o melhor cozinheiro buritiense da época, Maria José Sousa dona do Hotel Pacaembu em Buriti e do Hotel Chapadinhense em Chapadinha onde hospedei-me muitas vezes e fui sempre tratado com CARINHO por ela e Thiago seu esposo e o seu filho Francisco.


Todas os citados eram queridos por todos os nossos conterrâneos, e nenhum deles se ofendia com o tratamento a que me refiro. Vejo com tristeza nos dias atuais, muitos Negros que conseguiram um grau de formação educacional e profissional elevado, perderem-se em discursos agressivos e desnecessários para contarem as suas Histórias vitoriosas, gritando que são Negros, que usarão os seus cabelos e as suas vestes, exageradamente extravagantes porque são INDEPENDENTES e PREPARADOS, atitude que tira o brilho das suas vitórias admiráveis.


Não DISCRIMINO e nem deprecio os nosso irmãos negros, os amo e LUTO para que sejamos verdadeiramente uma só RAÇA.
SOBRE O AUTOR

É buritiense, ardoroso amante da sua terra, deu seus primeiros passos no velho Grupo Escolar Antônia Faria, cursou o Ginásio Industrial na Escola Técnica Federal do Maranhão e Científico no Liceu piauiense e no Liceu maranhense, bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito/UFMA, é advogado inscrito na OAB/MA, ativo, Pós-graduado em Direito Civil, Direito Penal e Curso de Formação de Magistrado pela Escola de Magistrados do Maranhão, Delegado de Polícia Civil, Classe Especial, aposentado, exerceu todos os cargos de comando da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, incluindo o de Secretário. Detesta injustiça de qualquer natureza, principalmente contra os pobres e oprimidos, com trabalho realizado em favor destes, inclusive na Comarca de Buriti.



Em nota, Jorge do Sindicato e Robert Almeida afirmam ser alvos de divulgação de mentiras sobre o verdadeiro teor da ação e de manipulação da opinião pública por parte da mídia.

FÓRUM DESA. MARIA MADALENA ALVES SEREJO

Uma decisão do juiz Galtieri Mendes de Arruda, titular da Vara Única da Comarca de Buriti-MA, proferida na última segunda-feira 1º de agosto, determina prazo de 15 dias para que os ex-presidentes da Câmara Municipal Josimar Alves Lima (2015-2016) e Robert Moreira de Almeida (2017-2018) apresentem provas para contestar a acusação do Ministério Público (MP/MA) em uma ação civil pública de 2019.

 Na ação, o MP acusa os ex-presidentes por ato de improbidade administrativa  por não tomarem as providências  que lhes incumbiam no tocante ao portal da transparência da Casa Legislativa.


Em nota conjunta ao CORREIO BURITIENSE, Jorge do Sindicato (Josimar Alves) e Robert Almeida afirmam que essa ação se refere a questionamentos quanto ao portal da transparência da Câmara, e que encontra-se “em fase de instrução, e por isso, temos a consciência limpa de que não cometemos nenhum ilícito, conforme já podemos comprovar a regularidade do mesmo com a certidão do TCE/MA”.

“Queremos esclarecer a toda população Buritiense, que infelizmente e sem que haja a devida apuração da informação, o Vereador Jorge do Sindicato e o Ex-Presidente da Câmara, Senhor Robert Almeida, foram alvos da divulgação de mentiras, sobre o verdadeiro teor da Ação nº. 0000283-69.2019.8.10.0077, de forma que não se pode brincar com a imagem das pessoas, assim, não se pode manipular a opinião pública, sendo lamentável a referida postura por parte da mídia que veicula uma informação sem ouvir o lado contrário, propagando uma verdadeira FAKENEWS!”, diz ainda a nota.

 

 NOTA DE ESCLARECIMENTO

 

Queremos esclarecer a toda população Buritiense, que infelizmente e sem que haja a devida apuração da informação, o Vereador Jorge do Sindicato e o Ex-Presidente da Câmara, Senhor Robert Almeida, foram alvos da divulgação de mentiras, sobre o verdadeiro teor da Ação nº. 0000283-69.2019.8.10.0077, de forma que não se pode brincar com a imagem das pessoas, assim, não se pode manipular a opinião pública, sendo lamentável a referida postura por parte da mídia que veicula uma informação sem ouvir o lado contrário, propagando uma verdadeira FAKENEWS!

