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O Setor Educacional de Buriti, vem quase continuamente sofrendo perdas irreparáveis de membros do Magistério que Abalaram Emocionalmente os integrantes desta Categoria e do Alunado, num primeiro plano, pois na VERDADE o sentimento de DOR e de PERDA atingiu toda a população do Município, que no diminuto espaço de menos de uma semana perdeu dois Excelentes Educadores pelo elevado senso profissionalismo vocacionado e estilos humanamente divinais, porquanto blindados de muito AMOR. Subiram para o Jardim Celestial o laureado Professor JOSÉ FILHO, como ficou gravado nas mentes, nas almas e nos corações de todos quantos o conheceram e com ele conviveram.

 JOSÉ ALVES DOS SANTOS, nome recebido na Pia Batismal, popularizou-se como um abnegado amante da ARTE Santa de ENSINAR e de APRENDER, ligado física e mentalmente aos livros e à leitura diária, dos quais colhia frutos diários do Saber e os distribuía aos seus alunos e amigos pois os tinha em profusão, como ficou comprovado com a presença da grande Multidão Comovida e Chorosa, que acompanhou o seu féretro desde a cidade de Coelho Neto até à sua residência e posteriormente a sua última morada terrena.

A rua onde se situa a sua residência ficou completamente repleta dos seus amigos e admiradores e o tema das conversas era único: sim, ele foi um génio da educação e da cultura que as VIVIA como se estivesse permanente num grande Teatro, embora não fosse uma mera interpretação, era sim uma VIVENCIAÇÃO, era o seu JEITO, o seu cotidiano, SER PROFESSOR. Juntei-me aos que lhe prestavam a Derradeira Homenagem, também comovi-me e também Chorei, depois de dar a minha palavra de alento á mãe e a à irmã dele, retirando-me em seguida para dar vazão às lágrimas de Tristeza e de Saudade.

 A Professora LUCILENE SOUSA DE CARVALHO, também comprovadamente uma abnegada, que faleceu ontem e também teve o seu ataúde acompanhado por uma multidão Emocionada e Chorosa, recebeu uma homenagem bela e grandiosa ontem e hoje com uma Missa de Corpo Presente na Igreja Matriz de Sant'Ana, onde vários colegas de magistério dissertaram sobre a sua vida profissional que a fez ser desde sempre vista por Eles e pela nossa Gente como um ser ornado de ouro, por ter tido durante todo o seu CAMINHAR, embora curto, pois feneceu ainda jovem, dedicada à Educação, especificamente na difícil, mas a bela Arte de Ensinar e aos sagrados serviços de DEUS, pois foi uma fiel Católica que desempenhou seus serviços a bem da Paróquia e da nossa população.

 O seu nome também nunca será esquecido, porque a sua Obra fantástica que nos deixa como legado que se insere na História da nossa Buriti querida é imorredora.

 Eu, embora tenha preservado durante toda a minha vida até hoje um padrão de altivez, que às vezes me confundem simplesmente como muito durão, sou racional e humano, tenho um profundo sentimento nativista sadio de AMOR ao meu TORRÃO SAGRADO e a minha Gente em geral, e tendo sido um Professor por 16 anos, mesmo sem brilho, tenho muito APREÇO pelos que fazem parte deste mister.

 Acordei hoje ao som dos cânticos sacros transmitido da Missa de Corpo Presente da inesquecível Professora LUCILENE, nas vozes de alguns dos seus Colegas de labor. Acompanhado desses cânticos, também em sintonia com eles, os soluços copiosos da minha Esposa Andréa. Tentei confortá-la, porém não consegui falar, a minha voz embarcou. Fiquei somente na leve carícia e libertei as lágrimas que se misturarem com as dela.

 Ah, Queridos e SAUDOSOS Professor ZÉ FILHO e Professora LUCILENE, a nossa Buriti querida que VOCÊS tanto Amaram e a ela se Dedicaram, hoje se transformou num extenso e dolorido VALE DE LÁGRIMAS, mesmo que tenhamos a CERTEZA de que VOCÊS agora estão Bem.

Recebam a minha Homenagem Póstuma e o Título Simbólico de PROFESSOR E PROFESSORA MESTRES ETERNOS DE BURITI.


