"Não há pessoas nem sociedades livres, sem liberdade de expressão e de imprensa”.

(Declaração de Chapultepec sobre liberdade de expressão)

VISUALIZAÇÕES DE PÁGINA DESDE A CRIAÇÃO DO BLOG EM 31 JULHO DE 2009

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TRADICIONAL SERESTA DA MATINHA

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SHOW DE INAUGURAÇÃO DO NOVO PALCO DO PARADISE EVENTOS

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ABAIXO A CENSURA PRÉVIA!

“A imprensa é a vista da nação. Por ela é que a nação acompanha o que passa perto e ao longe, enxerga o que malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que sonegam ou roubam, percebe onde lhe almejam ou nodoam, mede o que lhe interessa, e se acautela do que a ameaça.”

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

ANIVERSÁRIO DE 1 ANINHO DE KAYLA VITÓRIA

Festinha aconteceu no Brisa Clube no sábado 25.
Kayla Vitória, filha de Francisca Kléia Rodrigues Barbosa e Francisco das Chagas Barbosa Carvalho, comemorou seu primeiro aninho no clube Brisa Show, em Buriti/MA, no último sábado (25). Com ornamentação de Fátima Monteiro, o primeiro aninho de Kayla Vitória teve como tema a personagem da Disney Minnie.



Estiveram presentes na festinha os avós paternos da menina, Sr. Jeremias e professora Nilma, primos, amigos e mais familiares.

Para diversão da criançada havia pula-pula, pipocas, guloseimas e pirulitos.

VEJAM ABAIXO FOTOS DO PRIMEIRO ANINHO DE KAYLA VITÓRIA


Para ver mais fotos do aniversário vá ao facebook do blog Correio Buritiense. Lá você pode curtir e compartilhar.
https://www.facebook.com/correio.buritiense
Kayla Vitória e seus pais, Kléia Rodrigues e Francisco Barbosa.


Kayla com seus pais, Kléia e Barbosa, e avós, Jeremias e prof.ª Nilma.

Kayla Vitória com os avós coruja, Jeremias e prof.ª Nilma.

Kayla Vitória com o charme de princesa Minnie.

























