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Todos pela Educação lança nesta terça-feira 25/6 o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2019. Estudo aponta os principais desafios a serem enfrentados para o país avançar na qualidade da educação.
Do G1/GloboNews.
Um investimento público total por aluno de R$ 4.300 por ano, considerando um estudante do ensino fundamental da zona urbana que estuda em tempo parcial. Esse é o patamar mínimo necessário estimado pelo Movimento Todos pela Educação para que uma rede pública de ensino atinja bons resultados em aprendizagem no país, como notas satisfatórias no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), por exemplo.
De acordo com levantamento inédito feito pela ONG, em 2015, ano mais recente com dados completos sobre financiamento público, 2.372 municípios brasileiros (43% dos 5.570 existentes) e cinco estados (Amazonas, Pará, Maranhão, Paraíba e Minas Gerais) investiram menos do que isso.
O município de Buriti (MA) aparece em gráfico como aquele que menos gasta por aluno ao ano, com o valor de R$ 2.900 (dois mil e novecentos reais). Por outro lado, o município gaúcho de Pinto Bandeira gasta anualmente R$ 19.500 por aluno. 
Assista à reportagem veiculada nesta terça-feira 25/6 no canal GloboNews:


A estimativa do Todos pela Educação considerou apenas o investimento realizado no ensino fundamental (1º ano ao 9º ano). O valor de R$ 4.300 por ano é o investimento considerado mínimo necessário pela estimativa da ONG, mas ficar abaixo disso, a rigor, não representa uma ilegalidade.
Segundo os dados, enquanto algumas redes investem entre R$ 15 mil e R$ 18 mil por aluno por ano, mais de 40% das redes brasileiras estão abaixo dessa faixa de R$ 4.300, sendo que 25% estão abaixo de R$ 3.600.
"Por isso, a discussão de um novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação, o Fundeb, ainda mais redistributivo é tão central", afirma Nogueira Filho.
O Fundeb financia a maior parte da educação básica pública e, por lei, deixa de valer no fim do ano que vem.
ANUÁRIO DA EDUCAÇÃO
A entidade divulgou nesta terça-feira 25/6 a edição 2019 de seu Anuário Brasileiro da Educação Básica. Feito em parceria com a Editora Moderna, o estudo traz uma série de análises sobre os temas das 20 metas do Plano Nacional de Educação (PNE), que nesta semana chega oficialmente à metade de seu período de vigência.
O documento, que está em sua oitava edição, ainda destaca os principais desafios a serem enfrentados para o país avançar na qualidade da educação. Um dos destaques da pesquisa é o financiamento público da educação e a desigualdade entre os valores investidos pelas diferentes redes de ensino espalhadas pelo país.
DESIGUALDADE
O estudo aponta, por exemplo, que, em 2015, enquanto um município localizado no Rio Grande do Sul destinava cerca de R$ 19,5 mil por aluno, o valor mais alto contabilizado em todo o país, outro município, no Maranhão, dispôs de apenas R$ 2,9 mil. Ou seja, quase sete vezes mais. Esses dois extremos foram registrados pela cidade gaúcha Pinto Bandeira e pela maranhense Buriti.
De acordo com Nogueira Filho, se o Fundeb não estivesse em vigor, essa proporção de quase 7 para 1 chegaria, em alguns casos, a 100.
"O Fundeb tem um papel de redutor de desigualdade. Sem ele, caso cada Município e Estado só contasse com arrecadação própria, a diferença entre o financiamento público de dois Municípios poderia chegar a 100 vezes", explica o diretor do Todos pela Educação.
Ainda de acordo com o Anuário, enquanto os municípios maranhenses dispõem em média de R$ 3,4 mil por aluno/ano, em São Paulo, essa média é de R$ 6,5 mil. No Distrito Federal, unidade da Federação não dividida em municípios, o gasto médio por aluno é de R$ 11,5 mil. Todos esses dados se referem também ao ano de 2015.
Verba por aluno chega a ser 7 vezes menor entre cidades do país.
CLUBE DOS RICOS
O estudo também aponta as diferenças entre o gasto anual por estudante no Brasil e na média da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), também conhecido como o "clube dos ricos", por reunir as maiores economias do mundo. Em 2015, levando-se em conta as séries de ensino do ensino fundamental ao superior, o investimento por estudante no Brasil foi de US$ 4.451, menos da metade do realizado pela média da OCDE (US$ 10.520).
Nos anos iniciais do ensino fundamental (1º ano ao 5º ano), o gasto por aluno no Brasil foi de US$ 3.762, enquanto na OCDE foi de US$ 8.631. Já no ensino superior a diferença foi bem menor: US$ 14.261 no Brasil e US$ 15.656 na média da OCDE.