SOBRE O AUTOR

É buritiense, ardoroso amante da sua terra, deu seus primeiros passos no velho Grupo Escolar Antônia Faria, cursou o Ginásio Industrial na Escola Técnica Federal do Maranhão e Científico no Liceu piauiense e no Liceu maranhense, bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito/UFMA, é advogado inscrito na OAB/MA, ativo, Pós-graduado em Direito Civil, Direito Penal e Curso de Formação de Magistrado pela Escola de Magistrados do Maranhão, Delegado de Polícia Civil, Classe Especial, aposentado, exerceu todos os cargos de comando da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, incluindo o de Secretário. Detesta injustiça de qualquer natureza, principalmente contra os pobres e oprimidos, com trabalho realizado em favor destes, inclusive na Comarca de Buriti.

Num passado longínquo que a minha memória guardou e hoje eu relembro com saudade, havia um Espetáculo que divertia a população da minha Buriti Querida diariamente por meia hora, começando exatamente as seis horas da tarde, sendo encerrado às seis e meia, como se dizia na época . Era protagonizado pelas Andorinhas, aves passeriformes, de beleza, elegância e agilidade em seu voo e pelos Morcegos, animais sinantrópicos, sem beleza física, tidos como perigosos, embora não o fossem, aqueles não eram. As duas espécies habitavam as matas dos morros localizados por traz da Igreja de Sant'Ana e se abrigavam sob o seu telhado.

Infalivelmente todos os dias em parceria, as Andorinhas e os Morcegos saiam pela janela abaixo da Torre da Igreja, num voo acrobático cadenciado, como que treinados para não decepcionar os espectadores, eu era um deles, que delirava diante das manobras perfeitas, no espaço aéreo entre a Igreja e a Casa Paroquial, sobre a Praça Felinto Faria, era um encanto para os que assistiam aquela linda exibição, presente da NATUREZA através desses viventes maravilhosos. Dava vontade de agradecer a eles, que se recolhiam após cada apresentação e nos deixavam a sensação de os ouvirmos dizerem: amanhã voltaremos no mesmo horário, esperem-nos!

Eu, criança, não só imaginava, mas acreditava que, por serem eles criaturas de DEUS, como todos os seres que existem no Céu e na Terra, eles também nos ouviam dizermos empolgados : OBRIGADO, estaremos os esperando pois VOCÊS são fantásticos! E no dia seguinte e por todo o mês, durante o ano inteiro aquela EQUIPE de artistas divinos, voltavam voluntariamente, como fiéis e diletos amigos, a nos encantar.

Os anos e o tempo seguiam em compasso harmônico, as benditas Andorinhas e os benditos Morcegos, gratuitamente continuaram a nos premiar com aquela diversão ímpar no Reino deles, na nossa Cidade e nas nossas VIDAS. Não dispúnhamos do avanço tecnológico de hoje e por isso, filmávamos e fotografávamos o espetáculo no recôndito mais seguro que possuímos, nas nossas mentes.

Cresci em tamanho, em idade e transformei-me cidadão, profissional operador do Direito - Advogado, Delegado de Polícia Civil de Carreira, de Segurança Pública - e nesta última exerci todas as funções de comando da Secretaria de Estado da Segurança do Maranhão. Em um encontro do CONSELHO DE SEGURANÇA PÚBLICA DO MEIO NORTE, na cidade de Macapá, representando o Maranhão como Secretário, deparei-me com um Espetáculo de Andorinhas que tomavam toda a fiação elétrica existente numa Avenida da cidade, exatamente às dezoito horas, para dormirem. Emocionei-me e não contive as lágrimas de SAUDADE da minha Buriti Querida, da minha Infância, das nossas Andorinhas e dos nossos Morcegos, que tanto me inebriaram com seus lindos voos e manobras .

Ao encerrar esta Narrativa, constato que sou IDOSO, FELIZ por ter caminhado mais do que a minha Mãe, que partiu desta NAVE chamada Tempo ou VIDA com apenas quarenta e nove anos, e os meus irmãos mais velhos, que não atingiram a minha marca. Chorei copiosamente por Ela, por Eles . Chorei por mim, agradecendo ao Senhor nosso DEUS, por estar VIVO e ATIVO, por tudo o que tenho e por tudo o que sou.

Não sei por onde andam VOCÊS, minhas Saudosas Andorinhas e meus Saudosos Morcegos, no entanto eu os Homenageio Agradecido, com o TÍTULO HONORÍFICO de OS MAIORES ARTISTA ACROBÁTICOS DE BURITI.