PLEBISCITO OU REFERENDO? PELO FIM DAS ABERRAÇÕES DO SISTEMA POLÍTICO

*Publicado por Luiz Flávio Gomes - 
01. Mesmo antes do “juízo final” (26/10) já se sabia que o terceiro turno viria com a reforma política, onde será travada uma longa batalha entre uma vigorosa e pujante parcela da sociedade civil (que não suporta mais o patrimonialismo, o clientelismo, o fisiologismo e os privilégios dos “políticos profissionais”) e o poder político instalado, totalmente deslegitimado, a começar pelos partidos que são corruptos ou muito corruptos para 81% dos entrevistados Ibope; o poder político também no nosso País se converteu no centro fulcral de um nefasto crime organizado que se formou entre os políticos e outros agentes públicos + agentes econômicos + agentes financeiros (que formaram uma troika maligna que representa os interesses das oligarquias inescrupulosas que se apoderaram de uma grande parcela das receitas do Brasil, sendo sintomas disso a Petrobrás, as licitações do metrô de SP, os mensalões do PT e do PSDB, o fisiologismo do PMDB etc.).
02. De que maneira vamos promover a reforma política? Desde logo, aprovando, sem perda de tempo, por lei e/ou por emenda constitucional, tudo que retrata um consolidado e majoritário consenso. É imenso aqui o espaço que se abre para a DDD (democracia direta digital), que colheria as manifestações da população em um Fórum Cidadão (do qual seria excluído liminar e peremptoriamente todas as baixarias de que os brasileiros somos capazes de expressar). Com a DDD ou sem ela, naquilo em que não houver esse consenso, abrem-se os caminhos do referendo e do plebiscito. Qual a diferença entre eles? A seguinte: pelo referendo o povo é consultado sobre uma lei já editada. Consoante o plebiscito o povo é consultado sobre algo ainda não votado pelo Parlamento.
03. Dentre tantas outras, Gaudêncio Torquato (Estado 19/10/14: A2) sintetizou algumas das aberrações do sistema político que deveriam ser desde logo eliminadas:
Reeleição. “Em democracias consolidadas a reeleição pode ser um eixo de aperfeiçoamento democrático, no entendimento de que o mandato de quatro anos seria insuficiente para um partido no poder concluir sua obra. Em países de instituições políticas e sociais em processo de consolidação, como é o caso do nosso, a reeleição bafeja os governantes, visto que, sem se afastarem do posto, eles usufruem o simbolismo e a força inerentes ao cargo. Essa alavancagem contribui para entortar a régua da igualdade entre disputantes. Um mandato de cinco anos sem reeleição cairia melhor na moldura de nossa democracia, pois propiciaria a renovação de mandatários e a oxigenação das estruturas governativas” (G. Torquato, citado). Nosso movimento popular (veja www.fimdareeleição.com.br) vai mais longe: somos pelo fim da reeleição em todos os cargos (executivo e legislativo). Com isso evitamos o pecaminoso e danoso político profissional, que é o que se perpetua na política corrupta, como se essa malignidade fosse o destino cruel e inevitável do Brasil;
Coligações nas eleições proporcionais (deputados e vereadores). Dos 513 deputados federais eleitos no último pleito, apenas 35 (6,8%) receberam votos suficientes para se elegerem sozinhos, sem as coligações ou quociente de legenda. Em 2006, 32 tiveram votação suficiente; em 2010, 35 seriam eleitos sozinhos. Não cumprimos no Brasil nem sequer a regra elementar do sistema representativo: eleição dos mais votados. Não é isso o que ocorre. As coligações nas eleições proporcionais tornam eleitos parlamentares por força de votos alheios. Continua em alta o “puxador de voto” (tipo Tiririca, Russomano, Maluf etc.). A representação democrática se enfraquece (fica deturpada). Veja o absurdo: Mendes Thame em SP recebeu 106 mil votos e não foi eleito (pelo PSDB); Fausto Pinato (PRB-SP, partido de Russomano) com 22 mil foi eleito;
Sociedade do espetáculo. É grotesco o espetáculo televisivo promovido pelos marqueteiros durante as campanhas, com desfile de caras, bocas e caretas sem nenhum significado institucional. Cada um se julga mocinho, herói, salvador da pátria, solucionador simplista dos problemas nacionais, benfeitor; diabo é o outro, o destruidor, o perverso, o corrupto; tudo isso tem que acabar prontamente;
Excesso de partidos políticos. A Câmara dos Deputados passa a ter 28 partidos a partir de fevereiro/15. A cláusula de barreira aprovada pelo parlamento caiu no STF (que acabou dando sua contribuição para a barafunda que avilta nossos olhos). O tempo de TV virou balcão de negócios (algo costumeiro nos partidos políticos pátrios). O Diap informou: com a cláusula de desempenho (de barreira) de 5% dos votos nacionais apenas 7 partidos sobreviveriam: PT, PMDB, PSDB, PSD, PP, PR e PSB (Ilimar Franco Globo 19/10/14: 2);
Senadores suplentes (os sem votos). Não só os menos votados são eleitos (por força das coligações): também estão no parlamento senadores sem votos. São os excrescentes suplentes (18 estão em exercício e mais 10 podem assumir a partir de fevereiro). Quase um terço do senado será composto por quem nunca recebeu nenhum voto (democracia representativa sem voto). São financiadores de campanhas, parentes ou apaniguados;
“Recall” (deseleição). Com urgência temos que aprovar a possibilidade de destituição do político do seu cargo quando se mostra incompetente ou desonesto. O escândalo da Petrobrás vai agora entrar em sua segunda fase. Vamos saber os nomes de todos os políticos envolvidos nas falcatruas (pelo que dizem, são muitos). O povo tem que ter o poder de deseleger os corruptos (ou seja: de decretar o “impeachment” do eleito).
04. Os mais conformados com nosso viciado sistema político objetam as profundas reformas que apoiamos afirmando que somos implacáveis adversários do sistema eleitoral, das eleições democráticas, do voto universal ou mesmo da vida institucional do País. Nada mais inverídico e falacioso, porque na verdade o que se vê é a verdade oprimida e o triunfo do vício, do escamoteamento, da pilantragem e da pilhagem. O mal tomou conta da política brasileira desde o momento em que esta passou a ser puro instrumento “democrático” das oligarquias decadentes (primeiro as rurais, hoje as urbanas e empresariais) que nunca (nem mesmo nas ditaduras) perderam as rédeas dos destinos da nação (apoiando-as no primeiro momento, para em seguida se enriquecerem mais de forma ilícita). Elas se julgam classes privilegiadas e, na prática, realmente contam com muitas vantagens fundadas nas desigualdades, incluindo-se a da impunidade. Se também esse mal acomete a vida política do Brasil, faz-se mister combatê-lo onde quer que se manifeste. Como dizia Timon (personagem de João Francisco Lisboa, Jornal de Timon), “se atarmos os braços a vãos receios e esperanças, deixando-nos atoar ao sabor dos acontecimentos, e aguardando que venha um novo Moisés com a mágica varinha abrandar o rochedo, e operar o milagre da regeneração, ficaremos para todo sempre transviados no deserto, sem jamais por os pés na cobiçada terra da promissão”.
P. S. Participe do nosso movimento fim da reeleição (veja fimdopoliticoprofissional.com.br ). Baixe o formulário e colete assinaturas. Avante!
Luiz Flávio Gomes- Jurista e professor. Fundador da Rede de Ensino LFG. Diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Foi Promotor de Justiça (1980 a 1983), Juiz de Direito (1983 a 1998) e Advogado (1999 a 2001). [assessoria de comunicação e imprensa +55 11 991697674 [agenda de palestras e entrevistas] 


