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É com todo pesar que o CORREIO BURITIENSE comunica a notícia do falecimento de ROSALINA RODRIGUES DA SILVA, 86 anos, ocorrido na noite de ontem, quinta-feira 19/11, em São Luís, vítima da pandemia de covid-19. Dona Rosalina era natural da cidade de Porto - PI, de onde partiu em busca de oportunidades, no início da década de 60, juntamente com seu esposo senhor Otávio Dias da Silva, para o município de Buriti-MA. Já no Maranhão, foi nomeada funcionária pública estadual da Fazenda e ao longo da vivência na terra de Inácia Vaz desenvolveu a técnica da costura, especialmente por influência da ex-prefeita Dra Elza Machado.  

Mulher criativa, integra e ética, dona Rosalina sempre trabalhou e criou os filhos na mesma linha da retidão de caráter. Desde 1999, residia na capital maranhense. Ela partiu deixando o esposo, 4 filhos(as), 12 netos(as) e 9 bisnetos(as). O sepultamento foi hoje (20) no Cemitério Jardim da Paz, às 11h, na ilha São Luís, com presença de filhos e amigo.

Nesse momento de dor e despedida, o redator deste blog, Aliandro Borges, deseja que o tempo traga alívio aos corações da Família de dona Rosalina. Que a luz e o amor divinos consolem os que ficam e que ela encontre paz eterna. Prestamos assim as nossas condolências e deixamos os nossos mais sinceros pêsames.

 *Por Djalma Passos

Foi num dia sete de Setembro, já bem distante. As principais Escolas da cidade, que desfilavam em Homenagem ao Dia da Pátria, estavam engalanadas nos seus pátios internos, esperando a hora da aparição em público. Eu, ORGULHOSO, afinava os sons da MARAVILHOSA CORNETA, pois era o único Corneteiro do Grupo Escolar Antônia Faria, depois do meu Irmão Wilson, o primeiro a tocar aquele instrumento na mesma Escola.

Eu e os colegas tarolista, os responsáveis pela marcação com os tambores surdos, treinávamos, para fazermos uma boa apresentação.

Era uma grande emoção, um tempo em que os estudantes se orgulhavam e se sentiam honrados em vestirem as fardas escolares, principalmente em dias de festas cívicas.

Na Praça da Matriz, a veneranda Escola Paroquial e no extremo da cidade as Importantíssimas Escolas Reunidas Municipais, prontas para a renhida disputa para conquistar o primeiro lugar no desfile. Cada uma se esmerava, de acordo com suas condições. Eu era um jovem senhor de onze anos de idade. A minha namorada era uma jovem senhorita de dez anos. Ela fazia parte da equipe esportiva da Escola Paroquial, pilotando uma bicicleta Monark, enfeitada com as cores da Bandeira Nacional brasileira, trajava um short que o comprimento das pernas alcançava o meio das canelas, um escândalo na época, para alguns muitos pudicos fofoqueiros. Após o desfile, uma festinha de uma hora e meia de duração patrocinada pela Prefeitura, para os estudantes. A orquestra era a do Saudoso Zuzinha, com os seus irmãos Chichico e o Delegado, que sempre depois do contrato da Prefeitura, atendiam a nossa Negociação, para prorrogar a Festa, de acordo com o que conseguíamos arrecadar entre NÓS, era o máximo. Começada a Festa, os namorados, que no decorrer do namoro, somente podiam tocar as mãos entre si, às escondidas, esperavam o momento da dança, para realizar o sonho maior, um Abraço ao corpo das amadas e dos amados. Então, comecei a dançar com a minha namorada, aquela quase NUA, como a descrevi, e assim prosseguimos até o final da Festa, à luz do dia e à vista dos curiosos de plantão.

Final de festa, todos felizes e, caminho de casa, já desacompanhados.

Por volta das sete horas da noite, linguagem interiorana, é chegado o momento do reencontro com a minha AMADA.  Frustração, ela não apareceu!

