ULTIMAS NOTÍCIAS
Carregando...
Mostrando postagens com marcador corrupção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador corrupção. Mostrar todas as postagens

 Operação foi deflagrada nesta manhã (23) e cumpre seis mandados de busca e apreensão.

Polícia Federal está cumprindo seis mandados de busca e apreensão expedidos pelo Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão — Foto: Reprodução/TV Mirante

DO G1 MA


A Polícia Federal (PF) cumpriu seis mandados de busca e apreensão na manhã desta quarta 23/12, em Morros, a 301 km de Buriti (MA), em uma operação contra corrupção eleitoral.

 

Segundo a PF, a investigação apontou que um dos candidatos a prefeito e um candidato a vereador teriam comprado votos na véspera e no dia da votação em Barreirinhas.

 

De acordo com a Polícia Federal, um eleitor chegou a filmar um candidato a vereador e a esposa de um dos candidatos a prefeito oferecendo dinheiro e um veículo em troca do apoio do eleitor e de sua família.

 

Os materiais apreendidos serão analisados e os investigados podem ser indiciados por crime de corrupção eleitoral com pena que pode chegar a quatro anos de prisão, além de multa.


Alvo da Polícia Federal em investigação sobre suposto desvio de emendas parlamentares, o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL), destinou R$15.940.454,00 a dezesseis municípios maranhenses. O Blog Diego Emir fez um levantamento e trouxe as informações de quais cidades foram contempladas. 

Coincidentemente das 16 prefeituras que receberam emendas parlamentares de Josimar de Maranhãozinho, 14 possuem prefeitos filiados ao PL, partido ao qual ele é presidente e apenas um do PDT, mas que tinha a vice-prefeita do PL e outro do PSDB. 

Dos prefeitos contemplados com emendas parlamentares vários foram reeleitos esse ano é o caso de Claudia Silva em Monção; Dr Erivelton em Carolina; Gilberto Braga em Luís Domingues; Zé de Dário em Centro do Guilherme; Roberto do Posto em Governador Newton Bello; Almeida em Igarapé do Meio e Josinha Cunha em Zé Doca. 

E outro fato que chama atenção é que vários trocaram de partidos, ou seja, as emendas ainda podem ter sido negociadas também na troca partidária. Veja os que trocaram de partido: Dr Erivelton era do Solidariedade; Ivone Pinho era do PSD; Tate do Ademar era do PSDB; Claudio Cunha era do PV; Roberto do Posto era do PCdoB; Almeida era do PCdoB e Edijacir Leite era do PP.

 

CONFIRA A LISTA COMPLETA:

1.                Monção – R$1.000.000,00 – Prefeita Claudia Silva – PL

2.                Luís Domingues – R$500.000,00 – Prefeito Gilberto Braga – PSDB

3.                Centro do Guilherme – R$1.000.000,00 – Prefeito Zé de Dário – PL

4.                Presidente Médici – R$300.000,00 – Prefeita Ivone Pinho – PL

5.                Amapá do Maranhão – R$300.000,00 – Prefeita Tate do Ademar – PL

6.                Apicum-Açu – R$1.000.000,00 – Prefeito Claudio Cunha – PL

7.                Araguanã – R$1.000.000,00 – Prefeito Valmir Amorim – PL

8.                Carutapera – R$750.000,00 – Prefeito André Dourado – PL

9.                Governador Newton Bello – R$500.000,00 – Prefeito Roberto do Posto – PL

10.           Igarapé do Meio – R$1.000.000,00 – Prefeito Almeida – PL

11.           Lago do Rodrigues – R$750.000,00 – Prefeito Edijacir Leite – PL

12.           Olho d´Água das Cunhãs – R$500.000,00 – Prefeito Rodrigo Oliveira – PDT

13.           Zé Doca – R$4.340.454,00 – Prefeita Josinha Cunha – PL

14.           Maranhãozinho – R$1.000.000,00 – Prefeito Auricélio – PL

15.           Pedro do Rosário – R$1.000.000,00 – Prefeito Raimundo Antônio – PL

16.           Carolina – R$1.000.000,00 – Prefeito Dr Erivelton

 

 