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

CORREIO BURITIENSE E VOCÊ DE OLHO NO IMPOSTO QUE PAGAMOS

 O Correio Buritiense(CB) passa a disponibilizar em sua página inicial o famoso Impostômetro, que é um medidor estatístico para medir os impostos que o País paga em qualquer instante de tempo. Atualizado a todo momento, a ideia surgiu do chamado “De Olho no Imposto?”, uma iniciativa do Movimento das Associações Comerciais que surgiu para informar sobre os valores dos impostos arrecadados e engajar a sociedade na causa da transparência na arrecadação de impostos sobre mercadorias. O De Olho no Imposto começou com o lançamento do Impostômetro em 2007 e conseguiu levar ao Congresso Nacional 1,5 milhão de assinaturas para aprovar o Projeto de Lei 1472/07 que determinava que as notas fiscais detalhassem ao consumidor o percentual de impostos embutido em cada produto. No fim de 2012, o projeto se tornou lei. O Movimento prova que, com a união e engajamento de todos, é possível continuar agindo para mudar o destino do país para melhor. Manifeste livremente a sua opinião sobre esta causa. Continuamos de olho.
Como alguns impostos são contabilizados uma vez por mês (ou por ano), o impostômetro normalmente se utiliza de uma regressão estatística para deduzir a arrecadação tributária em qualquer instante de tempo. Como o método estatístico pode mudar de um impostômetro a outro, a saída apresentada pode variar de um contador para outro. Em outros países, existem índices que são lançados periodicamente pelo governo, como americano US Debt Clock, o australiano Australian Taxation Office e o Debt Clock Canadense.
O primeiro impostômetro eletrônico do mundo está localizado nos Estados Unidos, o National Debt Clock. No Brasil o impostômetro mais conhecido, e inclusive o primeiro aparelho eletrônico do tipo na América Latina dedicado exclusivamente a medir impostos em tempo real, se localiza na fachada da Associação Comercial de São Paulo em associação com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT).
Para ficar ainda mais inteirado sobre os impostos que se paga, o leitor do CORREIO também pode baixar o aplicativo “Impostômetro de bolso” nos smartphones, através do Google Play (android) e App Store ( Iphones). Com esse aplicativo você pode saber na hora da compra quanto está pagando só de impostos por meio do código de barras e também mantém um histórico de compras e de impostos totais pagos.

TIRE MAIS DÚVIDAS SOBRE O IMPOSTÔMETRO

1.O que é o Impostômetro?
O Impostômetro é uma ferramenta que contabiliza os tributos arrecadados no Brasil, pela União, Estados e Municípios. Ou seja, ele apura quanto às esferas de governo estão arrecadando na forma de tributos. Enquanto os valores não são ainda conhecidos, já que há um lapso entre a data da arrecadação e a divulgação, o sistema utiliza os dados do ano anterior, atualizados com o índice de crescimento médio de cada tributo nos 3 anos imediatamente anteriores. Além disso, são levadas em conta as sazonalidades de cada um dos tributos, de acordo com as características de arrecadação dos períodos analisados.

2. Quem idealizou o Impostômetro?
O Impostômetro foi idealizado pelo IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, coordenado pelo tributarista Gilberto Luiz do Amaral, que é responsável pelo seu conteúdo e cálculos, conforme sua metodologia explicada no campo próprio. Ele é uma versão mais completa, moderna e ampliada do Impostômetro – Sistema Permanente de Acompanhamento das Receitas Tributárias, inaugurado em 20 de abril de 2005, em parceria com a Associação Comercial de São Paulo.  Cabe ao IBPT fazer toda a gestão técnica do projeto e `a ACSP a gestão institucional.