O placar regular ficou em 3 a 3, porém o time brejense levou a melhor nas penalidades.

No último domingo 22/6, num jogo histórico, a Lagoa Buritiense foi desclassificada nos pênaltis pelo Repartição, time brejense, pelas quartas de final do Copão do Baixo Parnaíba 2019.
Único representante de Buriti que permaneceu na disputa até então, a Lagoa Buritiense saiu na frente no placar do jogo, porém com uma falha e falta entendimento da zaga, o Repartição consegue o empate. A partir daí o jogo começou a ficar mais acirrado, a Lagoa partiu com tudo para cima do adversário e, no tempo normal da partida, a equipe encerrou com um empate por 3x3. A decisão por uma vaga da semifinal do Copão foi então para as penalidades máximas.
O Repartição sobre aproveitar todas as cobranças de pênaltis e derrotou por 5 a 4 o Lagoa Buritiense que se despediu do Copão do Baixo Parnaíba 2019 sob aplausos dos torcedores brejenses, encantados com a maneira simples de jogar do time de Buriti/MA.
Assista à disputa de pênaltis
Quem esteve marcando presença na Arena Verde em Brejo, onde ocorreu o jogo das quartas, foi o empresário e proprietário da Casa Borges, Neto Borges.
Empresário Neto Borges ao lado de Adílio Gomes, dono do Lagoa Buritiense.

PATROCINADORES DA LAGOA BURITIENSE:
Correio Buritiense, Joelson Vasconcelos, secretário de saúde Rogério Viana, farmácia do trabalhador, Jorge Sindicato.

A Policia Militar na área do 16° Batalhão, com ações e operações intensificadas nos finais de semana visando a prevenção e combate à criminalidade, em nossa região, recuperou cinco motocicletas com restrições de roubo/furto.
Nos dias 15, 16 e 17/6, com a intensificação das operações, a PM efetuou várias conduções e apreensões em nossa área de motocicletas com registro de furto/roubo, nas cidades de Chapadinha, Anapurus, Palestina, Magalhães de Almeida e Água Doce, todos municípios próximos à Buriti/MA. Os condutores dos respectivos veículos foram conduzidos e os veículos apreendidos, sendo entregues nas Delegacias de Polícia Civil de suas localidades para realização dos procedimentos legais.
VEJA ABAIXO DETALHES DOS VEÍCULOS
Sábado dia (15/06), motocicleta Honda Biz rosa chassi N° 9c2hc1420dr050165 apreendida pela guarnição de serviço com registro de roubo/furto no povoado Cana Brava município de Agua Doce/MA.
Sábado dia (15/06), motocicleta Honda fan 125 preta, chassi N° 9C2JC4110AR573826, oriunda de Teresina/PI com registro de roubo/furto, apreendida pela guarnição de policiais de serviço na Barreira Policial no povoado Palestina - 01 conduzido.
Domingo dia (16/06), motocicleta Honda pop 100, cor vermelha, chassi N° 9C2BHO21DR010297, apreendida com registro de roubo/furto pela guarnição de policiais de serviço na cidade de Anapurus/MA - 01 conduzido.
Segunda feira dia (17/06), motocicleta Honda fan 125 preta, chassi N° do motor JC41E1B407535, apreendida com registro de roubo/furto pelo Grupo de Serviços Avançados (GSA), na cidade de Chapadinha/MA - 01 conduzido.
Segunda feira dia (17/06), motocicleta Honda Bros 125 preta, chassi N° 9C2JD2310ER50354, apreendida pela guarnição de serviço com registro de roubo/furto, na cidade de Magalhães de Almeida/MA - 01 conduzido.