Fonte: Blog Diego Emir

No entanto, a Polícia Federal diz que os vídeos estão sob sigilo, determinado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que já autorizou o bloqueio de R$ 6 milhões das contas do deputado.
O deputado Josimar Maranhãozinho guardava em sua casa cerca de R$ 2 milhões. PF investiga participação do parlamentar no desvio de verba na área da Saúde. Foto: Reprodução internet

 *Do G1 MA/Por Alex Barbosa, TV Mirante — São Luís

 A Polícia Federal afirmou que possui vídeos que mostram a entrega para Josimar de Maranhãozinho (PL) de parte do dinheiro da saúde que teria sido desviado pelo deputado. No entanto, essas imagens estão em sob sigilo determinado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Ao todo, a PF investiga o desvio de cerca de R$ 15 milhões da saúde entre abril e dezembro de 2020 em uma operação chamada 'Descalabro', por conta da quantidade de dinheiro desviado da saúde em pleno período de pandemia da Covid-19.

Nesta quarta-feira 9/12, 98 policiais federais cumpriram 27 mandados de busca e apreensão no Maranhão e cidades do interior, incluindo endereços ligados a Josimar de Maranhãozinho. Cerca de R$ 2 milhões foram encontrados.

 Ainda segundo a Polícia Federal, Josimar estaria envolvido em um esquema de corrupção em que ele conseguia verbas da saúde - via emendas parlamentares - para vários municípios, mas parte do dinheiro era desviado e entrega ao próprio deputado.

Segundo as investigações, as Prefeituras que recebiam a verba faziam contratos fictícios com empresas de fachada, criadas em nomes de laranjas, mas que na verdade pertenciam ao próprio deputado.

O dinheiro depositado nas contas das empresas era sacado em espécie e entregue no escritório parlamentar de Josimar de Maranhãozinho, em São Luís. Em uma investigação iniciada pela Polícia Federal, há quatro meses, a PF fiz que conseguiu constatar os desvios, acompanhar os saques e realizar o registro de áudio e vídeo da distribuição dos valores no escritório regional do deputado.

O OUTRO LADO

Em nota, a assessoria de Josimar de Maranhãozinho afirmou que o deputado foi 'surpreendido' com a operação em sua casa. Diz ainda que o parlamentar está tranquilo e se coloca à disposição da Justiça para elucidar os fatos.

Sobre os desvios de recursos, a assessoria do deputado diz que Josimar destinou mais de R$ 15 milhões aos municípios maranhenses, mas os recursos foram distribuídos e aplicados de forma legal. O dinheiro encontrado, segundo o deputado, não ultrapassa o teto informado à Receita, por meio da Declaração do Imposto 2020.

A assessoria conta ainda que o montante em espécie encontrado na casa e escritório do deputado é referente a atividade pecuária e empresarial.

O deputado federal Josimar de Maranhãozinho emitiu uma nota de esclarecimento acerca da operação da Polícia Federal nesta quarta-feira 9/12, no Maranhão. O parlamentar sugere que é alvo de perseguição política.

NOTA DE ESCLARECIMENTO – deputado federal Josimar Maranhãozinho

Acerca de matérias jornalísticas publicadas na imprensa maranhense, tratando de operação deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (09), cujo alvo foi o deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL), em respeito à sociedade maranhense, a assessoria de comunicação do parlamentar faz este comunicado com base nos esclarecimentos abaixo narrados, para que se restabeleça a verdade dos fatos, equivocadamente divulgados em blogs, portais e emissoras de rádio e tv:

1 – O deputado federal Josimar Maranhãozinho foi tomado de surpresa em relação à operação realizada pela Polícia Federal nesta quarta-feira (09). O parlamentar está tranquilo e se coloca inteiramente à disposição da Justiça para elucidar qualquer fato que seja necessário;

2 – Como não tem nada a temer, Maranhãozinho reafirma, como sempre, seu total apoio à apuração dos fatos, desde que respeitados o devido processo legal e o amplo direito de defesa;

3 – Lembra ainda que, como deputado federal destinou mais de R$ 15 milhões aos municípios maranhenses, mas os recursos foram distribuídos e aplicados de forma legal prova disso, por exemplo, que o relator do inquérito na Justiça Federal não teria encontrado nenhum indício que pudesse autorizar prisão de algum dos investigados;