3. De onde vêm estas informações?
Favor consultar sua metodologia explicada no campo próprio deste Portal.

4. Quais são os tributos utilizados no Impostômetro?
Seguindo sua metodologia própria, o Impostômetro considera os valores arrecadados em tributos pelas três esferas de governo: impostos, taxas e contribuições (de melhoria, sociais e de intervenção no domínio econômico), incluindo multas, juros e correção monetária. Favor consultar o campo Metodologia do Impostômetro.

5. Como funciona o Impostômetro?
Através dos dados obtidos (conforme metodologia própria), as informações são importadas automaticamente e organizadas dentro do sistema. A partir disso, o Impostômetro informa ao cidadão o valor arrecadado desde janeiro de 2000 e faz estimativas das arrecadações futuras.

6. Qual é o objetivo do Impostômetro?
Para o Coordenador de Estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral, o principal objetivo do Impostômetro é deixar mais claro ao contribuinte o quanto é arrecadado em tributos no País. "Só assim a sociedade poderá cobrar dos seus governantes a melhor utilização do dinheiro público".
O Presidente da ACSP - Associação Comercial de São Paulo, Rogério Amato, afirma que "o contribuinte tendo o conhecimento de quanto os governos efetivamente arrecadam, ele pode passar a exigir os seus direitos de cidadão".

7. Por que os números não param de aumentar?
O Impostômetro mantém registro dos valores tributários arrecadados desde 2000 até a presente data. Enquanto os valores não são ainda conhecidos, já que há um lapso entre a data da arrecadação e a divulgação, o sistema utiliza os dados do ano anterior, atualizados com o índice de crescimento médio de cada tributo nos 3 anos imediatamente anteriores.

8. Como é possível computar os dados em tempo real?
O sistema informa o total de tributos arrecadados desde janeiro de 2000 e faz estimativas de quanto será arrecadado nos períodos futuros. As projeções são feitas com base no crescimento médio dos tributos, nos três anos imediatamente anteriores, com ajustes de acordo com as sazonalidades. Dessa forma, é possível informar a arrecadação em tempo real.

9. Como funciona a arrecadação por habitante?
O valor total arrecadado é dividido pelo número de habitantes, conforme as pesquisas e censos realizados pelo IBGE.

10. Como é possível saber arrecadação dos meses que estão por vir?
O Impostômetro possui uma fórmula que através dos dados dos três últimos anos, faz uma projeção de crescimento para o período determinado. Estes valores são ajustados conforme as informações que são divulgadas pelas esferas governamentais.

11. Qual é a margem de erro em relação as arrecadações que são projetadas?
Para o Brasil, União, Estados e Tributos a margem de erro é de 2% dos valores projetados. Para os municípios esta margem é de 3,5%, em média, dos valores projetados.

12. Por que ainda consta a CPMF sendo que já foi extinta?
No Impostômetro é possível consultar tributos desde 2000 até a presente e ainda fazer projeções futuras. No caso da CPMF, além dos dados históricos que estão registrados, também há arrecadações de valores recolhidos em atraso ou conversão de depósitos judiciais em renda da União.

13. Porque o meu município não consta no site do Impostômetro?
O Impostômetro pode projetar os dados municipais desde que haja quatro anos consecutivos, porém existem municípios com arrecadações incompletas, devido ao fato que suas declarações não são feitas em tempo hábil junto à Secretaria do Tesouro Nacional. Dessa forma inviabiliza a visualização da arrecadação projetada. Mas para declarações que não dependem de projeções é possível visualizar, para isso você pode filtrar ano a ano os dados municipais para encontrar sua arrecadação.

14. Gostaria de incluir o meu município no Impostômetro. Como eu faço?
Para que o município possa ser exibido no Impostômetro, é necessário pelo menos a arrecadação tributária dos três últimos anos. Estas informações devem vir de fontes do próprio governo.

15. Como faço para incluir o Impostômetro em meu site?
Favor consultar os Termos de Uso desse portal.

16. Posso utilizar estas informações do Impostômetro para divulgar em meu site, rádio, jornal, Tv, ou qualquer meio de comunicação?
Sim, desde que cite a fonte destas informações e esteja ciente que os dados a partir da data atual são projetados, com ajustes de acordo com as sazonalidades.