 A propriedade e a posse na concepção patrimonialista
A SOLUÇÃO DOS DILEMAS ESTÁ NO MEIO
Por Benedito Ferreira Marques
  Um amigo íntimo postou-me mensagem em que revelava a sua encruzilhada: tem uma chácara ociosa que precisa ganhar sentido, mas tem os seus sonhos e utopias sedimentados há mais de 50 anos nesse imóvel. Via-se acossado por convites tentadores direcionados para ganhos de capital, sentido oposto das utopias e sonhos acalentados. E tinha que decidir – e rápido, porque as propostas lhe tentavam. Pediu-me aconselhamento.
Lembrei-me, logo, de um colega no Banco do Brasil, que costumava dizer: “O que importa é o vil metal, que ofusca a própria luz do sol”. Não sei se essa conclusão saiu de sua cabeça ou se ouviu de alguém ou leu em algum texto. Mas tal   pensamento combina com outro, defendido por muitos: “O que se leva da vida é a vida que se leva”. Há uma sincronia nesses pensamentos que conduzem a uma realidade: TER, POSSUIR, ADQUIRIR. É esse o núcleo do sistema patrimonialista.
Lembrei-me, também, de que, há alguns anos atrás, em uma palestra a convite, na condição de professor de Direito Agrário -  e, portanto, defensor da “teoria agrarista” -, sustentei que a “posse” de um imóvel se sobrepõe à “propriedade”, substanciada esta, sempre, num título que lhe garante segurança jurídica no sistema legal, enquanto aquela se caracteriza pelo fato da utilização (ocupação útil), mesmo sem título hábil. A posse é um fato em si mesmo, mas, quase sempre, está junta com a propriedade titulada. Por isso é que a posse se classifica em direta e indireta, a depender desse fato. Posso ser proprietário e possuidor ao mesmo tempo, mas também posso ser apenas proprietário, cedendo a posse direta a outrem, ficando como possuidor indireto.
À luz dessas noções teóricas preambulares, o agrarista convicto entende – e defende -, que a posse é mais importante do que a propriedade titulada, porque somente ela potencializa o cumprimento da função social da terra, uma condicionante estabelecida na própria Constituição Federal, quando assegura o direito de propriedade, mas sob a condição de cumprir a função social (CF, art. 5°, incisos XXII e XXII). O legislador, constituinte, todavia, não distinguiu o objeto da propriedade garantida no referido preceito, deixando em aberto a possibilidade de ser um bem imóvel ou um bem móvel ou semovente. Não sei se o raciocínio do “Senhor” Presidente da República tomou por base essas nuances, ao subscrever decretos de flexibilização de posse e porte de armas de fogo, já que, em entrevista à imprensa, enfatizou o direito de propriedade, conforme salientei em outro texto nesta coluna, sob o título “Tira o tiro”.  Certo é que o primeiro mandatário da nação brasileira instigou – querendo ou não -, o debate sobre propriedade e posse, enquanto institutos jurídicos. Daí este preâmbulo.
Se o intérprete considerar a literal disposição do que está na Constituição Federal (art. 5°, incisos XXII e XXIII), a arma de fogo pode ser objeto de propriedade, como um bem móvel. Só não consigo enxergar a sua função social. Prefiro, portanto, encaminhar a minha compreensão de que a Carta Magna, ao garantir o direito de propriedade, apontou para a “propriedade imóvel”. Este é o mote que me ocorre, aqui e agora, com o qual atendi à consulta que me foi formulada pelo meu amigo íntimo, já que o objeto era uma chácara.
Certa feita – e não faz muito tempo -, em outra palestra para a qual fui convidado, mantive o entendimento de que a posse é mais importante do que o direito de propriedade, porque somente ela (a posse) viabiliza o cumprimento da função social a que se refere o texto constitucional. O tema proposto para tal palestra foi “A cultura patrimonialista no Brasil”.  