4 – O deputado estranho que a operação tenha surgido justamente, pouco tempo depois de reafirmar sua candidatura ao governo em 2022 e, coincidentemente, a uma semana após ser alvo de uma série de ataques dos adversários onde alguns, inclusive, chegaram a usar as redes sociais para comemorar ação de hoje, enquanto outros usaram seus assessores para anunciar em blogs, antecipadamente, que ele seria alvo da PF;

5 – Sobre o dinheiro encontrado em sua casa e escritório, esclarece que não existe nenhuma irregularidade já que o montante sequer ultrapassa o teto, informado à Receita, por meio da Declaração do Imposto 2020. Além disso, cabe informar ainda que o montante, em espécie, que foi encontrado em seu poder são oriundos de sua atividade pecuária e empresarial, fatos que serão comprovados posteriormente;

6 – Por fim, para comprovar a veracidade dos fatos, anexamos cópias dos IR 2020 e do relatório de convênios assinados com recursos de emendas. Reitera que a sociedade maranhense pode continuar confiando na sua conduta, na certeza de que uma apuração isenta e justa resultará no pleno esclarecimento das denúncias. Além disso, o deputado reafirma que não irão lhe intimidar quanto ao seu desejo de concorrer na disputa majoritária de daqui a dois anos.

 

 Segundo a PF, esquema investigado teria desviado dinheiro de emendas parlamentares destinadas à área da saúde do estado desde abril. A PF encontrou na casa do deputado cerca de R$ 2 milhões em dinheiro vivo.

O deputado Josimar Maranhãozinho guardava em sua casa cerca de R$ 2 milhões. PF investiga participação do parlamentar no desvio de verba na área da Saúde. Foto: Reprodução internet

 O deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL) é alvo de mandado de busca e apreensão na manhã desta quarta 9/12 em uma operação da Polícia Federal que apura desvio de dinheiro de emendas parlamentares da área da saúde no estado. Estima-se que a fraude pode ter gerado prejuízo de R$ 15 milhões aos cofres públicos desde abril. A PF encontrou na casa do deputado cerca de R$ 2 milhões em dinheiro vivo.

A PF não confirmou o nome do parlamentar ao G1, mas a investigação da PF apontou que um deputado destinou emendas parlamentares para os municípios do interior do Estado do Maranhão, onde tem reduto eleitoral e que, os Fundos Municipais de Saúde, ao receberam os recursos, firmaram contratos fictícios com empresas “de fachada” que pertencem ao político, mas estariam em nome de 'laranjas', desviando, assim, o dinheiro público.

Depois, ainda segundo a polícia, essas empresas faziam saques e o dinheiro era entregue ao deputado, no seu escritório regional parlamentar em São Luís.

Em uma investigação iniciada pela Polícia Federal, há quatro meses, conseguiu-se não apenas constatar os desvios, como também acompanhar os saques e realizar o registro de áudio e vídeo da distribuição dos valores no escritório regional do parlamentar.

Mas a suspeita dos investigadores é que o esquema comandado por Maranhãozinho seja muito maior, envolvendo outros parlamentares e prefeitos.

Levantamento obtido pelo site O Antagonista mostra que, só em 2019, o deputado empenhou mais de R$ 75 milhões em emendas para ações da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) – quase 20% de todos os recursos que a empresa obteve por meio de emendas e termos de execução descentralizada (TED).

O dinheiro teria sido destinado a obras de pavimentação, compra de tratores e escavadeiras, caminhão pipa e outros serviços, nos municípios de Maranhãozinho, Centro do Guilherme, Zé Doca, Igarapé do Meio, Araguanã, Lago dos Rodrigues, Coroatá, São Matheus, Monção, Codó e Colinas.

A investigação corre em sigilo perante o Supremo Tribunal Federal.

O Ministro Ricardo Lewandowski autorizou o cumprimento nesta operação de 27 de mandados de busca e apreensão na cidade de São Luís e no interior do Maranhão, determinando o bloqueio de mais de R$ 6 milhões em patrimônio do parlamentar federal, entre outras medidas diversas da prisão.

