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EM BURITI (MA), APOIADORES DE BOLSONARO COMEMORAM SUA VITÓRIA EM SEGUNDO TURNO


Apoiadores de Bolsonaro em Buriti/MA fizeram na segunda-feira 29 uma passeata pelas vias centrais da cidade para comemorar a vitória de Jair Bolsonaro em segundo turno. Para os organizadores, a festa foi apenas simbólica.  A passeata começou por volta das 20h, fez um giro pela Praça Matriz, seguiu pela rotatória da Rodoviária e voltou à Praça. Não houve nenhum incidente ou provocação.
Em Buriti/MA, no segundo turno, a votação de Bolsonaro foi de 1.608 votos (11,39%) e de Fernando HADDAD, 12.504 votos (88,61%). 
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JAIR BOLSONARO É ELEITO O 38° PRESIDENTE DO BRASIL


JAIR MESSIAS BOLSONARO, 63 anos, é o novo presidente eleito do Brasil, o 38º da nossa História. O capitão reformado e deputado federal foi eleito pelo PSL, o Partido Social Liberal, ao qual se filiou meses antes do início oficial da campanha eleitoral de 2018. Bolsonaro derrotou Fernando Haddad, ex-ministro da Educação e ex-prefeito de São Paulo que buscava a quinta vitória consecutiva do PT em uma eleição para o Palácio do Planalto.
A vitória de Bolsonaro, associada ao resultado na eleição para governador nos maiores colégios eleitorais do Brasil (São Paulo, Minas e Rio), confirma uma onda de extrema direita que já havia sido registrada no primeiro turno da eleição, com mudanças significativas no Congresso Nacional.
Com 100% da apuração das urnas, Jair Bolsonaro (PSL) obteve 55,13% dos votos válidos, conquistando 57.796.986 votos. Fernando Haddad (PT) teve 44,87% dos votos, o equivalente a 47.038.963 votos. A diferença entre os dois candidatos foi superior a 10,7 milhões de votos. As abstenções somaram 21,3% (31,3 milhões de votos). Votos brancos foram 2,14% (2,4 milhões de votos) e nulos, 7,43% (8,6 milhões de votos). 
Bolsonaro é paulista, militar da reserva e está em seu sétimo mandato na Câmara dos Deputados pelo Rio de Janeiro. Surgiu como figura pública no fim dos anos 1980, protestando contra os baixos soldos pagos à corporação. Foi eleito vereador do Rio de Janeiro em 1988. No fim de 1990, elegeu-se pela primeira vez deputado federal. Desde então, permaneceu na Câmara por mais outras seis legislaturas: de 1995 a 2018. Na eleição mais recente, em 2014, foi o candidato mais votado do Rio, com mais de 464 mil votos.
Sua campanha baseou-se na bandeira da segurança pública, do nacionalismo e do fim da corrupção. Também defendeu a família tradicional e os valores conservadores. Comprometeu-se a implementar uma política econômica de cunho liberal.
A um mês do primeiro turno, Bolsonaro levou uma facada no abdome enquanto fazia campanha em Juiz de Fora (MG). Foi submetido a duas cirurgias e ficou o restante do mês em recuperação. Recebeu alta no dia 29 de setembro. Mesmo fora do hospital, o capitão permaneceu em repouso e participou de poucos eventos fora de casa. Com a justificativa de não colocar em risco sua recuperação, optou por não participar de nenhum debate durante o segundo turno. Seu principal contato com os eleitores foi por meio das redes sociais.
Para a campanha de 2018, declarou um patrimônio pessoal de R$ 2,2 milhões. Seu vice é o general da reserva do Exército brasileiro, Antônio Hamilton Martins Mourão.
3ª menor vitória
Com esse resultado, Bolsonaro teve a terceira menor vitória no segundo turno desde a redemocratização. Ele venceu com vantagens maiores apenas que a de Fernando Collor de Mello, em 1989 (53,03%), e da reeleição de Dilma Rousseff, em 2014 (51,64%).
Em relação ao primeiro turno, o opositor Fernando Haddad (PT) cresceu mais que Bolsonaro. O petista ganhou 15.696.741 de votos do primeiro para o segundo turno, passando de 29,28% para 44,86%. Bolsonaro conquistou 8.519.962 de votos adicionais, saindo de 46,03% para 55,13%.
O índice de Haddad, entretanto, foi menor do que o de Dilma (55% em 2010 e 51% em 2014) e Lula (61% nas duas eleições de 2002 e 2005), que venceram as eleições em segundo turno. O PT perdeu cerca de 7 milhões de votos em relação à disputa do último segundo turno presidencial, em 2014.  
 (Texto editado das Agência Brasil/Nexo Jornal/Agência Câmara)

