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quarta-feira, 23 de março de 2016

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POPULAÇÃO MATA SUSPEITO DE DUPLO HOMICÍDIO DE CASAL EM SANTA QUITÉRIA (MA)

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No início da noite da última segunda-feira (21), o suspeito de cometer um duplo homicídio de um casal evangélico, em Santa Quitéria do Maranhão (a 88 km de Buriti), Jonatha Silva Oliveira, conhecido por “Lápis”, foi espancado e linchado pela população daquela cidade.
Lápis, suspeito de autoria do duplo homicídio, foi brutalmente linchado por populares
Segundo a PM, um duplo homicídio ocorreu no povoado Cocal, a 40 km da sede do município de Santa Quitéria/MA, no último sábado (19), sendo as vítimas Leonildo Costa Sousa, 40 anos, residente no povoado Bacuri 2, e sua namorada Nilza, residente no povoado Cocal, ambos eram evangélicos. O corpo de Leonildo foi encontrado pela manhã e o de sua namorada, na parte da tarde. O assassinato do casal, segundo relatos, foi praticado com sinais de crueldade.  De acordo com a polícia, “Lápis” teria degolado suas vítimas.
Indignados com a crueldade do assassino, populares iniciaram a caçada ao suspeito e, assim que o localizaram, começaram uma sessão de linchamento, numa verdadeira cena de barbárie (as imagens são fortes).
Tentativa de capturar o suspeito dos assassinatos.  
Assim que receberam as denúncias sobre o duplo homicídio, a guarnição da PM, formada pelo cabo Aroldo e soldado Monteiro, juntamente com agentes e delegados da Polícia Civil foram averiguar os fatos ocorridos no povoado quiteriense e suas possíveis causas. Os próprios moradores de lá informaram que o autor do assassinato do casal seria Jonatan Silva Oliveira, o conhecido pelos apelidos de “Lápis” ou “jhony” ou “maluco”,
Chegando ao local, foi obtida a informação entre populares que o crime teria sido cometido pelo indivíduo de nome Jonatan Silva Oliveira, vulgo "lápis" ou "jhony" ou "maluco". As pessoas informaram ainda que “Lápis” já teria cometido um crime de estupro e também um assassinato em outra cidade.
A força policial foi à localidade onde, segundo os moradores de Cocal, o suspeito vivia, uma área de difícil acesso que exigiu dos policiais adentrar cerca de 7km à mata.
 Quando a polícia chegou ao local o latido frenético dos cães alertou o “Lápis” que acabou fugindo mata adentro. Em sua casa, ficou um indivíduo de nome Ismael Rodrigues da Costa, vulgo "côco seco", que foi levado preso pela polícia. Em depoimento, ele afirmou que apenas dividia a moradia com o suspeito dos crimes e que não sabia do envolvimento do suspeito com a prática de crimes; porém, para polícia ele pode ter algum tipo de cumplicidade.
Foram apreendidas na casa três espingardas, várias facas, e um facão que teria sido usado pelo suspeito do crime, inclusive com marcas ainda visíveis de sangue, que será submetido a perícia e testes laboratoriais.
A caçada ao suspeito se estendeu por todo dia e só terminou com o pôr do sol, pois a pouca luz dificultava as buscas na mata densa.
 No final da operação, apenas "côco seco" foi levado preso para mais investigações quanto a sua participação ou não no duplo homicídio.
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