O trabalho contou com a participação de 98 policiais federais. As penas se somadas podem chegar a 34 anos. O nome da operação foi dado em razão do prejuízo pesado causado aos cofres públicos em plena época de pandemia.

 

Candidatos do Partido Liberal, de Josimar de Maranhãozinho, receberam fundos de emenda partidária

Josimar Maranhãozinhão em convite da Convenção partidária
que confirmou Arnaldo como candidato do PL em Buriti/MA.

Candidatos do Partido Liberal (PL), no qual Josimar de Maranhãozinho é presidente estadual, receberam fundos da emenda partidária nas Eleições de 2020. Segundo informações disponíveis no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Arnaldo Cardoso, prefeito eleito de Buriti/MA, recebeu R$100.000,00. Já Julinho, eleito em São José de Ribamar, recebeu R$160.000,00 e Fred Campos, candidato a Prefeitura de Paço de Lumiar, R$150.000,00.

Arnaldo Cardoso, prefeito eleito do PL em Buriti/MA, recebeu 100 mil reais do Fundo Partidário.

  FONTE: G1 MA, O Antagonista, Comunicação Social da PF/MA


 Acusado de peculato, lavagem de dinheiro e de liderar organização criminosa, Senador usou R$ 2,7 milhões em dinheiro vivo.

 O Ministério Público do Rio (MP-RJ) denunciará ao Tribunal de Justiça do Rio o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e seu ex-assessor Fabrício Queiroz, subtenente da reserva da Polícia Militar.

Flávio é apontado como líder da organização criminosa, e Queiroz, como o operador do esquema de corrupção que funcionava no antigo gabinete na Assembleia Legislativa. Ambos foram acusados pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A denúncia possui cerca de 300 páginas.

Promotores afirmam, com base nos dados das quebras de sigilo bancário e fiscal, que o senador utilizou ao menos R$ 2,7 milhões em dinheiro vivo do esquema das rachadinhas. O senador teria usado ainda três métodos para lavar o dinheiro.

O esquema de rachadinha na Alerj já era investigado há mais de dois anos.

Fonte: O globo/editado às 21h24 para correção de informações.