17. Minha cidade é maior que a cidade vizinha, mas ela arrecada menos. Por quê?
O Impostômetro apenas divulga as informações fornecidas pelas esferas governamentais.
Podem existir três possibilidades:

a) Que o município tenha tido um crescimento acima do normal nos últimos anos e este valor pode impactar na projeção do Impostômetro.  Digamos que o município "A" tinha um crescimento médio de 10%. E no último ano recebeu um repasse maior da União ou do Estado e que seu crescimento comparado ao ano interior foi de 60%, ao invés de 10%. O Impostômetro ao fazer sua projeção, ele leva em consideração o crescimento dos três últimos anos, desta forma, o crescimento para o próximo ano
poderá ser maior que 10%;

b) Existem municípios com arrecadações incompletas devido ao fato que suas declarações não são feitas em tempo hábil para a STN. Neste caso, para este ano que esteja faltando, o Impostômetro faz uma projeção para completar os dados;


c) O município realmente teve um crescimento maior que o esperado.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

DILMA ROUSSEFF É REELEITA PRESIDENTA DO BRASIL

PETISTA CONQUISTOU 51,64% DOS VOTOS, ENQUANTO AÉCIO NEVES (PSDB) OBTEVE 48,36%

NO TOTAL ABSOLUTO FORAM POUCO MAIS QUE 54,5 MILHÕES DE VOTOS.
*Com informações da Revista Carta Capital e de Leonardo Attuch é fundador e editor-responsável pelo 247
Na mais acirrada disputa pelo Palácio do Planalto desde o segundo turno de 1989, a presidenta Dilma Rousseff (PT) foi reeleita neste domingo, derrotando o rival Aécio Neves (PSDB). Com 100% das urnas apuradas, a petista conquistou 51,64% dos votos no segundo turno deste domingo 26, contra 48,36% obtidos pelo senador tucano.
Dilma Rousseff conquistou mais votos que Aécio Neves nos estados de Minas Gerais, Maranhão, Piauí, Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Piauí. Já Aécio Neves venceu nos estados de Santa Catarina, São Paulo, Paraná, Roraima e no Distrito Federal. Segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o percentual de abstenção foi de 21,03%. Aécio e Dilma protagonizaram uma campanha de segundo turno marcada por uma intensa troca de acusações.
Raras vezes, na história da humanidade, um país se deixou cegar tanto pelo ódio político, pela intolerância e pela mentira, sendo tão vilipendiado por sua própria elite. Agora, que as eleições acabaram, relembre: o Brasil é exemplo global no combate à fome, tem a menor taxa de desemprego de sua história, uma nova classe média pujante, que adensa um dos maiores mercados de consumo de massa do mundo, e uma presidente revigorada pela vitória nas urnas; além disso, está prestes a se tornar um dos grandes produtores globais de petróleo, não há descontrole inflacionário e os ajustes necessários na economia são bem menos severos do que se apregoa; por último, mas não menos importante, o Brasil NÃO é bolivariano.
O Brasil amanhece, nesta segunda-feira, não muito diferente do que foi nos últimos dias, semanas e anos de governo Dilma – uma aposta renovada pelo eleitor brasileiro para os próximos quatro anos. O desemprego continua a ser um dos mais baixos da história, a inflação não está fora de controle e transformações estruturais, como o avanço na exploração do pré-sal, continuam em curso.
No entanto, raras vezes, na história da humanidade, um país foi tão vilipendiado e rebaixado por sua própria elite. Como jamais se viu, uma sociedade se permitiu cegar pelo ódio político, pela intolerância e pela mentira. Para citar apenas um caso, o dirigente de uma consultoria financeira lançou um livro intitulado "O Fim do Brasil", profecia que se realizaria em caso de reeleição da presidenta Dilma. A julgar por seu catastrofismo, que foi levado a sério por alguns agentes do mercado financeiro, esta segunda-feira seria o "dia em que a terra parou", como diria Raul Seixas.
No entanto, basta abrir os olhos – sim, abrir os olhos, após a cegueira e a histeria das últimas semanas – para enxergar uma realidade bem diferente. O Brasil fechará o ano com a inflação dentro dos limites da meta pelo décimo ano consecutivo, com uma dívida interna estável, embora a situação fiscal seja menos confortável do que no passado, e com uma população que volta a confiar no futuro – este, um dos dados mais importantes das últimas pesquisas. Quando as pessoas acreditam que irão manter seus empregos e seu poder de compra, o motor do consumo e do crédito se mantém ligado e a pleno vapor.
