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Após polêmica na Câmara Municipal acerca do retorno dos buritienses que trabalham fora, no chamado “pendão de milho”, trabalhador envia reflexão da situação em que vive para Correio Buritiense

Safristas do pendão de milho. - Foto: arquivo web.
Uma celeuma se instalou nas discussões políticas nas redes sociais após o debate dos vereadores ocorrido na sessão da última sexta-feira 24/4 na Câmara Municipal. Os vereadores aprovaram uma proposta de requerimento encaminhado à Secretaria Municipal de Saúde (Semus) para instalação de barreiras sanitárias nas vias de acesso à cidade, o que atingiria o retorno para casa dos buritienses que trabalham em outro estado, no chamado pendão de milho. A medida acabou não sendo bem recebida pelos trabalhadores, principalmente, após divulgação da discussão dos vereadores sobre a situação.
Um dos trabalhadores safristas do grupo de despendoamento do milho que aguarda para retornar ao município de Buriti se indignou com o debate da Câmara e encaminhou ao Correio Buritiense uma reflexão sobre a situação deles e dos familiares. Ouça abaixo:

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  1. Você com seu discurso educado foi ao âmago de várias questões, sobretudo nas questões de saúde pública, parabenizo você lutador cidadão buritiense pela eloquência, pela iniciativa de dissertar sobre os variados assuntos sem vandalizar, agredir ou atacar nenhuma das pessoas envolvidas na polêmica sessão da Câmara Municipal. Lamento muito pela forma que foi usado o discurso do vereador mesmo sabendo-se das suas limitações na forma de se expressar. Sem defesa prévia: conheço o vereador e sei que em nenhum momento e de forma alguma ele seria capaz de excluir os seus conterrâneos. Mas me sinto confortado em ouvir o seu positivo pronunciamento por saber que você, apesar de todo sacrifício, se mantém cidadão preocupado com sua terra. Gostaria de tecer alguns pontos: Buriti, até o presente momento não registrou nenhum resultado positivo para o COVID-19 mas o governo federal enviou R$ 65.000,00 (sessenta e cinco mil reais) e mais 35.000,00 (trinta e cinco mil reais) para que sejam usados em políticas de prevenção da pandemia, além desses recursos, durante todo este mandato já houve mais de 35.000.000,00 (trinta e cinco milhões de reais)transferidos pelos governos federal e estadual para manutenção de todos os programas de saúde de Buriti lamentavelmente o governo municipal faz pouco com seus cidadãos os deixando ao acaso. Nos últimos meses vários casos de negligência médica e de gestores públicos aconteceram, entre elas, o caso do cidadão que foi encontrado desacordado em uma estrada vicinal, socorrido e levado para a clinica administrada pelo município onde foi diagnosticado que o paciente tinha sido vitima de infarto e depois de varias tentativas de reanimação e 6 horas de espera por uma decisão para encaminha-lo a outra unidade de saúde faleceu; outro caso de repercussão foi de uma senhora que recebeu medicação injetável na perna e em poucos dias tiveram que amputa-la ficando com a saúde em piora crescente até a morte; em outro, uma parturiente atendida no posto de saúde por uma médica e uma enfermeira de forma estúpida e desumana que ocasionou a morte do bebê e a mãe doente, padecendo até os dias de hoje. Esses são alguns dos muitos casos de descaso da saúde pública de Buriti, talvez por receio ou até mesmo pânico do que poderia acontecer caso houvesse confirmação de contaminação pelo Corona Vírus em nosso município levou alguns vereadores ou o vereador citado a fazer um discurso duro e, talvez, extremista pensando que só dessa forma conseguiria sensibilizar os governantes e a sociedade para a gravidade de uma tragédia eminente. Depois de tanta discussão alguns servidores da saúde pousaram para fotos na estrada/entrada da cidade usando batas e máscaras de TNT, como se justificassem o valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais) ou alguma ação eficaz que o momento requer. TRISTE! Além dessas atitudes midiáticas e enganosas em outro momento também servidores pousam para fotos da distribuição de cestas básicas para famílias de alunos usando os recursos, conforme autorização do governo federal, de R$ 430.000,00 recebidos só este ano, omitindo então o controle, os itens, a origem, a quantidade, os beneficiados dessa "oferta midiática". Então meu amigo conterrâneo aqui vive-se dessa forma nesses tempos de medo e incerteza, lembrando que tudo isso acontece em um município com aproximadamente 30 mil habitantes, 01 comarca com 01 juiz, 01 ministério público com 01 promotor, 01 delegacia com 01 delegado, 06 policiais militares, 04 policiais civis, 17 guardas municipais e uma câmara municipal com 11 vereadores. Por este motivo que tenho convicção que seria muito difícil se atribuir tantos erros a uma só pessoa. Saudações!

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  2. Rapaz e como é que chamar ai na roça e almoço já fui pra roça chamá e boia mesmo não sei pq tá essa polêmica ele fez isso pro bem da população

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