Era perfeitamente compreensível que eu iniciasse a minha fala com uma incursão na fascinante temática do “direito de propriedade”, tendo por objeto o imóvel. Ao formular o enredo, minha memória me conduziu aos tempos da juventude, quando ouvi um conterrâneo, próspero comerciante naquela época, vangloriar-se de ter 14 escrituras de imóveis guardadas em seu cofre, sem nenhum cultivo, mas cheios de palmeiras de babaçu. Para ele, o que importavam eram as escrituras. Certamente, comungava do entendimento de que “quem compra terra nunca erra”. Era um latifundiário inconsciente. Mas também era a realidade da época, realidade que ainda perdura e perdurará por muito tempo, enquanto não houver uma readequação do sistema de distribuição de terras no Brasil, porque é uma cultura arraigada desde o período colonial, com a entrega de léguas de terras a Martim Afonso de Souza, nos idos de1531. Naqueles tempos iniciais de nossa história, a distribuição das terras descobertas por Pedro Álvares Cabral começou com a criação das Capitanias Hereditárias, adotando-se, como título de propriedade, as chamadas “Sesmarias”, instituto jurídico importado de Portugal. Nasceu, ali, e subsiste até hoje, a cultura patrimonialista no Brasil.
Pois bem. O meu amigo estava entre o título de propriedade de uma bela chácara, cobiçada por muitos, inclusive pelo seu vizinho, e a necessidade de dar-lhe um sentido econômico ou social, embora a tivesse adquirido para a concretização de seus sonhos de viver uma velhice saudável e prazerosa.
  Na linha ideológica dos agraristas, fazer o imóvel “cumprir a sua função social” é dar-lhe destinação adequada e racional; é propiciar o bem-estar do proprietário e de quem nele trabalhe; é preservar e conserve os recursos naturais; é respeitar as leis que regulam as relações de trabalho. Na linguagem da lei, a função social é isso. E todos esses requisitos devem ser cumpridos simultaneamente, isto é, um não pode existir sem os outros. A utilização não pode ser somente com o fim econômica e não ter sentido social e sem respeitar o meio ambiente. Exemplificativamente, devastar florestas nativas e plantar soja, sem a reposição das árvores retiradas a fórceps, não é cumprir a função social. Pode-se dizer: é privilegiar o “econômico” em detrimento do “social” e do “ambiental”, porque destrói a natureza, ou seja, a fauna, a flora e os recursos hídricos, comprometendo a vida humana para a atual e futuras gerações. Costumo comparar a função social a uma mesa sustentada sobre quatro pernas; se faltar uma delas, a mesa fica manca, hipótese em que um copo cheio de água sobre ela, facilmente transbordará, por falta de equilíbrio.
Nesse toar, colocando-me como defensor do cumprimento da função social de qualquer imóvel, rural ou urbano, penso que o “vil metal que ofusca a própria luz do sol”, no dizer risonho do meu colega dos anos 70 do século passado, pode conviver com a função social, mediante a cessão do uso da posse a quem queira e tenha condições de explorar o imóvel, estabelecendo-se como contrapartida um aluguel ou a partilha dos frutos. Não sem razão, o legislador brasileiro preservou as regras que disciplinam os contratos de arrendamento e de parceria. São formas de manter a propriedade e dar-lhe sentido social e econômico, sem perder a titularidade da propriedade, mesmo que esse modelo de negociação não afaste o sentido patrimonialista. A solução, portanto, é intermediária; “nem tanto ao mar, nem tanto à terra” – na filosofia popular.
 A partir dessas premissas, mantém-se o patrimonialismo historicamente sedimentado em nosso país, embora já marcado por limitações direcionadas para um sentido social e econômico ao imóvel. O que não se concebe é a ociosidade da terra e a ostentação de títulos de propriedade, alimentando utopias e sonhos de riqueza inútil. A realidade eloquente de demandas reprimidas por um pedaço de chão para o plantio de alimentos necessários ao combate da fome que ronda casebres e palhoças vazias no interior do Brasil constitui o antídoto de utopias e sonhos vazios ou sublimes. A ociosidade da terra, ainda que titulada de acordo com o sistema legal, não se harmoniza com o sentimento da solidariedade, ínsita do ser humano, que se contrapõe à cobiça – também própria do ser humano, embora carregue, em seu ventre, o apetite insaciável do “ter”.  