"Não há pessoas nem sociedades livres, sem liberdade de expressão e de imprensa”.

Prefeitura Municipal de Buriti

RESPLANDES TRANSPORTES - Viagens Diárias

RESPLANDES TRANSPORTES - Viagens Diárias

VENDE-SE UMA FAZENDA - CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS

ULTIMAS NOTÍCIAS
Carregando...

Câmara Municipal fará Audiência Pública para debater Segurança Pública do município na quarta-feira 27/11


O Presidente da Câmara Municipal de Buriti, vereador Jorge do Sindicato, se mobilizou intensamente na última semana e conseguiu o apoio de todos seus colegas edis para realização de uma Audiência Pública para debater SEGURANÇA PÚBLICA. A reunião acontecerá na próxima quarta-feira, dia 27 de novembro de 2019, no CAP - Centro de Apoio Pedagógico, às 9h.
 Jorge do Sindicato destacou o aumento recente da violência, roubos, assaltos e homicídios na cidade de Buriti como a urgente necessidade de debater com as autoridades de segurança um novo caminho para dar um basta nesta onda de violência.
Veja entrevista do presidente da Câmara, concedida ao repórter Márcio Cardoso:
 Entre as autoridades são aguardados o comandante do 16º Batalhão de Polícia Militar (sede em Chapadinha), o Promotor de Justiça da Comarca de Buriti, representantes da Secretaria de Segurança Pública - SSP, o Delegado de Polícia Civil, a Guarda Municipal, o Prefeito Municipal, entre outras.
Ofícios protocolados pelo presidente Jorge:

