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 Agressor foi preso em flagrante, alegou que teve casa invadida pela vítima, e já foi levado para presídio em Chapadinha (MA)

Fabin, vítima da tentativa de homicídio -

Fabio Ferreira, conhecido como Fabin, 30 anos, sofreu uma tentativa de homicídio por volta das 9h30 da manhã de ontem, sexta-feira 09/10. Ele foi atacado por pessoa de aparência jovem, identificada apenas como Wellington, que lhe desferiu um golpe de facão com corte profundo na região da barriga. O fato aconteceu no bairro Alto da Moderação, próximo ao campo do gaúcho.

Wellington, apontado como o agressor; ele alega legitima defesa.

De acordo com informações dos familiares, um homem que dirigia uma caçamba viu a situação, desceu do veículo e impediu que Fabin fosse morto pelo agressor, levando-o no braço até uma casa mais próxima. Lá pediu socorro. Tanto a ambulância quanto a polícia foram acionados para atender a ocorrência. Diante da gravidade dos ferimentos, a vítima foi encaminhada para Hospital da cidade de Caxias, onde passou por cirurgias.

De acordo com relato da família à polícia, Fabin sofre de problemas mentais e não teria motivação conhecida para ser agredido, eles sabem apenas, por relatos de terceiro, que ele teria batido na porta do agressor, este quando saiu já teria logo partido para agressão.

 A polícia prendeu o agressor por tentativa de homicídio. Ele alegou que teve a casa invadida para furto, que tomou o facão que seria da vítima e então desferiu o golpe. O flagrante foi registrado e ele conduzido para presídio em Chapadinha, 75 km de Buriti.

Na tarde do último domingo 16/8, por volta das 17h, a guarnição de serviço em Buriti (MA) recebeu a denúncia de que um indivíduo suspeito, residente na Rua do Sol, centro da cidade, estaria saindo de sua casa para vender drogas.

Dinheiro apreendido junto com o infrator.

De imediato, a viatura da PM deslocou-se até o endereço informado, e, no local, se deparou com o suspeito em uma motocicleta Titan 150 preta, sem placa, então os policiais fizeram uma abordagem e encontraram com ele drogas e uma quantia em dinheiro miúdo.

Moto apreendida com o suspeito.

O homem recebeu voz de prisão e foi conduzido para a DPC junto com o entorpecente, a motocicleta e o dinheiro apreendido.

MATERIAL APREENDIDO:

1 - Uma motocicleta Titan preta, chassi final nº. 78160;

2 - R$ 235,00 (duzentos e trinta e cinco reais) em dinheiro;

3 – Três pedras de crack;

4 – Três trouxas de maconha.

 


Na quinta-feira 23/7, a Polícia Civil do Maranhão por intermédio das Delegacias de Buriti e Coelho Neto deflagraram uma operação policial cujo objetivo era dar cumprimento a mandados de prisão preventiva de pessoas investigadas pelo envolvimento com o tráfico de drogas na região.

As investigações tiveram início a partir da prisão de um homem no dia 31 de maio de 2020 com certa quantidade droga (crack). Na ocasião, a Guarda Civil Municipal de Buriti realizava rondas ostensivas à beira da rodovia MA-034, trecho Buriti-Duque Bacelar, no final da Rua da Bandeira, quando um motociclista foi abordado e submetido a revista pessoal momento em que empreendeu fuga a pé, dispensando um invólucro. O homem foi prontamente capturado, constatando-se que o material dispensado era droga (crack), o que culminou com sua autuação em flagrante delito.

Posteriormente, as equipes de investigação das Delegacias de Buriti e Coelho Neto, em trabalho conjunto, apuraram que esse homem fazia o transporte de entorpecente da cidade de Coelho Neto para a cidade de Buriti, abastecendo dois movimentados pontos de vendas de drogas instalados no final da Rua da Bandeira e no Bairro Bacuri. Com o desenrolar dos trabalhos, foram identificados os fornecedores de entorpecentes em Coelho Neto e os revendedores na cidade Buriti. Catalogados tais elementos de prova, a Autoridade Policial local representou pela prisão preventiva dos investigados, o que teve parecer favorável do Ministério Público, havendo, então, o deferimento judicial da medida. Na quinta-feira 23/7, Policiais Civis e Militares cumpriram dois mandados de prisão preventiva em Buriti, enquanto uma outra equipe de Policiais Civis cumpriu um mandado de prisão preventiva em Coelho Neto. Em continuação a esse trabalho, ontem (24) foi cumprido mais um mandado de prisão na cidade de Caxias. Ao todo, quatro pessoas investigadas por tráfico de drogas na região foram presas e encaminhadas às Unidade Prisionais de Chapadinha/MA e Caxias/MA.