É esse afã de ter e possuir o “vil metal” que vitaliza o patrimonialismo, peculiar ao capitalismo. E não se pode abstrair outra realidade de que o Brasil vive, sem freios e barreiras, o regime marcadamente capitalista, ainda que certos segmentos tenham medo do “socialismo”, como se esta terminologia signifique “comunismo”. Essa é uma pregação sistemática que se vem fazendo, atualmente, com uma contundência risível - para não dizer ridícula -, depois da derrubada do “muro de Berlim”. Estamos no século 21 (XXI) e, desgraçadamente, ainda há quem pense no “perigo do comunismo” !!!   Ao meu pensar, esse discurso soa como esquizofrenia, pesadelo e incapacidade, contrapondo-se à ideia de utopias, sonhos e realidades palpáveis. Induvidosamente, não é o caso do Brasil.
  Bem reconheço que não é um exercício fácil compreender a socialização da terra, no sentido de dar-lhe função social, que não significa, necessariamente, perdê-la. A transmissão temporária da posse não implica a extinção do direito de propriedade. Daí a proposta: buscar o equilíbrio entre uma coisa e outra. 
 Nessa linha de pensamento, volto a falar no meu desalento revelado em outro texto publicado nesta coluna, a respeito da venda de terras para a expansão de cultivo de soja em minha terra natal (Buriti-MA), quando poderiam ter sido celebrados contratos de arrendamento ou mesmo de parceria.   Os arrendadores não perderiam seus direitos de propriedade e receberiam, em contrapartida da cessão do uso dos seus imóveis, aluguéis ou participação na produção (partilha), além do que poderiam inserir cláusulas com a obrigação dos arrendatários de, ao final do contrato, devolverem o imóvel com todas as benfeitorias e acessões, além da obrigação de manterem um nível razoável de preservação ambiental. A alienação não permite essas estipulações.  Foram-se os dedos e os anéis!
  Após essas considerações, volto à consulta do meu amigo íntimo. Todos temos o direito de usufruímos o produto de nosso trabalho e dos bens que adquirimos na passagem da vida. Mas lhe apontei a sabedoria dos romanos, na clássica expressão latina: Virtus in medium est (a virtude está no meio). Quero dizer, a solução dos dilemas está no meio, e foi por isso que o aconselhei que considerasse a conveniência da alternativa de contratos de arrendamento ou de parceria do seu imóvel, e não a venda, em razão do quadro econômico brasileiro nesses últimos anos, que é uma realidade   circunstancial.  Caso vendesse, o valor do preço recebido poderia “escorregar entre os dedos” e, ao fim e ao cabo, nem chácara nem dinheiro!
SOBRE O AUTOR
BENEDITO FERREIRA MARQUES nasceu no dia 11 de novembro de 1939, no povoado Barro Branco, no município de Buriti/MA. Começou seus estudos em escola pública e, com dedicação, foi galgando os degraus que o levariam à universidade. Possui graduação em Direito pela Universidade Federal do Maranhão (1964), especialista em Direito Civil, Direito Agrário e Direito Comercial; mestre em Direito Agrário pela Universidade Federal de Goiás (1988); e doutor em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (2004). Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Comercial, atuando principalmente nos seguintes temas: direito agrário, reforma agrária, função social, contratos agrários e princípios constitucionais.NA Universidade Federal de Goiás, foi Vice-reitor, Coordenador do Curso de Mestrado em Direito Agrário e Diretor da Faculdade de Direito. Na Carreira de magistério, foi professor de Português no Ensino Médio; no Ensino Superior foi professor de Direito Civil, Direito Agrário e Direito Comercial, sendo que, de 1976 a 1984, foi professor de Direito Civil na PUC de Goiás. Acompanhou pesquisas, participou de inúmeras bancas examinadoras de mestrado, autor de muitos artigos, textos em jornais, trabalhos publicados em anais de congressos, além de já ter publicado 12 livros, entre eles “A Guerra da Balaiada, à luz do direito”, “Marcas do Passado”, “Direito Agrário para Concursos”; e “Cambica de Buriti”; entre outros.