COLUNA SIM, É O BENEDITO - CONSCIÊNCIA NEGRA

Por Benedito Ferreira Marques
 “Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira (art. 1°)
O conteúdo programático a que se refere o caput deste artigo incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.
Os conteúdos referentes à História e Cultura Afro-Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História Brasileiras.
O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como “Dia Nacional da Consciência Negra”.
  O que está transcrito na epígrafe do texto que irei desenvolver em frente é o que compõe a essência da Lei n° 10.639, de 9 de janeiro de 2003, sancionada pelo então Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, exatos nove dias depois de sua posse para o primeiro mandato presidencial, o que revelou não apenas o seu apreço, mas também a sua preocupação com a raça negra em nosso País. O texto legal que serve de mote a este trabalho introduziu os artigos 26-A e 79-B, na “Lei de Diretrizes e Bases da Educação” (LDB). Interessa, portanto, a estudantes, professores e à sociedade em geral.
Indago: essa lei está sendo cumprida fielmente, já que todos os verbos empregados nos dispositivos se qualificam, na técnica jurídica, como regras imperativas?
 Ainda que a auspiciosa lei não esteja sendo obedecida, considero oportuna uma abordagem sobre o “Dia Nacional da Consciência Negra”, ocorrido na semana passada. Trata-se de uma temática que transcende os currículos escolares nos níveis fundamental e médio de estabelecimentos públicos e privados. As discussões que ainda se travam sobre a contribuição que os africanos trouxeram ao Brasil, tanto pelo trabalho escravo, como também pela cultura, costumes, tradições e religiosidade, tudo faz parte de um processo histórico que não se esgota. A instituição de um dia por ano para reflexões e conscientização do papel desempenhado pelos negros africanos é muito pouco, para a dimensão que o tema propicia. Afinal, remanescem os afrodescendentes que ainda mantêm vivo o legado dos seus ancestrais.
  Na suposição de que muitos desconhecem que o dia 20 de novembro é dedicado à “consciência negra”, ocorre-me fazer uma incursão nesse assunto, ainda que perfunctória, com o propósito de contribuir para o despertar de quantos venham acessar este texto.
 Começo por expressar o meu orgulho sadio de me considerar afrodescendente. Retiro essa conclusão não pela minha cútis, mas por um registro passageiro no livro que meu pai escreveu e lançou, por ocasião da celebração dos seus 80 anos, em 1995. Deixou dito, ali: “Meu avô era negro, mas não era escravo”. Não faço ideia do ano em que nasceu meu avô Raimundo Nonato de Sousa, muito menos do meu bisavô Vicente Caetano de Sousa. Sei, porém, que meu pai nasceu no dia 31.01.1915. Considerando que a abolição do regime escravocrata, no Brasil se dera no dia 13.05.1888, este fato histórico distava menos de 27 anos do nascimento do meu saudoso pai. Isso significa que meu avô nasceu no alvorecer da abolição do regime escravocrata, e que o seu pai nascera antes do evento histórico. Todos de cor negra, mas, nem por isso, foram escravos. Meu pai tinha razão. Considero-me, portanto, afrodescendente.
Com esse orgulho que chamei sadio, sinto-me à vontade para incursionar nesse terreno ainda suscetível de preconceitos inadmissíveis. O próprio adjetivo “sadio” já encerra, em si mesmo, uma nuance com matiz preconceituosa, porque o substantivo “orgulho” também é visto em sentido pejorativo, já que, quase sempre, o orgulhoso é considerado presunçoso. Não devia ser assim. Mas é.
  Quando se fez necessário instituir o “Dia Nacional da Consciência Negra” no bojo de uma lei, resulta demonstrado que o preconceito racial ainda perdura, e não se sabe até quando irá, passados 131 anos da cognominada “Lei Áurea” que, em apenas um artigo, tentou abolir a escravidão no Brasil. Foi como aconteceu com a edição do “Estatuto da Terra”, em 30.11.1964, editada pelo Governo Militar que se instalara em 31 de março daquele ano, com o propósito de banir a “subversão” e promover o “desenvolvimento”. Segmentos progressistas daquela época clamavam por uma reforma agrária, que era uma das bandeiras dos considerados “subversivos”. O Governo tido como fruto de uma “revolução” ofertou o Estatuto, como se dissesse: “Vocês querem reforma agrária, então está aí o seu instrumento”. Faltou dizer: “mas tudo dependerá de nós, da vontade governamental”.
Assim também foi a abolição da escravidão. A Princesa Isabel assinou, com pompas e galas, sob o testemunho dos defensores ardorosos, como Joaquim Nabuco, a apelidada “Lei Áurea”, com apenas dois artigos. No primeiro, decretou: “Está abolida a escravidão no Brasil”, e, no segundo: “Revogam-se as disposições em contrário”. Indago eu: quais disposições? Não havia lei instituindo a escravidão. Esta se impôs por vontade da classe dominante, que precisava de mão de obra gratuita. Os escravos chegavam aos montes em navios e eram despejados nos portos brasileiros como “animais de carga”, e escolhidos como burros e cavalos, na inspeção dos seus dentes e pela compleição física. Os engenhos de fabricação de açúcar, as fazendas de gado e lavouras diversas, os serviços domésticos, tudo dependia dos negros traficados.
Deram aos escravos a liberdade formal, mas não lhes deram os instrumentos para o trabalho livre e remunerado para a sua subsistência. O resultado desse “golpe político” é que a escravidão continua existindo ao longo desses anos todos, a caminho de dois séculos, e o preconceito existe e resiste, a despeito dos arranjos institucionais, como, por exemplo, o acesso às universidades públicas pelo sistema de cotas. E ainda há quem repugne essa política de inclusão social! O problema é cultural e estrutural. Não se resolve apenas com a edição de leis, cuja execução depende de políticas públicas e ações afirmativas. Exemplo dessa assertiva são as leis que definem e preveem punição para os crimes de RACISMO        (Lei n°7.716/89) e a INJÚRIA RACIAL, no Código Penal brasileiro. Apesar do rigor das penas previstas nessa legislação, subsiste a prática desses crimes, e os exemplos estão aí, divulgados todos os dias, como ocorreu, recentemente, com jogadores de futebol. Bem fez o jogador Daniel Alves (hoje jogando pelo “tricolor paulista” (São Paulo) que, certa feita, lhe atiraram uma banana em pleno jogo, e ele a recolheu e comeu, sob aplausos da maioria não racista.
Assim como ainda se espera a “reforma agrária”, que depende de vontade política do governo, ao qual compete a indenização de latifúndios improdutivos, o respeito aos negros e pardos depende de conscientização. Não sem propósito, foi instituído o “Dia Nacional da Consciência Negra”, que não devia emergir do bojo de uma lei, mas da própria compreensão da sociedade, a partir da noção da cidadania, que não existe em função da cor da pele. Não é a pele que dá identidade e cidadania às pessoas, sejam ricas ou sejam pobres. Jogadores de futebol e atores e atrizes de televisão e teatro ainda enfrentam o racismo, como se este fosse o sinal distintivo de classes sociais. Há brancos ricos, mas há brancos pobres também, e em quantidade considerável, Brasil afora.
 Noutra vertente, considero o culto a “Zumbi dos Palmares” justo, porque, com ele e sua coragem, nasceram os quilombos. Mas me repugna a distinção que fazem entre ele e outros tantos líderes negros, como o “Negro Cosme”, da “Guerra da Balaiada”, no Maranhão, como se fossem exceções. Essa diferenciação alimenta o preconceito, inclusive de autoridades governamentais, que tratam os remanescentes de comunidades quilombolas com desdém, como párias da Pátria. Quando, nesta coluna, me posicionei contra os gáudios efusivos manifestados com a chamada ‘Base de Alcântara’ (também no Maranhão), foi pensando nos destinos das comunidades afrodescendentes ali existentes, em grande parte já expulsas, proibidas até de visitarem os túmulos dos seus ancestrais. Sepultaram tradições culturais de séculos, em nome de um progresso duvidoso, a troco de migalhas tecnológicas invisíveis.
Concluo esta narrativa, proclamando a esperança nos estudantes, na juventude de hoje, naqueles que ainda cursam o fundamental e o médio, pois foi para eles o direcionamento da Lei n°10.639/2003. Com a mesma ênfase, exorto os professores desses níveis escolares para que façam do mandamento legal uma bandeira permanente, e não se lembrem desse tema apenas no “Dia Nacional da Consciência Negra”.
                   Abaixo o preconceito racial!
Abaixo o racismo!
Abaixo a injúria racial! 
Viva Zumbi dos Palmares!
Viva o Negro Cosme!
SOBRE O AUTOR
BENEDITO FERREIRA MARQUES nasceu no dia 11 de novembro de 1939, no povoado Barro Branco, no município de Buriti/MA. Começou seus estudos em escola pública e, com dedicação, foi galgando os degraus que o levariam à universidade. Possui graduação em Direito pela Universidade Federal do Maranhão (1964), especialista em Direito Civil, Direito Agrário e Direito Comercial; mestre em Direito Agrário pela Universidade Federal de Goiás (1988); e doutor em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (2004). Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Comercial, atuando principalmente nos seguintes temas: direito agrário, reforma agrária, função social, contratos agrários e princípios constitucionais.NA Universidade Federal de Goiás, foi Vice-reitor, Coordenador do Curso de Mestrado em Direito Agrário e Diretor da Faculdade de Direito. Na Carreira de magistério, foi professor de Português no Ensino Médio; no Ensino Superior foi professor de Direito Civil, Direito Agrário e Direito Comercial, sendo que, de 1976 a 1984, foi professor de Direito Civil na PUC de Goiás. Acompanhou pesquisas, participou de inúmeras bancas examinadoras de mestrado, autor de muitos artigos, textos em jornais, trabalhos publicados em anais de congressos, além de já ter publicado 12 livros, entre eles “A Guerra da Balaiada, à luz do direito”, “Marcas do Passado”, “Direito Agrário para Concursos”; e “Cambica de Buriti”; entre outros