SOBRE O AUTOR

É buritiense, ardoroso amante da sua terra, deu seus primeiros passos no velho Grupo Escolar Antônia Faria, cursou o Ginásio Industrial na Escola Técnica Federal do Maranhão e Científico no Liceu piauiense e no Liceu maranhense, bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito/UFMA, é advogado inscrito na OAB/MA, ativo, Pós-graduado em Direito Civil, Direito Penal e Curso de Formação de Magistrado pela Escola de Magistrados do Maranhão, Delegado de Polícia Civil, Classe Especial, aposentado, exerceu todos os cargos de comando da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, incluindo o de Secretário. Detesta injustiça de qualquer natureza, principalmente contra os pobres e oprimidos, com trabalho realizado em favor destes, inclusive na Comarca de Buriti.

Imaginei em propor um Contrato com o Senhor nosso DEUS Pai CRIADOR, depois transformado  em Prece,  tentando aumentar a minha permanência nesta  NAVE chamada VIDA, com este pouco de memória e de  lucidez, a fim de que eu possa contar tudo o que Vi e Vivi durante a minha bela Infância na minha Amada e Querida Buriti. MARIA JOSÉ, o único homem que eu conheci com este nome, segundo ele mesmo informava ao ser perguntado era considerado por muitos,  um DOIDO. Estava sempre com um pequeno saco de pano dependurado em uma cópia de espingarda bate bucha de madeira bem trabalhada no  ombro, e fazia alguns mandados, pequenas compras.

A todas as perguntas que se faziam a   ele, inclusive porque o seu nome era Maria José ao invés de José Maria ele respondia bem forte : NÚN CÊI, QUEM SÁBI É DEUS E NOSSA SIM-ÓRA. Para ele, a Praça Felinto Faria era o Mar e muito perigoso, INGÓLI AGENTI, dizia ele, e mesmo se lhe oferecessem  dinheiro, ele não  passava sobre ela. Recebia pelos seus serviços , moedas e alimentos, bolachas e fatias de bolos eram os seus preferidos, que agradecia com um sorriso e, se lhe perguntassem, GOSTOU, Maria José ?  Prontamente respondia: NUN CÊI,  QUEM SÁBI É DEUS E NOSSA SIM-ÓRA.

De compleição física FORTE,  MARIA JOSÉ era um mestiço, índio acaboclado e muito simpático, apesar de poucas palavras e, por esta razão nunca foi molestado nem mesmo pelas  crianças peraltas. Era do POVOADO Saquinho, no entanto permanentemente vivia no centro da cidade e dormia ou no local onde se realizavam os  LEILOES dos festejos  católicos, no terraço do CORETO localizados na  Praça, ou ainda ao abrigo das árvores existentes nos fundos da IGREJA Matriz de San’ tana.

Assim viveu a sua jornada terrena e quando faleceu, meu Pai avisou-me dizendo: O teu amigo Maria José morreu esta semana deixando boas lembranças. Contristado, contive as lágrimas ao relembrar a minha convivência com ele e o muito que aprendi com o seu jeito Especial.

O SABONETE FEBO, assim chamado por ser um Negro Preto retinto, como dizia minha mãe, aquele preto recapeado ou repintado. Eu nunca soube a sua origem, não demonstrava à primeira vista, sinais de debilidade mental. Gostava muito de beber, água, refresco ou garapa de cana de açúcar. Era também muito útil para executar pequenas tarefas, compras, recados e até serviço de limpeza doméstica em geral, não muito pesadas. Preferia de pagamento, em especial os refrescos ou a garapa, e era neste momento que se podia notar algum sinal de anomalia .
Se lhe dessem dois litros dessas delícias,  ele bebia no próprio litro de vidro, em no máximo três GOLADAS, como ele dizia sorrindo descontroladamente.

SABONETE  era divertidíssimo exatamente por ter o sorriso alongado assim: RISSSSSSSSS,RARRRRRRR, RURRRRRRR, EEEEEITADIÁCHU, RSSSSSSSSSS.

Não tinha quem aguentasse sem rir com ele, ou dele. As vezes nós o provocávamos logo no BOM DIAAA SABONETE, e então tínhamos cinco minutos das gargalhada incontidas dele.