 

Por fim e sem maiores delongas, informa-se que a Ação se refere a questionamentos quanto ao portal da transparência da Câmara, encontrando-se em fase de instrução, e por isso, temos a consciência limpa de que não cometemos nenhum ilícito, conforme já podemos comprovar a regularidade do mesmo com a certidão do TCE/MA, em anexo, são esses nossos esclarecimentos, muito obrigado.

 

Josimar Alves Lima

Robert Moreira de Almeida

Jô Soares (Foto: Divulgação)

O ator, escritor e diretor Jô Soares morreu na madrugada desta sexta-feira 5/8, aos 84 anos. Considerado um dos maiores humoristas do Brasil, o apresentador do “Programa do Jô”, exibido pela TV Globo, estava internado desde 25 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo, para tratar de uma pneumonia.

A causa da morte ainda não foi divulgada. O enterro e velório do corpo de Jô serão reservados à família e amigos, em data e local ainda não informados.

“Viva você, meu Bitiko, Bolota, Miudeza, Bichinho, Porcaria, Gorducho. Você é orgulho pra todo mundo que compartilhou de alguma forma a vida com você. Agradeço aos senhores Tempo e Espaço, por terem me dado a sorte de deixar nossas vidas se cruzarem. Obrigada pelas risadas de dar asma, por nossas casas do meu jeito, pelas viagens aos lugares mais chiques e mais mequetrefes, pela quantidade de filmes, que você achava uma sorte eu não lembrar pra ver de novo, e pela quantidade indecente de sorvete que a gente tomou assistindo”, escreveu a mulher, Flavia, nas redes sociais.

Em todas as suas inúmeras atividades artísticas – entrevistador, ator, escritor, dramaturgo, diretor, roteirista, pintor –, Jô Soares teve o humor como marca registrada. Foi seu ponto de partida e sua assinatura no teatro, na TV, no cinema, nas artes plásticas e na literatura. Ele próprio gostava de admitir isso.

“Tudo o que fiz, tudo o que faço, sempre tem como base o humor. Desde que nasci, desde sempre”, afirmou em depoimento ao site Memória Globo. Nos últimos 25 anos, Jô ficou conhecido por ser o apresentador de talk-show mais famoso do país. Na TV Globo, estrelava o “Programa do Jô”, exibido desde 2000. Também se destacou por ser um dos principais comediantes da história do Brasil, participando de atrações que fizeram história na TV. Dentre elas, se destacaram “A família Trapo” (1966), “Planeta dos homens” (1977) e “Viva o Gordo” (1981). Além disso, escreveu cinco livros, atuou em 22 filmes e é considerado pioneiro do stand-up.

(Brasil 247/Rede Brasil Atual)

Prazo final vai até 18 de agosto
Foto: Divulgação

Eleitores que estarão em trânsito, no dia da votação, têm até dia 18 de agosto para informar à Justiça Eleitoral local, fora do seu domicílio eleitoral, onde votará.

O voto em trânsito é permitido somente para eleitores que estão com o título regularizado e estejam, no dia do pleito, em municípios com eleitorado acima de 100 mil pessoas. 

Quem estiver fora de seu estado poderá votar somente para presidente da República. Já o eleitor fora de sua cidade, mas em outro município no mesmo estado, poderá votar para todos os cargos em disputa.

Essa modalidade de voto não vale para urnas eletrônicas instaladas no exterior, porém, o eleitor brasileiro que mora fora do país, mas estará no Brasil no período de eleições poderá solicitar o voto em trânsito.

O primeiro turno será realizado no dia 2 de outubro, quando os eleitores vão às urnas para eleger o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Um eventual segundo turno para a disputa presidencial e aos governos estaduais será em 30 de outubro.
(Agência Brasil)

Após a imensa repercussão negativa, o Palácio Bernardo Almeida (Prefeitura Municipal)  decidiu reagir às acusações de corrupção, divulgadas em redes sociais pelo ex-secretário adjunto de obras do município de Buriti, Júnior Frazao.  

 Na nota pública, o Prefeito Arnaldo Cardoso (PL) agradeceu o período em que Júnior Frazão permaneceu no grupo e afirmou que “todos os que permanecem unidos no projeto é porque possui compromisso com o povo de Buriti. A atual gestão é comprometida com o interesse público e não compactua com projetos pessoais que não correspondem ao melhor para o povo da nossa cidade.”

“Sobre as supostas acusações de irregularidades que foram proferidas contra a atual gestão, Arnaldo Cardoso tem plena confiança no trabalho que vem prestando e diz que tudo que é feito está publicado nos órgãos competentes.”