2º TÍTULO EM MENOS DE 24H: Flamengo vence o Brasileirão e se torna primeiro time desde 1963 a ganhar Nacional e Libertadores no mesmo ano


Com fracasso do Palmeiras diante do Grêmio, o time rubro-negro conquista o heptacampeonato brasileiro.


Depois de ter sido campeão da Libertadores no último sábado 23/11, o Flamengo conquistou também o título do Campeonato Brasileiro neste domingo 24/11, com a derrota do Palmeiras para o Grêmio por 2 a 1. Com o feito, o Rubro-Negro se tornou o primeiro time desde 1963 a ganhar o Brasileiro e a Libertadores no mesmo ano.
Dois títulos em menos de 24 horas. Campeão da Copa Libertadores no início da noite deste sábado (23), o Flamengo conquistou na tarde deste domingo (24) o Campeonato Brasileiro de 2019, seu heptacampeonato na história, empatando com o Corinthians em número de conquistas do Nacional.
A taça de 2019 se junta às de 1980, 1982, 1983, 1987, 1992 e 2009 na sala de troféus do clube carioca.
O Palmeiras, que faturou o Brasileiro em 2018, é o maior campeão brasileiro, com dez títulos. O Santos vem logo atrás do rival alviverde, com oito.
Para se sagrar campeão neste domingo, o time do técnico Jorge Jesus contou com o tropeço palmeirense, que não conseguiu vencer o Grêmio no Allianz Parque –perdeu para os gaúchos por 2 a 1.
Com 81 pontos, 13 à frente do vice-líder Santos, a equipe flamenguista não pode mais ser alcançada nas quatro rodadas restantes do Brasileiro.
O Flamengo também se junta ao São Paulo de 2007 e ao Cruzeiro de 2013 como os campeões com maior antecedência no Nacional.
Antes da chegada de Jesus à Gávea, o clube rubro-negro estava a 8 pontos do Palmeiras, então líder do campeonato. A partir da chegada do português, na 10ª rodada, o time perdeu somente uma partida (para o Bahia, na 13ª rodada, em Salvador) e arrancou até o título.
Foram 20 vitórias sob o comando de Jesus, com quatro empates. O aproveitamento do treinador à frente do Flamengo, no Campeonato Brasileiro até aqui, é de 85% dos pontos disputados. Nas nove rodadas anteriores à vinda do treinador, o aproveitamento foi de 58%.
O Flamengo de Jesus terá a oportunidade de superar o recorde de pontos de um campeão brasileiro. Com 81 atualmente, os cariocas já igualaram a campanha do Corinthians em 2017.
Outro recorde que os flamenguistas terão a oportunidade de buscar é o de menos derrotas em uma campanha vencedora. O São Paulo de 2006 e o Palmeiras do ano passado perderam apenas quatro partidas até levantarem a taça. O Flamengo, até o momento, só perdeu três jogos ao longo de toda a campanha.
A única equipe que obtivera tal feito havia sido o Santos, ao conquistar as edições de 1962 e 1963 da Taça Brasil - que ganhou status de Brasileiro após resolução da CBF em 2010 - e da Libertadores. Comandado por Pelé, o Peixe dominou o futebol do país naquela década e conquistou o status de um dos melhores times de todos os tempos.
Desde então, nenhum time do país conseguiu ganhar o maior título nacional e a Libertadores na mesma temporada.