Eu e o meu irmão Wilson o levamos uma vez para a nossa LARANJEIRAS Querida e ele como de costume fez sucesso. Chegamos em nossa Casa no final da tarde e no início da noite, o nosso terreiro já estava lotado para ver o artista.

Uma comadre de Papai e de Mamãe, daquelas metidas a  falantes, como dizia o meu Amigo ZEFULÔ, se destacou me interrogando: quer dizer  Djaimeee, quí ÊXEE  ÉER U FAMÔUZU SABÃOO ONÊTEEE! O riso foi geral e o próprio  SABONETE entoou a sua espetacular gargalhada, tendo aquela noite entrado para o Folclore do nosso POVOADO e redondezas.

 Voltando a Buriti o SABONETE continuou a ser o nosso prestimoso amigo nos mandados, recebendo a sua recompensa pelos bons serviços prestados e nos brindando com as suas gargalhadas gigantescas que marcaram a sua VIDA e a sua História. Viveu bem e aparentemente saudável e sem alterar o seu estilo que agradava a quantos tiveram a felicidade de conviver com ele. Não tive a informação da sua morte e a última vez que tive contato com ele foi em dezembro de 1964.

Meus conterrâneos e amigos MARIA JOSÉ e SABOBETE FEBO, VOCÊS fazem parte importante da minha INFÂNCIA, do  início da minha Adolescência e da História da nossa Terra. Rendo-lhes ORGULHOSO a minha sincera Homenagem com o Título SIMBÓLICO de OS ESPECIAIS FANTÁSTICOS DA CIDADE DE BURITI.


SOBRE O AUTOR

É buritiense, ardoroso amante da sua terra, deu seus primeiros passos no velho Grupo Escolar Antônia Faria, cursou o Ginásio Industrial na Escola Técnica Federal do Maranhão e Científico no Liceu piauiense e no Liceu maranhense, bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito/UFMA, é advogado inscrito na OAB/MA, ativo, Pós-graduado em Direito Civil, Direito Penal e Curso de Formação de Magistrado pela Escola de Magistrados do Maranhão, Delegado de Polícia Civil, Classe Especial, aposentado, exerceu todos os cargos de comando da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, incluindo o de Secretário. Detesta injustiça de qualquer natureza, principalmente contra os pobres e oprimidos, com trabalho realizado em favor destes, inclusive na Comarca de Buriti.


Ainda estudante do Curso Primário no meu Amado e Inesquecível Grupo Escolar Antônio Faria, na minha Buriti querida, sonhei ser Advogado e, quando concluí o meu Curso Científico no Excelente e também AMADO e Inesquecível Liceu Maranhense, inscrevi-me para prestar o Vestibular de Direito na UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO. Aprovado, comecei a Cursar Direito no velho Sodalício da Faculdade de Direito situado na Rua do Sol em São Luís do Maranhão em frente ao Teatro Artur Azevedo, próximo da Secular Praça João Lisboa. Ali estudei e concluí os três primeiros períodos, quando a Faculdade foi transferida para o Campos Universitário do Bacanga.

No transcorrer de todo o Curso de Direito tive a felicidade de conviver com professores Fenomenais, preparados para o exercício do magistério com saber jurídico, sociológico, filosófico e sábias lições de VIDA , que tinham prazer visível em transmitir os seus ensinamentos para os seus alunos, que eles chamavam de profissionais do futuro, e mencionavam com preocupação e desejo sincero: sejam bons Advogados, bons Juízes e bons Promotores de Justiça. Preocupem-se com o saber e não se apeguem apenas ao brilho do Anel de formatura, ele é um símbolo da conquista do Diploma, que juntos só serão valiosos se vocês forem competentes no dia a dia profissional. DIREITO e JUSTIÇA têm de ser Harmônicos, quando perdem esta harmonia, morrem os IDEAIS de Justiça, honrem as suas TOGAS, como honrarem PAI e Mãe!

Era prazeroso assistir as aulas de todos aqueles professores. Foram vários durante todo o Curso e sem desprestigiar ou desmerecer nenhum deles, eu destaco alguns nomes através dos quais eu homenagearei a todos, como o fiz no meu Discurso representando os formandos de todos os Cursos da UFMA na condição de Orador Oficial na noite de Formatura ocorrida no dia 27 de dezembro de 1977, no Ginásio de Esporte Professor Ronald de Carvalho da Escola Técnica Federal do Maranhão, memorável noite.