O nosso pombo correio, que, aliás, era uma pomba, levou-me a trágica notícia. O Senhor Tabelião, dono da casa onde ela se hospedava, havia mandado um recado para o pai dela, que residia num povoado fora da cidade, pedindo a presença dele imediatamente, em razão de sua filha estar prestes a ser DEFLORADA, este era o Crime, naquela ÉPOCA, que respondia o homem que desvirginasse uma donzela. Foi um suplício que tomou conta da minha mente. O que fazer? Casar, fugir sozinho para não ser preso?

O meu avô era Capitão do Exército brasileiro, de patente Comprada, mas Valia, então eu estava salvo, pensei.

E a minha AMADA, como ficaria, Desonrada e sem o meu apoio moral?

Não me conformava e imaginei construir a defesa dela diante dos seus Pais e da sociedade. O único meio seria comprometer-me a reparar o Crime de Amor, casando-me solenemente na IGREJA e no Cartório, afinal eu era Homem de Responsabilidade, igualzinho ao meu Pai, que casara novo (dezenove anos) com a minha mãe (de 20 anos).

Plano quase perfeito, não fora a minha profissão: estudante, carregador de água para a casa dos meus avós, onde eu morava no período escolar, aguador de plantas do quintal, coletor de capim para os animais e juntador de cascas de babaçu pra fazer brasa pra assar bolos no forno de barro da minha avó, uma psicopedagoga de Palmatória e Chiquerador de couro de boi seco, minha empregadora.

Desilusão, não poderia assumir aquela responsabilidade, embora fosse o meu desejo sincero.

Três dias de sono atribulado e ao final do último dia, a nossa pomba CORREIO trouxe a melhor notícia e salvação, um bilhete em papel enfeitado, modelo envelope-coração, no qual estava escrito: o papai não brigou comigo. Espere-me na frente do Coreto, no horário de sempre!

Ah, esta Praça, esta Cidade, aquela Gente amiga, apesar das fofocas inerentes a toda comunidade humana, são imorredoras na minha mente, na minh’alma e no meu coração!

Nunca te ESQUECEREI, minha Buriti querida!!


 SOBRE O AUTOR

É buritiense, ardoroso amante da sua terra, deu seus primeiros passos no velho Grupo Escolar Antônia Faria, cursou o Ginásio Industrial na Escola Técnica Federal do Maranhão e Científico no Liceu piauiense e no Liceu maranhense, bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito/UFMA, é advogado inscrito na OAB/MA, ativo, Pós-graduado em Direito Civil, Direito Penal e Curso de Formação de Magistrado pela Escola de Magistrados do Maranhão, Delegado de Polícia Civil, Classe Especial, aposentado, exerceu todos os cargos de comando da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, incluindo o de Secretário.

Detesta injustiça de qualquer natureza, principalmente contra os pobres e oprimidos, com trabalho realizado em favor destes, inclusive na Comarca de Buriti.


O vereador reeleito Jorge do Sindicato (Republicanos) publicou uma NOTA DE AGRADECIMENTO pela expressiva votação que obteve na eleição do último domingo 15/11. Foram 1.245 pessoas que depositaram sua confiança e voto no atual presidente da Câmara Municipal de Buriti. Daí ser chamado de campeão de votos para legislativo.  

CONFIRA ÍNTEGRA DA NOTA:

NOTA DE AGRADECIMENTO

“Aos Buritienses,

Amigos e amigas, quero agradecer a todos que não mediram esforços para nos ajudar nessa caminhada e que com muito empenho e carinho acreditaram em nosso projeto.

Agradeço pelos 1.245 votos de confiança no nosso trabalho. Durante essa campanha, apresentei propostas, debati com a sociedade e agora colhemos os frutos de um mandato movido por dedicação, ética, transparência e lealdade

Agradeço de modo especial meu amigo Naldo Batista pelo apoio e pela confiança e lealdade a minha pessoa. Sei das responsabilidades e contribuirei com orgulho para manutenção do nosso grupo. Acredito em um Poder Legislativo mais integro e decisivo para liderar a transformação de nosso município. Continuarei vigiando e lutando pelo nosso povo e pela melhoria da qualidade de vida da nossa população.