Da Folha de São Paulo

FLAMENGO É CAMPEÃO DA LIBERTADORES 2019; em Buriti, centenas de flamenguistas fizeram a festa durante a partida e nas principais vias da cidade após a vitória


Rubro-Negro conquista o bi, e Brasil agora tem 19 taças, contra 25 dos argentinos. Com título da Libertadores, Flamengo também embolsa R$ 85 milhões em prêmios.

O Flamengo é o campeão da Copa Libertadores de 2019. Com a vitória por 2 a 1 sobre o River Plate, nesse sábado 23, em Lima, no Peru, o rubro-negro conquistou o bicampeonato da Libertadores da América. O Flamengo não disputava uma final da Libertadores desde 1981, quando conquistou o título ao derrotar o Cobreloa, do Chile.
O gol do Riverplate foi feito aos 14 minutos do primeiro tempo, pelo colombiano e atacante Rafael Santos Borré. A primeira fase do jogo foi dominada pelo River.
Aos 44 minutos do segundo tempo o Flamengo empatou a partida com um gol de Gabibol. Aos 47 minutos do segundo tempo, o atacante virou a partida, garantindo a taça para o time rubro-negro carioca.
Com o título, o Flamengo está classificado para o Mundial de Clubes, que acontece entre 11 e 22 de dezembro no Qatar, e poderá reeditar a final do torneio mundial de 1981, quando enfrentou o Liverpool e foi campeão.
Como se já não bastasse o título da Libertadores 2019, o Flamengo vai levar na bagagem de volta ao Rio de Janeiro mais R$ 85 milhões para seus cofres. Com a virada sobre o River Plate, o clube da Gávea garantiu R$ 50 milhões. Os outros R$ 35 milhões já estavam garantidos pelas classificações nas fases anteriores.
O Rubro-Negro agora se junta ao Cruzeiro, Internacional e Atlético Nacional, todos com duas conquistas da Libertadores.
TÍTULOS POR CLUBES
·                  Independiente (7): 1964, 1965, 1972, 1973, 1974, 1975 e 1984
·                  Boca Juniors (6): 1977, 1978, 2000, 2001, 2003 e 2007
·                  Peñarol (5): 1960, 1961, 1966, 1982 e 1987
·                  River Plate (4): 1986, 1996, 2015, 2018
·                  Estudiantes (4): 1968, 1969, 1970, 2009
·                  Olimpia (3): 1979, 1990 e 2002
·                  Nacional-URU (3): 1971, 1980 e 1988
·                  São Paulo (3): 1992, 1993 e 2005
·                  Santos (3): 1962, 1963 e 2011
·                  Grêmio (3): 1983, 1995 e 2017
·                  Cruzeiro (2): 1976 e 1997
·                  Internacional (2): 2006 e 2010
·                  Atlético Nacional (2): 1989 e 2016
·                  Flamengo (2): 1981 e 2019
·                  Racing (1): 1967
·                  Argentinos Juniors (1): 1985
·                  Palmeiras (1): 1999
·                  Colo-Colo (1): 1991
·                  Vélez Sarsfield (1): 1994
·                  Vasco (1): 1998
·                  LDU (1): 2008
·                  Corinthians (1): 2012
·                  Atlético-MG (1): 2013
·                  San Lorenzo (1): 2014
Em Buriti foi muita emoção com os flamenguistas e torcedores de outros clubes que se juntaram para torcer juntos por este título para o futebol brasileiro. Havia concentração da torcida por vários bares da cidade, além daqueles que optaram por ver o jogo em casa. No Casa Clube,  organizado por Adonyel Dias e Evaldo Freire, foi onde aconteceu a maior concentração de uma torcida em clube já vista na cidade. De lá, localizado às margens da MA-034, poucos metros da subida da Ladeira do Tubi, os torcedores se juntaram a outros e as ruas foram tomadas carros, motos e bandeiras em comemoração.
Tiveram torcedores rivais que perderam apostas em dinheiro e até um carro entrou para cota das vitórias de torcedor rubro-negro.
VEJAM OS VÍDEOS
VEJAM AS IMAGENS
