Orgulhoso e Agradecido, faço o destaque de homenagem a todos os professores que me legaram as primeiras luzes do direito, os nomes dos respeitáveis e queridos José Alberto Tavares Vieira da Silva, Doroteu Soares Ribeiro, Wady Sauaia, Dionísio Nunes, Nyvaldo Macieira e José de Ribamar Cunha Oliveira, que assinou a minha primeira Carteira de Advogado, n° 2172 e ao me entregá-la, disse-me: Brilheeee DOUTOR!

Comecei a Advogar ainda Acadêmico de Direito, pois na minha época, o Estágio da Advocacia era matéria do Curso, feito na Casa do Escritor Gentil Homem do Brasil, situado na Rua Oswaldo Cruz, esquina com a Rua do Passeio. Excelente Estágio que me propiciou iniciar com Vitórias nas minhas primeiras AÇÕES judiciais.

Advoguei na Capital e nas Comarcas da Ilha de São Luís, a saber: São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa e na maioria das Comarcas do Interior, incluindo a da minha Buriti Querida, onde consegui vitórias memoráveis e prestígio junto aos meus conterrâneos, a quem agradeço os elogios e confiança. Conheci em todo o meu Caminhar profissional, muitos Juízes e Juízas com saber jurídico notável, probos, educados e JUSTOS. Conheci alguns, sem estas qualidades e com a agravante da VENALIDADE, contra os quais me insurgi e contra os quais representei junto ao Tribunal de Justiça do Maranhão, alguns deles punidos e afastados da judicatura, infelizmente com APOSENTADORIA plena, um absurdo.

Todas essa mazelas no entanto, dentro do tolerável, embora reprovável, por macular a Magistratura e, por via de consequência, o Poder Judiciário. Lamentavelmente, esta prática foi se disseminando até chegar a níveis intoleráveis. No meu entendimento, a JUSTIÇA de primeira instância, ou os Juízes de Base, sempre foi a mais eficaz, pois é nela que o Julgador tem o contato direto com as Partes no processo e com os fatos na origem, vendo e sentindo as reações dos envolvidos, de forma presencial. Nos Tribunais, com as louváveis e cada vez mais Raras exceções, Embargos ou os Apelos de Gavetas ou de Ouvidos, foram fazendo crescer a minha DECEPÇÃO, alertada pelos meus professores. Vi crescer, avassaladoramente, o conflito e até a Morte do Direito e da JUSTIÇA.

Aqui em Buriti, agora COMARCA DE VARA ÚNICA, um Bom Juiz, me disse constrangido no nosso último contato presencial, (atualmente 99% é ONLINE) doutor Djalma, este é o nosso último contato Aqui! Surpreso, pois Ele era um bom Juiz, até então, perguntei- lhe porque e ele respondeu-me imediatamente; o Tribunal de Justiça, não quer que os Juízes Trabalhem, eles gostam de acúmulo de processos na Mesa do Juiz. Entendi e lamentei a nossa despedida diante desta VERDADE.

Vejo hoje, sem decepção, muito pior, DESILUDIDO, o desmonte do Poder Judiciário brasileiro EXATAMENTE por uma Composição maléfica de uma maioria de NOVE Ministro Ativistas Políticos declaradamente militantes de partido político Afrontando todos os BONS JUÍZES que ainda temos nas diversas Instâncias judiciais e Premiando os Péssimos, deixando a sociedade e consequente todos os jurisdicionados brasileiros à mercê de MAGISTRADO (???) infiéis que de Guardiões da CONSTITUIÇÃO FEDERAL transformaram-se em ASSASSINOS dela, da Ordem e do Sistema Jurídico Brasileiro.

Continuo em dia em respeito ao meu Juramento, com a Ordem dos Advogados do Brasil que também se AVACALHOU a nível nacional, entretanto DECEPCIONADO com esta e com o PODER JUDICIÁRIO brasileiro.
SOBRE O AUTOR

É buritiense, ardoroso amante da sua terra, deu seus primeiros passos no velho Grupo Escolar Antônia Faria, cursou o Ginásio Industrial na Escola Técnica Federal do Maranhão e Científico no Liceu piauiense e no Liceu maranhense, bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito/UFMA, é advogado inscrito na OAB/MA, ativo, Pós-graduado em Direito Civil, Direito Penal e Curso de Formação de Magistrado pela Escola de Magistrados do Maranhão, Delegado de Polícia Civil, Classe Especial, aposentado, exerceu todos os cargos de comando da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, incluindo o de Secretário. Detesta injustiça de qualquer natureza, principalmente contra os pobres e oprimidos, com trabalho realizado em favor destes, inclusive na Comarca de Buriti.