 A Polícia Civil do Maranhão não mede esforços para desempenhar o seu papel na aplicação da Lei. Para isso, a cooperação da comunidade, destinatária final da segurança pública, é de suma importância na investigação criminal. Quando a Polícia e Sociedade estão unidas, não há delinquência que prospere.


Na tarde da última quarta-feira 22/7, por volta das 14h30, a guarnição da PM de Palestina (Brejo/MA) obteve informação de que teria um indivíduo suspeito viajando em um micro-ônibus oriundo de Teresina-PI, com destino a cidade de Santa Quitéria do Maranhão (MA). Com a denúncia, a guarnição daquela localidade entrou em contato com a guarnição de plantão da cidade de Brejo (MA), que, em atitude contínua, conseguiu interceptar o transporte e abordar o suspeito.

Após busca minuciosa conseguiram encontrar uma quantidade significativa de entorpecentes com o indivíduo. Questionado sobre a origem das drogas, ele disse que era oriunda de Teresina/PI, com distribuição nas cidades maranhenses de Brejo, Santa Quitéria e Bacabal. Ele informou ainda que possuía várias passagens pela polícia, aliás, ele encontra-se com uma bolsa de colostomia, referente a um tiro sofrido em decorrência de um assalto.

O indivíduo foi preso e conduzido à DPC de Brejo, juntamente com o material apreendido, para que sejam tomadas as devidas providências.

 MATERIAL APREENDIDO:

- Sete pedras de crack (aproximadamente meio kg);

- Um Iphone com fone de ouvido e carregador.

- R$ 68,50 (sessenta e oito reais e cinquenta centavos) em dinheiro;

- Uma porta cédula contendo documentos pessoais.

Na manhã da última sexta-feira 17/7, a guarnição de serviço recebeu uma denúncia de tráfico de drogas no bairro Aeroporto, em Anapurus-MA, cidade a 45 km de Buriti-MA. A equipe policial montou uma campana próximo ao endereço indicado, onde constatou a veracidade dos fatos.

Ao chegar à residência, dois suspeitos observaram a presença da Polícia Militar e empreenderam fuga pelo quintal, em direção a um matagal, porém a guarnição agiu rápido e os indivíduos foram capturados. Após busca minuciosa da PM na casa, foram encontrados grande quantidade de drogas e uma arma de fogo Modelo Espingarda, Cal. 12 de fabricação artesanal.

Os indivíduos receberam voz de prisão, onde foram conduzidos e apresentados pela guarnição na Delegacia de polícia Civil em Chapadinha-MA, junto com as drogas e a arma de fogo, para os procedimentos cabíveis.

 

MATERIAL APREENDIDO
- 57 (cinquenta e sete) pedras de crack pronta para distribuição;
- 01 (uma) pedra grande de crack;
- 01 (uma) arma de fabricação caseira cal.12;
- 04 (quatro) munições intactas de cal. 20;
- 05 (cinco) Reais;
- 01 (um) facão.

 