 















Apresentador GUGU LIBERATO, dono de uma das trajetórias mais brilhantes da TV brasileira, morre aos 60 anos

O apresentador Antônio Augusto Moraes Liberato, mais conhecido como Gugu Liberato, morreu nesta sexta-feira 22/11 em decorrência de um acidente ocorrido em sua casa na Flórida, EUA, na última quarta-feira. O apresentador tinha 60 anos. Segundo nota divulgada pela assessoria de imprensa do apresentador na noite de hoje, ele sofreu uma queda acidental de uma altura de cerca de quatro metros quando fazia um reparo no ar condicionado instalado em um sótão.
"Foi prontamente socorrido pela equipe de resgate e admitido no Orlando Health Medical Center, onde permaneceu na Unidade de Terapia Intensiva, acompanhado pela equipe médica local. Na admissão deu entrada em escala de *Glasgow de 3 [usada para medir a consciência e a evolução das lesões cerebrais em um paciente] e os exames iniciais constataram sangramento intracraniano. Em virtude da gravidade neurológica, não foi indicado qualquer procedimento cirúrgico. Durante o período de observação foi constatada a ausência de atividade cerebral. A morte encefálica foi confirmada pelo Prof. Dr. Guilherme Lepski, neurocirurgião brasileiro chamado pela família, que após ver as imagens dos exames em detalhes, confirmou a irreversibilidade do quadro clínico diante de sua mãe Maria do Céu, dos irmãos Amandio Augusto e Aparecida Liberato, e da mãe de seus filhos, Rose Miriam Di Matteo". 
Gugu Liberato deixa três filhos, João Augusto, 18 anos, e Marina e Sophia, de 15 anos. Ainda segundo a assessoria, atendendo a uma vontade dele, a família autorizou a doação de todos os órgãos." Gugu sempre refletiu sobre os verdadeiros valores da vida e o quão frágil ela se revela. Sua partida nos deixa sem chão, mas reforça nossa certeza de que ele viveu plenamente. Fica a saudade, ficam as lembranças - que são muitas - e a certeza que Deus recebe agora um filho querido, e o céu ganha uma estrela que emana luz e paz", diz nota. Ainda não foram divulgadas informações sobre velório e enterro.

Por meio de nota, a TV Record lamentou a morte do apresentador. "Expressamos nossas condolências aos familiares, amigos e admiradores do trabalho deste profissional que ajudou a escrever a história da televisão brasileira."
Vida e carreira
O apresentador era paulistano e filho de portugueses. Nasceu no dia 10 de abril de 1959. Seu pai era caminhoneiro e sua mãe dona-de-casa. Ele tinha apenas 14 anos quando fez sua primeira aparição na TV, participando de uma gincana. Com 19 anos tornou-se auxiliar de escritório e, pouco depois, ganhou um cargo como produtor de TV. Mas ele acabou desistindo da carreira e indo estudar Odontologia. Sua passagem pela faculdade foi muito breve e ele acabou voltando para a TV. 
Em 1982 passou a comandar o programa de auditório Viva a Noite, no SBT, emissora onde trabalhou por mais de 30 anos. Lá ele passou por diversos outros programas, como Passa ou Repassa, Sabadão Sertanejo e Domingo Legal, atração que rivalizava com o Domingão do Faustão, na Globo, em uma acirrada guerra pela audiência. Em 2009 chegou à Record, onde apresentou o Programa do Gugu, Gugu e Power Couple Brasil.
Recentemente ele apresentava o programa Canta Comigo, na TV Record. Gugu também era empresário, proprietário da GGP Produções, polo de desenvolvimento audiovisual. Além de empresário e apresentador, Gugu também era cantor: ele ficou conhecido por suas versões de Pintinho Amarelinho e A Dança da Galinha Azul. Como ator, teve participação em diversos filmes, especialmente nos do grupo Os Trapalhões. 
Da Agência Brasil