Se há a necessidade de ajustes na economia, eles já são reconhecidos pelas autoridades, em Brasília. Especialmente em alguns setores, como o do etanol, que foi prejudicado pela contenção dos preços dos combustíveis e será beneficiado com a volta da Cide – um imposto que tornará o álcool mais competitivo na bomba. A boa notícia é que os ajustes necessários são bem menos severos do que se apregoa – 2015, ao contrário do que muitos imaginam, não será o ano da catástrofe anunciada.
Passadas as eleições, é também a hora de superar antagonismos, divisões e retomar o diálogo. Em vez de enxergar o copo meio vazio, é hora de encarar a metade cheia, repleta de avanços. O Brasil é hoje reconhecido pelas Nações Unidas como exemplo global no combate à fome e às desigualdades sociais. É também um país montado num caminhão de reservas internacionais, capazes de amortecer qualquer crise internacional. E que, com sua nova classe média, possui um dos maiores mercados de consumo do mundo, que irá continuar recebendo investimentos por muitos e muitos anos.
Se isso não bastasse, o pré-sal, de onde se extraem mais de 500 mil barris de petróleo/dia, já não é mais uma promessa. É realidade concreta e palpável. Aliás, se o Brasil foi rebaixado e vilipendiado por sua elite, que daqui extrai suas fortunas, o que dizer, então, da Petrobras? Relatórios das agências internacionais de energia, feitos por quem realmente entende do setor, a apontam como uma das empresas de maior crescimento projetado para os próximos anos. Depois dos investimentos, virá a colheita. E o Brasil, que viveu agudas crises no balanço de pagamentos no passado, em razão de sua dependência energética, tem tudo para se transformar num dos grandes exportadores globais de petróleo – como já é no setor de alimentos.
Dilma venceu as eleições porque, em algum momento, os eleitores – e não apenas os supostamente mal informados, como diria FHC – se deram conta de que a propaganda negativa não correspondia à realidade. Será mesmo que o Brasil dos novos aeroportos, das usinas do Rio Madeira e da hidrelétrica de Belo Monte é mesmo "um cemitério de obras inacabadas"? Aliás, o que aconteceu com o apagão elétrico previsto no início de 2014? E a Copa do Mundo? Por onde andam os arautos do #naovaitercopa? Se tiverem bom senso, depois de o Brasil ter realizado a melhor de todas as Copas – fato que, infelizmente, ficou ausente da campanha eleitoral – não farão o mesmo discurso terrorista em 2016, ano dos Jogos Olímpicos.
O Brasil que emerge dessas eleições também tem uma possibilidade única de enfrentar a corrupção. Depois de tantos escândalos, todos eles associados ao financiamento privado de campanhas políticas, o País se vê diante da oportunidade histórica de aprovar a reforma política, tornando as disputas eleitorais menos dependentes do poder econômico. E a presidente Dilma, sem uma reeleição pela frente, e reconhecida como honesta por seus próprios adversários, é a pessoa ideal para levar esse desafio adiante. "Estou pronta a responder a essa convocação. Sei do poder que cada presidente tem de liderar as grandes causas populares. E eu o farei", disse ela ontem, em seu discurso da vitória. Um discurso preciso – e de arrepiar.
Por último, mas não menos importante, há que se dizer com todas as letras. Apesar de toda a histeria e toda a estridência dos nossos neoconservadores, o Brasil não é bolivariano. Aliás, o próprio PT é um partido que, há muitos anos, fez uma escolha. Optou pelo caminho democrático – e não revolucionário. O Brasil é um país capitalista, que respeita a propriedade e os contratos, e que, neste caminho, promove a inclusão social. Aliás, a aposta na radicalização interessa apenas a pequenos grupelhos, que se alimentam do discurso do ódio. A estes, basta dizer que Miami é logo ali. À verdadeira elite brasileira, comprometida com o País, o que importa é seguir adiante, com mais igualdade e liberdade.