“O grupo do prefeito Arnaldo Cardoso não é feito de pessoas com interesses particulares, mas sim da união de todos para que sejam realizados os trabalhos que a população tanto anseia.”, conclui em nota.

CONFIRA ABAIXO A ÍNTEGRA DO ESCLARECIMENTO DA PREFEITO ARNALDO CARDOSO:

Na tarde do dia 27 de julho, em Buriti-MA, o Grupo BONS TEMPOS DA INFÂNCIA realizou o 4º encontro dos amigos, regado a abraços, danças, boa conversa, bebida e recordações dos bons tempos da velho e inesquecível cotidiano de outrora da Terra de Inácia Vaz.  O evento aconteceu das 12h às 19h, no Espaço Real Eventos, ambiente bem localizado, no centro da cidade, aconchegante e com uma paisagem bonita. A organização foi feita por Erinalda Dutra e Ritinha e contou ainda com a colaboração de Deusanirinho e Solange.

 Foi uma tarde incrível de reencontro de velhos amigos para relembrar tempos passados, que não voltam mais. Confira nos vídeos abaixo:


Surgimento do grupo

 O Grupo Bons Tempos de Infância foi criado em 13 de janeiro 2016 por Erinalda Dutra, após uma conversa no facebook com a irmã Helena, Ritinha e João Filho. Eles colocaram músicas que lembravam o tempo de infância em Buriti e daí decidiram, para matar a saudade, criar um grupo para aproximar, com ajuda da tecnologia, os amigos e favorecer as recordações e lembranças de um tempo memorável.


MAIS IMAGENS DO EVENTO

O Cartório Eleitoral da 25° zona de Buriti-MA comunica aos eleitores das seções abaixo relacionadas sobre as mudanças no local de votação:
  • Escola Mirthis Martins Ferreira no povoado Conceição: Seção 48 passarão a votar na Seção 29.
  • Escola Antonio Pereira Mourão no povoado Barra Nova: Seção 70 passarão a votar na seção 37.
  • Eleitores que votavam no povoado Crioli passarão a votar na Unidade Escolar Tancredo Neves, no povoado Bananal.

Mais informações pelo WhatsApp do Cartório Eleitoral:

(98) 98464-7362

Toinho Francês e Anselmo Jacó, vereadores oposicionistas cobram explicações.

O mês de agosto começou quente na política de Buriti/MA. Os vereadores Antônio José Ferreira da Silva (TOINHO FRANCÊS)  e Francisco Anselmo Cardoso da Costa (ANSELMO JACÓ) acionaram na manhã desta segunda-feira 1º  a Presidência da Câmara e o Ministério Público Estadual para investigarem possíveis atos de corrupção na gestão Arnaldo Cardoso. As denúncias foram relatadas pelo ex-secretário adjunto de Obras Júnior Frazão e veiculadas nas redes sociais e no CORREIO BURITIENSE.

Em dois áudios, de autenticidade confirmada por este blog,  Frazão diz que não poderia se calar diante do que chamou de “arruaça” aquilo que o Prefeito estaria fazendo no município de Buriti, com corrupção, mandos e desmandos, humilhando, maltratando e pisando na população buritiense.  Ele foi enfático ao dizer que tem muitas provas, em mãos, da corrupção da gestão Arnaldo Cardoso. (Clique aqui, ouça os áudios e releia)

 Com base nas insinuações do ex-secretário, cumprindo suas prerrogativas parlamentares, Toinho Francês e Anselmo Jacó protocolaram um requerimento para presidente da Casa Legislativa, Profa Naíres Freire, que  seja convocado “o ex-secretário adjunto de obras deste município para que preste esclarecimentos e apresente as provas quanto as fortes declarações veiculadas nas mídias e blogs que apontam atos de corrupção praticada pelo atual gestor”.  

 À Promotoria de Justiça, a dupla de vereadores também requereu que providências sejam tomadas pelo órgão ministerial  quanto as fortes declarações veiculadas nas mídias e blogs, feitas pelo ex-secretário adjunto de obras deste município.


CA´HEHXY – Memórias da Indígena de 104 anos

*Por Francisco Carlos Machado

Ca´hehxy, a indígena mais idosa do povo Krikati viveu 104 anos. A bem da verdade ela viveu 103 anos, 11 meses e 18 dias, pois no dia 21 de janeiro deste ano ela nos deixou, voltando para a Origem de sua existência, encontrando seus ancestrais e ao marido Tataíra, a lendária figura dos Krikati, falecido  aos 103 anos completos.