policial militar aposentado Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro e amigo do presidente Jair Bolsonaro, foi preso na manhã desta quinta-feira 18/6 em Atibaia, no interior de São Paulo. O mandado de prisão foi expedido pela Justiça do Rio de Janeiro — ele não era considerado foragido.
                                                                                                               Foto/crédito: Carta Capital
Queiroz estava em um imóvel do advogado Frederick Wassef, responsável pelas defesas de Flávio e do presidente Bolsonaro. Wassef é figura constante no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, e em eventos no Palácio do Planalto.
Advogado Wassef, dono do imóvel onde Queiroz foi achado.
A Operação Anjo, batizada com esse nome por causa do apelido de Wassef entre os investigados, foi coordenada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, que indicou o paradeiro de Queiroz aos policiais de São Paulo. O ex-assessor de Flávio foi transferido para o Rio de Janeiro ainda na manhã de quinta-feira.
Queiroz é investigado por participação em suposto esquema de "rachadinha" na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro. "Rachadinha" é quando funcionários são coagidos a devolver parte de seus salários. O filho de Bolsonaro foi deputado estadual de fevereiro de 2003 a janeiro de 2019.
Ainda não houve denúncia, e a suspeita é de interferência de Queiroz nas investigações da Promotoria, por isso a prisão preventiva. A mulher dele, Márcia Aguiar, que foi assessora de Flávio na Assembleia, também teve a prisão decretada —ela não foi encontrada em seu endereço e é considerada foragida.
Tanto Wassef como a família Bolsonaro afirmavam que não tinham contato com Queiroz desde que o suposto esquema de "rachadinha" no gabinete do então deputado Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio veio à tona, no final de 2018.
Flávio é investigado desde janeiro de 2018 sob a suspeita de recolher parte do salário de seus subordinados na Assembleia do Rio de 2007 a 2018. Os crimes em apuração são peculato, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e organização criminosa.
Parte das provas que embasaram o pedido de prisão deferido do juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, foram obtidas por mensagens encontradas nos celulares apreendidos junto a familiares de Queiroz em dezembro, quando houve busca e apreensão.
Nelas, os promotores identificaram a atuação do PM aposentado como um coordenador de atos para dificultar as investigações.
Um dos alvos da investigação é Matheus Azeredo, funcionário de baixo escalão da Assembleia que trabalha no Departamento de Legislação de Pessoal. O setor tem entre suas atribuições atestar o controle de ponto de funcionários da Casa.
Segundo a Folha apurou, Azeredo é um dos personagens centrais na manipulação de provas sobre possíveis funcionários fantasmas do antigo gabinete de Flávio na Assembleia. De acordo com a investigação, a remuneração desses assessores, em quase sua totalidade, também alimentava a "rachadinha".
Uma das suspeitas de ser funcionária fantasma é Márcia Aguiar, mulher de Queiroz. Ela esteve lotada no gabinete de Flávio por dez anos, nunca teve crachá da Assembleia e se identificou como cabeleireira num processo de violência doméstica contra o marido.
Outra suspeita de ser funcionária fantasma da Assembleia é Luiza Souza Paes, que também teve aplicada contra ela as mesmas medidas impostas a Azeredo. Ela trabalhou por um ano no gabinete de Flávio, tendo permanecido na Alerj por mais cinco. Ao longo de todo o período, transferiu 80% dos salários para Queiroz, de acordo com os promotores.
 A apuração relacionada ao senador Flávio Bolsonaro começou após relatório do antigo Coaf, hoje ligado ao Banco Central, indicar movimentação financeira atípica de Fabrício Queiroz, seu ex-assessor e amigo do presidente Jair Bolsonaro.
Senador Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz e Jair Bolsonaro. Foto: reprodução/redes sociais
Além do volume movimentado, de R$ 1,2 milhão em um ano, chamou a atenção a forma com que as operações se davam: depósitos e saques em dinheiro vivo em datas próximas do pagamento de servidores da Assembleia.
Queiroz afirmou que recebia parte dos valores dos salários dos colegas de gabinete. Ele diz que usava esse dinheiro para remunerar assessores informais de Flávio, sem conhecimento do então deputado estadual. A sua defesa, contudo, nunca apontou os beneficiários finais dos valores.
Jair Bolsonaro e Queiroz se conhecem desde 1984. Queiroz foi recruta do agora presidente na Brigada de Infantaria Paraquedista, do Exército. Depois, Bolsonaro seguiu a carreira política, e Queiroz entrou para a Polícia Militar do Rio de Janeiro, de onde já se aposentou.
Queiroz, que foi nomeado em 2007 e deixou o gabinete de Flávio no dia 15 de outubro de 2018, é amigo de longa data do atual presidente. Entre as movimentações milionárias que chamaram a atenção na conta de Queiroz está um cheque de R$ 24 mil repassado à primeira-dama, Michelle Bolsonaro.
Segundo o presidente, esse montante chegava a R$ 40 mil e o dinheiro se destinava a ele. Essa dívida não foi declarada no Imposto de Renda. Bolsonaro afirmou ainda que os recursos foram para a conta de Michelle porque ele não tem "tempo de sair".
QUESTÕES AINDA SEM RESPOSTA NO CASO QUEIROZ
Quem eram os assessores informais que Queiroz afirma ter remunerado com o salário de outros funcionários do gabinete de Flávio?
Por que o único assessor que prestou depoimento ao Ministério Público do Rio de Janeiro não confirmou a versão de Queiroz?
Como Flávio desconhecia as atividades de um dos seus principais assessores por dez anos?
Por qual motivo Jair Bolsonaro emprestou dinheiro a alguém que costumava movimentar centenas de milhares de reais?
De que forma foi feito esse empréstimo pelo presidente e onde está o comprovante da transação?
Onde estão os comprovantes da venda e compra de carros alegadas por Queiroz?
Por que há divergência entre as datas do sinal descrita na escritura de permuta de imóveis com o atleta Fábio Guerra e as de depósito em espécie fracionado na conta de Flávio?

Odonto Company Buriti - Rua da Bandeira, nº 25, salas 10 e 11, Centro.

BIOLAB - Rua Antônio Pereira Mourão, em frente ao HTB(Clínica)

PAINEL DO LEITOR - COMENTÁRIOS RECENTES