Como diria Eduardo Campos, não vamos desistir do Brasil. Até porque, depois de tantas mentiras e ataques, o Brasil ficou barato. É hora de comprar Brasil!

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL 2014: INSTITUTOS DIVULGAM NESTA QUINTA-FEIRA (23/10) NOVAS PESQUISAS

DATAFOLHA E IBOPE: DILMA DISPARA SOBRE AÉCIO
*Informações do site Brasil 247
Pesquisas que acabam de ser divulgadas pelos maiores institutos apontam candidata do PT à reeleição à frente do postulante do PSDB além da margem de erro pela primeira vez no segundo turno; na Datafolha, Dilma Rousseff marca 53% dos votos válidos, contra 47% para Aécio Neves, uma vantagem de seis pontos; Ibope tem placar de 54% a 46%, diferença de oito pontos; PT avança na reta final, cerca tucanos e leva Dilma ao favoritismo na eleição de domingo
247 – Levantamentos divulgados pelos institutos Datafolha e Ibope na tarde desta quinta-feira 23 apontam vantagem de seis e oito pontos, respectivamente, da presidente Dilma Rousseff em relação ao candidato do PSDB, Aécio Neves.
No Datafolha, ela atinge 53% das intenções dos votos válidos, contra 47% do tucano. Em comparação com a última pesquisa, Dilma cresceu um ponto, enquanto Aécio perdeu um.
Em votos totais, Dilma registrou 48%, enquanto Aécio atingiu 42%. Brancos e nulos representaram 5% dos entrevistados. Outros 5% disseram não saber em quem votar.
No Ibope, a presidente cresceu seis pontos em relação à última mostra, da semana passada, e registrou 54% dos votos válidos, ante 46% do adversário.
Considerando os votos totais, Dilma registrou 49% contra 41% de Aécio. Segundo a pesquisa, os indecisos são 3% e 7% responderam que vão votar nulo ou em branco no próximo domingo 26.
Com essa diferença, nos dois levantamentos, a candidata à reeleição pelo PT passa a liderar a disputa à Presidência da República isoladamente, pela primeira vez no segundo turno.
As notícias, que chegaram praticamente juntas ao público, mostrou uma inesperada, para a maioria dos analistas, aceleração da definição do eleitorado. O que se nota é que pesquisa Datafolha divulgada dois dias atrás, na qual Dilma apresentava 52% contra 48% para Aécio, não mostrava um quadro cristalizado, mas sim em evolução. 
A candidatura da presidente mostrou capacidade de crescer um ponto - e talvez este ainda não tenha sido o ponto final da evolução. O teto de Dilma pode ser maior. Da mesma maneira, Aécio corre o risco de encontrar seu piso mais abaixo da atual marca, se não tratar de retomar a iniciativa. O grande problema é que a eleição acontece dentro de três dias, deixando de oferecer tempo para uma virada tucano sobre a virada de Dilma.
A presidente está indo para as urnas na condição de favorita.
Abaixo, reportagens da Agência Brasil sobre as pesquisas:
Datafolha: Dilma tem 48% das intenções de voto e Aécio, 42%
Pesquisa Datafolha, finalizada hoje (23), mostra a candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, com 48% das intenções de votos. Aécio Neves, do PSDB, tem 42%. Assim como na pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira, pela primeira vez no levantamento, Dilma lidera a disputa no segundo turno fora da margem de erro.
Votos brancos e nulos somam 5%, enquanto 5% ainda estão indecisos. Considerados os votos válidos (excluindo-se os brancos, nulos e indecisos), Dilma tem 53% e Aécio, 47%. A pesquisa foi contratada pelo jornal Folha de S.Paulo e pela TV Globo. Na pesquisa anterior, Dilma tinha 47% e Aécio, 43% dos votos totais.
De acordo com o levantamento divulgado hoje, 41% afirmaram não votar em Aécio "de jeito nenhum", enquanto 37% afirmaram não votar em Dilma.
A pesquisa Datafolha ouviu 9.910 eleitores na quarta-feira (22) e na quinta-feira (23). A margem de erro é dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01162/2014.
No primeiro turno, Dilma Rousseff obteve 41,59% dos votos válidos e Aécio Neves recebeu 33,55%. O segundo turno das eleições presidenciais será no próximo domingo (26).
Ibope: Dilma tem 49% e Aécio, 41% das intenções de voto
A pesquisa Ibope divulgada hoje (23) mostra a candidata do PT, Dilma Rousseff, com 49% das intenções de votos. Aécio Neves, do PSDB, tem 41%. Votos brancos e nulos somam 7% e não sabem ou não responderam 3%. Na pesquisa anterior, divulgada no último dia 15, Aécio tinha 45% das intenções de voto e Dilma, 43%. Brancos e nulos somavam 7%. Os que não sabiam ou não responderam, 5%.
No caso dos votos válidos, ou seja, excluídos brancos, nulos e os eleitores que se declaram indecisos, mesmo procedimento utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição, de acordo com o instituto, Dilma aparece com 54% das intenções de votos e Aécio com 46%. Na pesquisa anterior, Aécio tinha 51% e Dilma, 49% dos votos válidos.
Quanto ao percentual de rejeição, de acordo com o Ibope, Aécio tem 42% e Dilma, 36%.
O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 203 municípios, entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01168/2014. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro turno das eleições, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dilma Rousseff obteve 41,59% dos votos válidos e Aécio Neves, 33,55%.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