Após informações de que no povoado Vereda, no município de Chapadinha (73 km de Buriti), estava havendo tráfico de entorpecente, o Grupo de Serviço Avançado-GSA, diligenciou no sentido de averiguar a denúncia de tráfico e também a suspeita de existir uma motocicleta com restrição de roubo/furto. Ao chegar no local, foi constatado a veracidade da denúncia e os indivíduos ROGÉRIO LIMA DE SOUSA, 27 anos, e CLEUDILENE SILVA BARROS, 20 anos, receberam voz de prisão por porte ilegal de arma de fogo, tráfico de entorpecentes e motocicleta com restrição, os dois foram conduzidos à delegacia para providências cabíveis.

MATERIAL APREENDIDO:
02 espingardas bate-bucha;
54 pedras de crack, pronta para venda;
01 pedra com aproximadamente 25g de crack;
01 motocicleta Honda fan 125cc;
01 celular Samsung.



O município de Buriti vai sediar nesta sexta-feira 20 e no sábado 21 o II Encontro Literário da APA dos Morros Garapenses, um evento que reúne intelectuais e escritores maranhenses, poetas e artistas da região, estudantes e professores que participam em palestras, mesas de diálogos e/ou saraus que abordam questões da literatura e de preservação ambiental da região.
Área de Proteção Ambiental - APA dos Morros Garapenses é uma Unidade de Conservação de uso sustentável criada pelo Estado do Maranhão através do Decreto Nº 25.087 de 31 de dezembro de 2008 envolvendo os municípios de Buriti, Duque Bacelar, Coelho Neto e Afonso Cunha. Dentre os vários objetivos para a criação dessa Unidade destacamos: o uso sustentável dos recursos naturais das cidades da APA; preservação e conservação dos ecossistemas, do cerrado e sítios paleobotânicos.
Concernente à sustentabilidade, todos os aspectos do desenvolvimento humano, bem como das demais espécies de seres vivos, são importantes numa APA. Sendo que as expressões culturais e artísticas das comunidades que formam a APA (nas artes cênicas e visuais, danças, canto, música, poesia e prosa) devem receber atenção e estímulos devidos, pois até mesmo o Decreto criador da APA no artigo 3º diz que “caberá ao Estado, na representação da SEMA-MA, em conjunto com os seus parceiros, devem propor ou proceder a estudos de interesse científico, social e cultural, com o objetivo de salvaguardar o patrimônio natural, ecológico e cultural da Área de Proteção Ambiental dos Morros Garapenses”.
Por isso o esforço do CONAMG, AMIB e demais parceiros a realização deste 2º Encontro Literário da APA dos Morros Garapenses é oportuno, pois os bacelarenses, coelhonetenses, afonsocunhenses, e, principalmente os buritienses, amam e devem ser estimulados a amarem cada vez mais poesia, livros e cuidarem de seus patrimônios culturais e naturais. O 1º Encontro Literário da APA ocorreu em 2011 na cidade de Coelho Neto.

PROGRAMAÇÃO
Sexta-feira 21 de Junho
MANHÃ

8h – Credenciamento e Abertura. Local: CAP (Centro de Aperfeiçoamento Pedagógico) Rua Coronel Lago Junior, Centro.

9h – Palestra: Ações e Práticas de estímulo a leitura e a criação literária nas   cidades da APA dos Morros GarapensesPalestrantes: Francisco Carlos Machado (Escritor, poeta, Secretário Executivo do CONAMG); Elizabeth Faria (Assistente Social e ativista sócio cultural da AMIB); Janaína de S. Comes (Professora da Escola Maria Regueira, licenciada em Letras pela FACAM/UNITINS).
10h – Mesa de Diálogo: Escritores Regionais e suas Obras: Participantes: Escritores Regina Faria/ Joaquim Aguiar /Raimundo Marques/José Machado

TARDE

14h – Mesa de Diálogo: Academias de Letras e Movimentos Culturais Literários no Maranhão atualmente: Como são organizados, estimulados e sua importância. Palestrante:  Jucey Santos de Santana (Escritora, Presidente da Academia Itapecuruense de Letras, Secretária da FALMA); Hagamenon de Jesus (poeta, servidor público.  Local: Centro de Apoio Pedagógico, AV. Coronel Lago Junior, Centro.

15h - Palestra: História do Maranhão: A Balaiada (Palestrante: Regina Faria – Professora UFMA, Doutora em História, autora de livros e diversos artigos científicos). Local: Centro de Apoio Pedagógico, AV. Coronel Lago Junior, Centro.

16h - Palestra: Processo Criativo em Literatura. Palestrante: Bioque Mesito (poeta, com formação em Geografia). Local: Centro de Apoio Pedagógico, AV. Coronel Lago Junior, Centro.

15h – Palestra: Formas Poéticas Contemporâneas no Brasil: Caminhos para compreensão desse gênero a partir de suas escolhas formaisPalestrante: Antônio Ailton (Poeta, professor, doutor em Teoria da Literatura). Local: Auditório do Cine Teatro Municipal. Rua Felinto Faria, Centro.
15h – Por que Aprender Gostar de ler? E qual sua importância?!Palestrante: Carvalho Junior (professor especialista em língua portuguesa, poeta). Local: Auditório da Escola Carmem.  Costa. AV. Candoca Machado.
14h – Palestra: Ações e a luta pela Preservação do Cerrado no Leste do Maranhão e Práticas Agroecológica em Sítios Ecológicos e pequenos locais: Palestrantes: Maylon Reis (Escritor, Ativista do Fórum Carajás); Moisés Matias (Jornalista, escritor, empreender ambiental). Local: Auditório da AMIB. AV. Coronel Lago Junior.