LEVANTE HISTÓRICO EM BURITI (MA): CENTENAS DE PESSOAS FAZEM ATO PELA DEMOCRACIA E A FAVOR DE FERNANDO HADDAD PELAS AVENIDAS DA CIDADE


Com exceção do prefeito de Buriti, todas lideranças políticas locais participaram da carreata.
Centenas de buritienses fizeram uma manifestação democrática, com populares e lideranças políticas locais a pés na parte de frente, em seguida vieram as   motocicletas e os carros, que percorreram as principais avenidas da cidade de Buriti (MA), em favor da candidatura de Fernando Haddad (PT), no final da tarde dessa sexta-feira 26. Os manifestantes entoaram muitos gritos de motivação, como "vamos virar”, “É 13”, “É Haddad” e levavam cartazes contra o preconceito, a intolerância e o ódio, e pregavam a paz, a justiça social, mais direitos trabalhistas e democracia plena.


































Logo na concentração, na Rua da Bandeira, a espera pela carreata já era imensa e, à medida que avança pelas avenidas, o ato histórico ganhava mais corpo com a adesão das pessoas que aguardavam nas portas de suas casas e à margem das ruas, acenando positivamente e com cartazes de apoio. A passeata contou, ainda, com todas as lideranças políticas locais, entre elas os vereadores Jorge do Sindicato, Hélio Flora, Edvan Lafaete, Enchente, Vanusa Flora, do vice-prefeito Antônio Flora, do ex-prefeito Neném Mourão, de Arnaldo Cardoso, Zuca Marques, Lorin da Caçamba, Adhemar Lago, entre outros. A única ausência nessa linda festa democrática foi o prefeito Naldo Batista (PCdoB).
A bandeira política que reuniu lideranças locais foi a mais ampla defesa da democracia ocorrida em Buriti (MA) contra o autoritarismo representada pela candidatura de Bolsonaro.
Por volta das 19h, a passeata/carreata chegou ao destino final na Praça Matriz, onde os manifestantes encerraram seu ato por Justiça Social e Democracia com apoio à candidatura de Haddad (PT) que obteve no 1º turno, em Buriti, 11.357 votos (81,73% dos votos válidos).  

Vídeo-clipe do ARRASTÃO DO 13

A ideia da carreata surgiu com Leandro Silva, Aliandro Borges e Ricardo Coimbra e ganhou vida com a adesão fulminante dos buritienses que apoiam Haddad e a realização do ato envolveu o voluntarismo de todos que lutam por mais direitos e democracia na cidade, entre eles Lucas Wagner, Marcela Furtado, Neto Borges, Neto do Paredão, Dilmo, Irlene, América, Adílio Gomes, Izael, Teodorinho, Antoniel, profa. Gabriela, Amanda, Rita Coimbra, Pirulito, Moures Publicidades, Josué Coutinho, Seu Lima, Odilene, João Filho, Denilson, Deusanirinho, Reginaldo Veríssimo, Frande, Padre Chagas, Célia Costa, Marcelo, Teresa dos Anjos, Rita Almeida, Profa Valdilene, entre outros.





















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