policial militar aposentado Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro e amigo do presidente Jair Bolsonaro, foi preso na manhã desta quinta-feira 18/6 em Atibaia, no interior de São Paulo. O mandado de prisão foi expedido pela Justiça do Rio de Janeiro — ele não era considerado foragido.
                                                                                                               Foto/crédito: Carta Capital
Queiroz estava em um imóvel do advogado Frederick Wassef, responsável pelas defesas de Flávio e do presidente Bolsonaro. Wassef é figura constante no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, e em eventos no Palácio do Planalto.
Advogado Wassef, dono do imóvel onde Queiroz foi achado.
A Operação Anjo, batizada com esse nome por causa do apelido de Wassef entre os investigados, foi coordenada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, que indicou o paradeiro de Queiroz aos policiais de São Paulo. O ex-assessor de Flávio foi transferido para o Rio de Janeiro ainda na manhã de quinta-feira.
Queiroz é investigado por participação em suposto esquema de "rachadinha" na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro. "Rachadinha" é quando funcionários são coagidos a devolver parte de seus salários. O filho de Bolsonaro foi deputado estadual de fevereiro de 2003 a janeiro de 2019.
Ainda não houve denúncia, e a suspeita é de interferência de Queiroz nas investigações da Promotoria, por isso a prisão preventiva. A mulher dele, Márcia Aguiar, que foi assessora de Flávio na Assembleia, também teve a prisão decretada —ela não foi encontrada em seu endereço e é considerada foragida.
Tanto Wassef como a família Bolsonaro afirmavam que não tinham contato com Queiroz desde que o suposto esquema de "rachadinha" no gabinete do então deputado Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio veio à tona, no final de 2018.
Flávio é investigado desde janeiro de 2018 sob a suspeita de recolher parte do salário de seus subordinados na Assembleia do Rio de 2007 a 2018. Os crimes em apuração são peculato, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e organização criminosa.
Parte das provas que embasaram o pedido de prisão deferido do juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, foram obtidas por mensagens encontradas nos celulares apreendidos junto a familiares de Queiroz em dezembro, quando houve busca e apreensão.
Nelas, os promotores identificaram a atuação do PM aposentado como um coordenador de atos para dificultar as investigações.
Um dos alvos da investigação é Matheus Azeredo, funcionário de baixo escalão da Assembleia que trabalha no Departamento de Legislação de Pessoal. O setor tem entre suas atribuições atestar o controle de ponto de funcionários da Casa.
Segundo a Folha apurou, Azeredo é um dos personagens centrais na manipulação de provas sobre possíveis funcionários fantasmas do antigo gabinete de Flávio na Assembleia. De acordo com a investigação, a remuneração desses assessores, em quase sua totalidade, também alimentava a "rachadinha".
Uma das suspeitas de ser funcionária fantasma é Márcia Aguiar, mulher de Queiroz. Ela esteve lotada no gabinete de Flávio por dez anos, nunca teve crachá da Assembleia e se identificou como cabeleireira num processo de violência doméstica contra o marido.
Outra suspeita de ser funcionária fantasma da Assembleia é Luiza Souza Paes, que também teve aplicada contra ela as mesmas medidas impostas a Azeredo. Ela trabalhou por um ano no gabinete de Flávio, tendo permanecido na Alerj por mais cinco. Ao longo de todo o período, transferiu 80% dos salários para Queiroz, de acordo com os promotores.
 A apuração relacionada ao senador Flávio Bolsonaro começou após relatório do antigo Coaf, hoje ligado ao Banco Central, indicar movimentação financeira atípica de Fabrício Queiroz, seu ex-assessor e amigo do presidente Jair Bolsonaro.
Senador Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz e Jair Bolsonaro. Foto: reprodução/redes sociais
Além do volume movimentado, de R$ 1,2 milhão em um ano, chamou a atenção a forma com que as operações se davam: depósitos e saques em dinheiro vivo em datas próximas do pagamento de servidores da Assembleia.
Queiroz afirmou que recebia parte dos valores dos salários dos colegas de gabinete. Ele diz que usava esse dinheiro para remunerar assessores informais de Flávio, sem conhecimento do então deputado estadual. A sua defesa, contudo, nunca apontou os beneficiários finais dos valores.
Jair Bolsonaro e Queiroz se conhecem desde 1984. Queiroz foi recruta do agora presidente na Brigada de Infantaria Paraquedista, do Exército. Depois, Bolsonaro seguiu a carreira política, e Queiroz entrou para a Polícia Militar do Rio de Janeiro, de onde já se aposentou.
Queiroz, que foi nomeado em 2007 e deixou o gabinete de Flávio no dia 15 de outubro de 2018, é amigo de longa data do atual presidente. Entre as movimentações milionárias que chamaram a atenção na conta de Queiroz está um cheque de R$ 24 mil repassado à primeira-dama, Michelle Bolsonaro.
Segundo o presidente, esse montante chegava a R$ 40 mil e o dinheiro se destinava a ele. Essa dívida não foi declarada no Imposto de Renda. Bolsonaro afirmou ainda que os recursos foram para a conta de Michelle porque ele não tem "tempo de sair".
QUESTÕES AINDA SEM RESPOSTA NO CASO QUEIROZ
Quem eram os assessores informais que Queiroz afirma ter remunerado com o salário de outros funcionários do gabinete de Flávio?
Por que o único assessor que prestou depoimento ao Ministério Público do Rio de Janeiro não confirmou a versão de Queiroz?
Como Flávio desconhecia as atividades de um dos seus principais assessores por dez anos?
Por qual motivo Jair Bolsonaro emprestou dinheiro a alguém que costumava movimentar centenas de milhares de reais?
De que forma foi feito esse empréstimo pelo presidente e onde está o comprovante da transação?
Onde estão os comprovantes da venda e compra de carros alegadas por Queiroz?
Por que há divergência entre as datas do sinal descrita na escritura de permuta de imóveis com o atleta Fábio Guerra e as de depósito em espécie fracionado na conta de Flávio?

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