NOITE
19h30 -    Sarau Poético-Musical.  
Participação: Matheus Cardoso/ Bandas e músicos de Teresina, Buriti e Duque Bacelar.
Declamação de Poemas dos poetas presentes.
Lançamento dos Livros de poemas: “O Homem Tejubina”, de Carvalho Júnior e “Cerzir”, de Antônio Aílton. Local: Local: CAP- Centro de Apoio Pedagógico, AV. Coronel Lago Junior, Centro.

Sábado 22 de Junho
MANHÃ
8h – Atividades e reunião interna com  os escritores e poetas  da região da APA dos Morros Garapenses sobre a criação da Academia de  Letras de Buriti e Movimento Literário na APA com os  escritores convidados das demais regiões. Local: Fazenda Santa Cruz e povoado Barro Branco.



Nesta última sexta-feira 14, por volta das 10h45min, após averiguar denúncias de motocicletas roubadas no povoado Bebedouro, no município de Urbano Santos (MA), a 122 km de Buriti, uma operação conjunta entre Policiais Militares (GSA) do 16º Batalhão e investigadores da Policia Civil de Chapadinha/MA, recuperaram quatro motocicletas com registro de roubos e apreenderam uma arma de fogo, durante a operação foi preso em flagrante WALDILEISE MACEDO DE ARAÚJO.
OBJETOS APREENDIDOS:
- Uma motocicleta marca Honda modelo Bros cor de cor preta;
- Uma motocicleta marca Honda modelo pop110 cor vermelho chassi 9C2JB0100HR253749;
- Uma motocicleta marca Honda marca Honda modelo fan cor preta chassi 9C2JC41109R519589;
- Uma motocicleta marca Honda modelo fan cor vermelha chassi 9C2JC41109R070710;
- Uma Espingarda calibre 36 apreendida.

 O conduzido juntamente com os veículos recuperados e a arma de fogo apreendida, foram apresentados na delegacia de Policiai Civil em Chapadinha, para devidas providências.



Na denúncia, MPF relatou aplicação indevida de recursos federais e pagamento abaixo da lei para profissionais com verbas do Fundef.
Por G1 MA 
A Justiça Federal condenou o ex-prefeito de Dom Pedro, José Ribamar Costa Filho (Ribamar Filho), por irregularidades na aplicação de recursos federais e inobservância do percentual mínimo no pagamento de profissionais com verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef).
A ação foi movida pelo Ministério Público Federal (MPF) que aponto pagamentos sem licitação ou sem a formalização de contratos de prestação de serviços, bem como a aplicação de percentual inferior ao que é exigido por lei em relação ao pagamento de profissionais do magistério com verbas do Fundef.
Na sentença, a Justiça Federal determinou que José Ribamar Costa Filho tenha os direitos políticos suspensos por oito anos e seja proibido de contratar ou receber benefícios fiscais ou creditícios do Poder Público por cinco anos. Além disso, José deve pagar multa civil de R$ 10 mil. Ainda cabe recurso da decisão.