Ca´hehxy

A tradução para o nome Ca´hehxy na língua jê Krikati é “bagaço amargo”.  Entretanto, de amargo ela nada tinha. Era elegante, com olhar penetrante.  E como todo Krikati possui um nome em português, o seu era Eva.  A mãe de todos nós.

 Eva, essa centenária amiga morava atrás da casa da mãe Maria José, sua filha, minha mãe “adotiva” na aldeia São José. O clã dela me hospeda nesta aldeia.  

Agora em  2022 faz 10 anos que conheço Eva. Ela nasceu em 1918, no final da primeira guerra mundial. Quando Curt Nimuendajú, o maior etnólogo brasileiro/alemão veio estudar os Krikati, em 1919, Eva estava com 1 ano de vida. Era um tempo difícil para estes indígenas. Quando Nimuendajú voltou, em 1930, Eva Ca´hehxy estava com 11 anos. Ela estão conheceu Curt Nimuendajú. Os escritos de Nimuendajú em inglês levaram os timbiras, como os da etnia Krikati, ser conhecidos no mundo. E certamente, o impacto positivo causado pelos estudos desse etnólogo repercutiu para Eva chegar aos 104 anos.

  Nesta manhã, enquanto pensava em Eva, conclui pela primeira vez que ela conheceu o Nimuendajú. Porém, em vida eu não perguntei pra ela. Aliás, mesmo tendo muitas oportunidades de estar com Eva na aldeia, pouco com ela conversava. O português falado por ela  era muito pouco e eu agora que estou entendendo o Krikati. E nas poucas vezes que Eva falava comigo era afirmando que queria “bulanha”. Assim,  tinha de trazer “bulanha” pra ela quando chegasse. Era uma   maravilha de graça e encanto, Eva, em seu português puxado me pedir “bulanha”.

Agora essa é a memória mais cativante que permanece dentro de mim dela.

Ca´hehxy, embora tenha falecido em janeiro de 2022, soube apenas um mês atrás. E estando hoje dia 30 de julho entre os Krikati, tive a felicidade de celebrar a vida e a morte de dela correndo com a tora de barriguda de 200 quilos, em um percurso de 9 km. Eu não sei carregar no ombro a tora, mas corri no sol quente todo o percurso até o pátio da aldeia.

Corrida de TORA da BARRIGUDA de C'ahehxy 

A Corrida da tora de Barriguda é um rito fúnebre essencial na cultura Krikati. Entre eles quando morre um dos seus, até acontecer a festa/corrida da barriguda, os estes queridos (a família, os amigos próximos) entram de  luto  por meses. Assim,  é  tempo em que barba e cabelos de homens e mulheres crescem. Os cantores da aldeia cantam no pátio com quem desejar, durante todo período, em dias alternados, em memória do falecido.

Chegada de tora no pátio da Aldeia

 O clã de Eva estando há 6 meses está de luto. Amanhã ele é concluído  com a corrida da barriguda dos homens. Nesta corrida existe tradição, esforços, suor e lágrimas. Se vivi todos esses sentimentos envolvidos na maratona. 

No dia de hoje acordei  às 4 da madrugada, indo para o pátio ouvir os cantores.  A fogueira da Dança do Fogo (outro rito fúnebre) acesso no começo da noite, ainda aquecia a todos.   Quando tudo pronto, a claridade dominando tudo, se iniciou  a corrida de tora das mulheres. Ao  chegar os dois partidos femininos  no  pátio da aldeia circular, chorei a vida e morte de Eva, cabisbaixo, segurando uma das  toras, dizendo pra ela: - “Sentimos sua falta”.

Espírito agora encantado, Eva não me ouviu. As lembranças de sua vida e da festa do encerramento da sua morte/luto, serão guardadas em nossas memórias através das centenas de fotos  dos corpos pintados; na farta comida distribuída para os participantes; os dois presentes trocados  entre os compadres dela e  nas duas toras do partido de baixo e de cima preservadas na Biblioteca  da aldeia e em dois museus, tendo  uma foto de Eva Ca´hehxy,  indígena que viveu em 104 anos. 

 

Francisco Carlos Machado

SOBRE O AUTOR

Francisco Carlos Machado - Escritor, poeta, professor, titular da cadeira nº 20 da Academia Buritiense de Artes Letras e Ciências (ABALC). 

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