SEDUC ABRE VAGAS PARA CONCURSO DE REMOÇÃO DE SERVIDORES

*Com informações da Ascom/SEDUC

A Secretaria Estadual de Educação (Seduc/MA) abrirá, a partir da próxima segunda-feira (20), até 1º novembro, inscrições para o concurso interno de remoção de servidores integrantes do subgrupo magistério da educação básica.
As vagas serão preenchidas nos municípios que compõem as Unidades Regionais de Educação (URE´S), mediante as condições estabelecidas no edital que está disponível no endereço eletrônico da Seduc (www.educacao.ma.gov.br). O concurso destina-se aos servidores que pertencem ao quadro de cargos efetivos da Seduc, integrantes do subgrupo magistério da educação básica.
Serão oferecidas vagas provenientes de vacância, mediante dados fornecidos pela secretaria, nos meses de outubro e novembro do ano passado.
Os interessados deverão se inscrever nas sedes das URE´s ou na Superintendência e Administração de Recursos Humanos da Seduc (SARH), situada na Rua Oswaldo Cruz, nº 775, Centro, com requerimento dirigido à Comissão do Processo de Seleção por Concurso Interno de Remoção, com a indicação do município e disciplina, de acordo com as áreas ofertadas. Para realizar a inscrição, o candidato deverá juntar os documentos necessários, exigidos no edital.

Poderá participar do concurso o servidor que tenha ingressado há pelo menos três anos no respectivo cargo e aquele que não tenha sido removido há, pelo menos, 600 dias letivos, considerados a partir da data da publicação da portaria de remoção.
Ainda de acordo com o edital, não haverá remoção para os servidores que estejam nas seguintes condições: em estágio probatório; respondendo a sindicância ou processo administrativo disciplinar; e em afastamento preliminar à aposentadoria.
O concurso será julgado por uma comissão composta por seis membros, sendo dois da Secretaria Adjunta de Ensino (SAE), um da Secretaria Adjunta de Coordenação das Unidades Regionais (SARE), um da Superintendência de Assuntos Jurídicos (SUPERJUR) e dois da SARH.
Após a divulgação do resultado, que será feita através da intranet ou outro meio eletrônico, o servidor removido terá, no máximo, 30 dias, a contar dos efeitos da data de remoção, para apresentar-se no município de destino.
A lista completa dos municípios e suas respectivas vagas para o concurso de remoção está disponível no endereço eletrônico: www.educacao.ma.gov.br.
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U.R.E. CHAPADINHA
Unidade Regional de Educação de Chapadinha 
Endereço: Avenida Presidente Vargas, 1095, bairro Corrente. CEP 65500-000. Chapadinha-MA.
Fone: (98) 3471-1278
Gestor Regional: (98) 8883-0410 (operadora VIVO) 
E-mail: regionalchapadinha@educacao.ma.gov.br 
BLOG: www.urechapadinha.blogspot.com 

GESTOR REGIONAL: Jânio Rocha Ayres Teles 
FORMAÇÃO: Licenciado em Filosofia 
Especialista em Docência do Ensino Superior 
E-MAIL PESSOAL: chapadinha.janio@gmail.com 

Municípios da regional / ESCOLAS

POLO I – CHAPADINHA

Chapadinha
CE DR OTÁVIO VIEIRA PASSOS
CE RAIMUNDO ARAÚJO
CE DR PAULO RAMOS

Mata Roma
CE OLIVEIRA ROMA

Anapurus
CE DR JOSÉ MARIA CABRAL MARQUES

POLO II – BREJO

Brejo
CE CÂNDIDO MENDES
CE FRANCISCO MACATRÃO
CE PATRÍCIO DA CUNHA COSTA (Povoado Vila das Almas)

Milagres do Maranhão
CE DEPUTADO ALEXANDRE COSTA

Buriti
CE MARIA LUÍZA NOVAES VIANA

POLO III – SÃO BERNARDO

Santa Quitéria do Maranhão
CE CÔNEGO NESTOR CUNHA

São Bernardo
CE DÉBORAH CORREIA LIMA
CE DR HENRIQUE COUTO

Magalhães de Almeida
CE PREFEITO NETO CARVALHO

Santana do Maranhão
CE SÃO FRANCISCO

POLO IV – TUTÓIA

Tutóia
CE CASIMIRO DE ABREU
CE ZILMAR MELO ARAÚJO
CE HENRIQUE ROCHA
UI OLINDINA DA COSTA NUNES FREIRE

Paulino Neves
CE ALFREDO DUAILIBE

POLO V – ARAIOSES

Araioses
UI HUMBERTO DE CAMPOS
CE ATENEU SÃO JOSÉ
CE LUÍS VIANA

Água Doce
CE DR JOSÉ SARNEY
CE VEREADORA NEIDE COSTA

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