Do Jornal O Imparcial
A Superintendência de Polícia Civil do Interior do Maranhão está a procura de pistas dos autores da chacina que deixou quatro ciganos mortos entre eles uma criança, de 3 anos, atingido por um tiro na cabeça e mais cinco ficaram feridos. O ataque criminoso ocorreu no último dia 09 deste mês nas proximidades do Mercado do Produtor em Coelho Neto, localizada a 43 km de Buriti/MA. Entre os procurados está uma mulher que pertenceria ao mesmo grupo de ciganos suspeito de cometer os assassinatos publicou nas redes sociais, na última segunda-feira, um vídeo fazendo ameaças e mostrando armas de fogo de diversos calibres em punho.
De acordo com as primeiras informações, a mulher que não teve o nome revelado gravou um vídeo com ameaças contra um homem conhecido como “Chico do Jambu”, que seria um dos rivais do grupo de ciganos de Coelho Neto. No vídeo a mulher diz o seguinte: “Chico do Jambu, essa daqui é pra tu: uma 9mm, 31 tiros. Nós já lutemos pra te pegar na correria, mas nós não conseguimos. Agora, temos que te pegar é de bala. Esse pente é só pra tu e teus robozinhos, que estão aí pertinho de tu. Esse daqui é pra teus cachorrinhos mais fracos. Essa daqui é só pra eu descarregar na buceta de tua mulher, na hora que eu pegar ela. Se daqui pra lá ela já não tiver morrido. Essa daqui eu vou dispara dentro do teu cu. Se eu não conseguir te pegar com a 9mm, eu te pego com essa daqui. Não te preocupa, não, que morrer tu vai. E os teus robôs também. Tua hora tá chegando. Se essas duas não te pegar, tu pode dizer assim: não vou morrer mais na mão de cigano. Vou morrer de morte mesmo”, disse a mulher que teve o pai assassinado no município de Codó.
Pelas imagens, as armas exibidas são pistolas e uma espingarda calibre .20, municiadas. No vídeo, observa-se que a mulher está sendo orientada por um homem que não aparece nas imagens. Uma criança chega a aparecer rapidamente na filmagem. Ainda segundo as informações da polícia a mulher seria companheira de Antônio Carlos Sobral da Rocha o “Didoca”, que seria o mandante da chacina, preso na última sexta-feira (14), na cidade de Vitória do Mearim. “Didoca” responde a pelo menos oito processos por homicídios, assaltos a bancos e porte ilegal de arma, além ser o líder e mandante de diversas investidas contra grupos de ciganos rivais por várias cidades do interior do Maranhão.
Segundo o Superintendente do Interior, delegado Armando Pacheco, o criminoso era um dos mais difíceis de capturar, pois há muito tempo ele já não dormia em casa, estava sempre escondido no mato. O acusado já responde a outros processos por homicídio, porte ilegal de arma, assaltos a banco. Em 2012, Antônio Carlos estava recebendo atendimentos no Hospital Socorrão II, algemado a uma maca, quando foi resgatado por outros criminosos que renderam o vigilante e levaram Didoca.
Assista o vídeo:

O prêmio foi resultado de um trabalho em equipe promovido nos dias 29 e 30 de maio, pelo IFMA de Caxias no chamado HACKATHON EDUCAÇÃO E SAÚDE 2019, uma maratona de desenvolvimento tecnológico.
O buritiense LEANDRO PEREIRA DA SILVA, 22 anos, aluno de Ciências da Computação do IFMA de Caxias foi premiado pelo desenvolvimento de um protótipo de um aplicativo para auxiliar pessoas no tratamento de hipertensão e diabetes. A premiação é resultado de um trabalho em equipe feito nos dias 29 e 30 de maio no chamado HACKATHON EDUCAÇÃO E SAÚDE 2019, uma maratona de desenvolvimento tecnológico realizada pelo Instituto Federal do Maranhão (IFMA), no Caxias Shopping Center, em Caxias- MA.  Sete equipes foram selecionadas, cada uma com quatro participantes. A maratona de desenvolvimento tecnológico faz parte das atividades do Fórum Integrador de Educação e Saúde, que ocorreu dia 30 no Assunção Festas.
Confira abaixo dos reportagens televisivas sobre o evento.
Reportagem da TV Mirante
Reportagem da TV Guarané
Chamada de Hackathon, a proposta buscava desenvolver soluções que pudessem impactar a comunidade local. Cada membro da equipe vencedora receberá o auxílio de R$ 4.100,00 para financiamento parcial do projeto. Além disso, o primeiro lugar já recebeu certificado e kit da Fábrica de Inovação. Já o segundo lugar recebeu certificado de participação e kit da Fábrica de Inovação. Enquanto o terceiro lugar obteve certificado de participação. O financiamento é equivalente ao período de quatro meses de atividades desenvolvidas.
Veja abaixo as sete equipes que competiram no Hackathon. Em destaque a que venceu em primeiro lugar, na qual participava o buritiense:

Miss Click
Thiago Franco
Gabriel Ramos
Jadson Hudson
Josué Santos
First Pick
Leonardo Viana
Leonardo Almeida
Heloisa Guimarães
Gabriel Simões
RACK ATÔMICO
Airton Araújo
Leandro Pereira
João Pedro
Moisés Pereira
CodeBrains
Guilherme Lourenço
Jean Vinicius
Bruno de Luca
Manoel Vitor
WannaCry
Maria Eduarda
João Carlos
Guilherme Lima
Zakeu Gayo
Loops
Anderson da Silva
Francisco de Assis
Tércio torres
Elder Loiola
Lamball
Natã Ramos
Matheus Vitor
Francisco José
João Rafael
Equipe vencedora da disputa.

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