Vou cumprir com meu dever de parlamentar com a mesma energia e motivação de sempre. Vou continuar do lado dos vulneráveis, em defesa das crianças, idosos, pessoas especiais, dos trabalhadores rurais e urbanos, dos servidores da saúde, guardas municipais, agentes de saúde e dos professores.

Levo comigo todos os sorrisos, abraços e o apoio que recebi durante essa jornada. Tenho compromisso em honrar cada voto dos meus eleitores e amigos.”

 Abraços,

Jorge do Sindicato

Vereador

 Ele falou ao CORREIO BURITIENSE que vai fazer uma administração que todo buritiense merece, com carinho, respeito, saúde e educação. Veja o vídeo

Assim que se confirmou a virada nas urnas e a vitória da COLIGAÇÃO JUNTOS POR UM BURITI MELHOR, que elegeu Arnaldo Cardoso (PL) e Jenilson Gouveia (Patriotas), respectivamente, prefeito e vice-prefeito, levou dezenas de apoiares às ruas da cidade para comemorar a eleição do “Liso” na noite desse domingo 15/11. Foi uma grande festa da democracia, onde o povo deu seu recado e votou por mudanças na administração pública municipal.

Arnaldo Cardoso (PL) junto dos seus apoiadores percorreram as ruas centrais da cidade, saindo da Praça Matriz até a construção da Praça da Juventude, no antigo hospital, e voltaram ao centro para os degraus da Igreja Matriz, onde, emocionado, o novo prefeito fez um breve discurso de agradecimento.

Na praça em construção no local do antigo hospital, ele falou ao CORREIO BURITIENSE que vai fazer uma administração que todo buritiense merece, com carinho, respeito, saúde e educação. Veja o vídeo:

Na futura Praça da Juventude, o empresário Neto Borges, que foi amplamente criticado nas redes sociais por sua escolha política e participação ativa na campanha de Arnaldo Cardoso, fez uma mensagem de desabafo, mas também de esperança aos buritienses por dias melhores.  “O que queremos é um Buriti justo para todos, onde não se venha mais prometer e sim fazer compromissos com homens honrados. A política moderna chegou”, afirmou ele.

Arnaldo Cardoso enfrentou muitas dificuldades ao longo da campanha, sem grandes estruturas e pouco dinheiro, o que aliás lhe rendeu o apelido de liso e que acabou virando o hit musical de maior sucesso da sua campanha. Era o “liso” contra o “barãozinho”, assim diziam seus apoiadores. Com o resultado final das urnas, o povo mostrou que queria o liso e ele obteve 7.861 votos (48,02%) contra 7.519 (45,93%) do atual prefeito Naldo Batista (PSC) numa das eleições mais acirrada da história de Buriti-MA. Em valores absolutos, foi uma diferença de apenas 342 votos. Fora da disputa polarizada, Evandro Mourão teve 570 votos (3,48%), Renato Barros, 246 (2,2%), Edivan do Belém 114 (0,70%) e Geraldinho, 59 (0,36%).

Totalizadas 100 por cento das seções eleitorais, a eleição em Buriti (MA) teve 16.369 (95,92%) votos computados em candidatos a prefeito, sendo 556 (3,26%) votos nulos e 141 (0,82%) votos brancos. Compareceram 17.066 eleitores (78,43%) e a abstenção foi de 4.693 votos (21,57%).

Biografia de Arnaldo Cardoso

Natural de Buriti-MA, JOSÉ ARNALDO ARAUJO CARDOSO, 45 anos, casado, iniciou a carreira política em 2008, era suplente de vereador e assumiu a vaga deixada pela morte trágica do jovem eleito Mourão Neto. Em 2012, consegue ser reeleito vereador pela base governista do ex-prefeito Rafael Mesquita.  Em 2016, foi lançado candidato a prefeito de Buriti pelo então grupo do ex-prefeito Neném Mourão, mas ficou em segundo lugar, perdendo para o atual prefeito. Nesta eleição de 2020, consolidou seu grupo numa campanha marcada por desafios e acabou se elegendo prefeito da cidade de Buriti-MA numa disputa acirradíssima contra Naldo Batista (PSC) que amargava altos índices de rejeição, especialmente, na zona rural.

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