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Mostrando postagens com marcador Auxílio emergencial. Mostrar todas as postagens
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O presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje (1º) que o auxílio emergencial será prorrogado em mais quatro parcelas de R$ 300. Ele se reuniu na manhã da última terça-feira (1º) com ministros e parlamentares da base do governo, no Palácio da Alvorada, para alinhar as próximas ações do governo na área econômica.
 

O auxílio é destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados, como forma de dar proteção emergencial durante a crise causada pela pandemia da covid-19. O benefício começou a ser pago em abril, e foi estabelecido em três parcelas de R$ 600. 

Em junho, por decreto, o governo prorrogou o auxílio por mais duas parcelas, no mesmo valor. E agora, com mais quatro parcelas, em valor menor, o benefício vai se estender até o final do ano. 

“Resolvemos prorrogá-lo, por medida provisória, até o final do ano”, disse Bolsonaro, em declaração à imprensa após a reunião. “O valor, como vínhamos dizendo, R$ 600 é muito para quem paga e podemos dizer que não é o valor suficiente para todas as necessidades [das famílias], mas basicamente atende”, disse.

Veja a declaração:


Em Buriti, a filha do prefeito Naldo Batista (PSC), Tawana Lages, graduada em fisioterapia e proprietária da Casa Batista, supermercado que começou a operar em 2017 na cidade, teve o pedido de auxílio emergencial aprovado pelo governo federal.

Questionada pelo CORREIO BURITIENSE sobre o recebimento do auxílio voltado aos desamparados na pandemia, ela informou ter feito o cadastro na onda de “todo mundo fazer”, mas que não esperava que fosse aprovado. Sem visualizar por muito tempo o aplicativo quando verificou havia duas parcelas do benefício de R$ 600. Ela disse nunca ter utilizado o dinheiro e já gerou uma guia de devolução ao governo federal.  

O caso da empresária veio à tona em mídia regional e causou constrangimento à gestão municipal.  Suspeita-se que muitos outros empresários e pessoas que não se enquadram no perfil do auxílio também tenham recebido indevidamente.

Confira a seguir os dados cadastrais da empresa:

Vista aérea da Casa Batista, centro comercial conhecido por "Shopping do Naldo"

Calendário da terceira parcela ainda não foi divulgado

 Marcelo Camargo/Agência Bras


 
Em balanço, o Ministério da Cidadania informou que o governo federal já creditou R$ 87,8 bilhões para os beneficiários do auxílio emergencial, que somam 64,1 milhões de pessoas. A terceira parcela do benefício só começou a ser paga aos integrantes do Bolsa Família que se inscreveram para receber o auxílio – cerca de 19 milhões de pessoas. Esse grupo continua recebendo em um calendário de pagamentos que termina no próximo dia 30.

Já o calendário de pagamento para os demais grupos ainda não foi informado pela Caixa Econômica Federal, responsável pela operacionalização do programa. 

Aprovado em abril, o auxílio é um benefício no valor de R$ 600 (que pode chegar a R$ 1.200 para mulheres chefes de família) destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados, e tem por objetivo fornecer proteção emergencial no enfrentamento à crise causada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19).    

Até agora, cerca de R$ 40 milhões foram devolvidos aos cofres púbicos por pessoas que receberam o benefício, mas que não preenchiam os requisitos exigidos pela legislação. O Ministério da Cidadania disponibilizou uma página na internet com o passo a passo para a devolução.

Em outra ação, o Ministério da Cidadania e a Defensoria Pública da União fizeram parceria para ajudar a quem precisa contestar o resultado do pedido do auxílio emergencial sem necessidade de abrir um processo judicial. Do total de 124,18 milhões de solicitações do auxílio emergencial, 64,14 milhões foram considerados elegíveis e 41,59 milhões foram apontados como inelegíveis, por não atenderem aos critérios do programa.

Saiba o que fazer quando tiver o pedido negado. Existem ainda 16,69 milhões de inscrições classificadas de inconclusivas, que é quando faltam informações para o processamento integral do pedido. Quem estiver nessa situação deve refazer o cadastro por meio do site ou aplicativo do programa.

DA AGÊNCIA BRASIL

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