Aos seis anos eu já era um admirador e ardoroso amante do Rio Preto, que tem sua nascente no Povoado ANGELIM do município de Buriti,  seguindo  o  seu curso caudaloso pelos povoados Carranca, Mato Seco, Laranjeiras, Espingarda, Engenho Velho, segue na direção de Palestina e de lá alcança o município de Nina Rodrigues (antiga Manga),  onde se junta  ao Rio Munim, alcança  os  municípios maranhenses de São Benedito do Rio Preto, Urbano Santos, Presidente Juscelino, Cachoeira Grande, Morros, Axixá,  e finalmente desembocar no Oceano Atlântico no município de Icatu. Tenho uma forte e ardorosa ligação com todas essas cidades.

Aprendi nadar e pescar de jequis de sangras, de  manzuâs, de anzol e de cofos de palha de Pindobas de Babaçu nas suas águas escuras e Limpas, que naquele tempo ele era cheio de peixes, com uma variedade  impressionante de Mandis dourados, Mandis moles, Piau de Coco, Piau de Vara, Sarapós Moreira, Sarapós do bico fino, Traíras, Lubaranas, Flecheiros, Lampreias, Lopes, Cascudos, Carás, angatis ou Bate Papos, Piabas Rabo de Fogo, João Duros e Camarões.

Tornei-me adulto e o Amor pelo Rio Preto, que eu costumo tratá-lo de Meu Rio Preto Adorável,  foi  crescendo a cada dia e hoje já descendo a escada do Tempo e da VIDA, este AMOR e ADMIRAÇÃO tornaram-se eternos. Luto como posso, com gestos reais, palavras e esclarecimentos a crianças  jovens, adultos e aos meus pares IDOSOS, apelando para que eles não se descuidem de preservarem as margens e o leito do nosso Benfeitor Rio Preto, porque Ele é fonte de Vida Sadia,  se respeitado e tratado com AMOR.

Cheguei ao entardecer da  Aurora da minha Vida ligado a esse Herói Natural de inúmeras gerações, desde os nossos ancestrais que tanto ZELO tiveram por ele. Os meus País, os meus Avós e os meus Bisavós que eu tive a Graça de conhecer e conviver com todos eles, me legaram este exemplo miraculoso. A vegetação aquática e ribeirinha, no leito ou nas margens do Rio Preto eram  intocáveis, a área dessa vegetação eles chamavam de CONSERVAS equivalente  ao que chamamos hoje de RESERVA AMBIENTAL, ou ÁREA DE PRESERVAÇÃO  AMBIENTAL. Orgulho-me de todos eles e agradeço este legado maravilhoso.

Um dos grandes e significativos Marcos da Semana da PÁSCOA e de todos os meus passeios ao meu Amado Povoado LARANJEIRAS, depois do culto de Adoração ao nosso Cordeiro Imolado JESUS CRISTO,, dos abraços e acolhimento Fraternos dos meus parentes  dos meus amigos, das guloseimas e dos bolos saborosíssimos e o meu Rio Preto. Na Verdade, depois do culto ao nosso Salvador JESUS CRISTO, são mesmos Eles, os meus Amados RIO PRETO e Povoado Laranjeiras os Marcos iniciais  relevantes da minha História.

Minha LARANJEIRAS QUERIDA e AMADA e meu RIO PRETO QUERIDO e  AMADO, onde na  Semana de PÁSCOA deste Ano eu revivi e vivi momentos inesquecíveis e agradáveis, eu os Elejo CORDAS DO MEU CORAÇÃO  E ACALANTOS DA MINHA ALMA!


SOBRE O AUTOR

É buritiense, ardoroso amante da sua terra, deu seus primeiros passos no velho Grupo Escolar Antônia Faria, cursou o Ginásio Industrial na Escola Técnica Federal do Maranhão e Científico no Liceu piauiense e no Liceu maranhense, bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito/UFMA, é advogado inscrito na OAB/MA, ativo, Pós-graduado em Direito Civil, Direito Penal e Curso de Formação de Magistrado pela Escola de Magistrados do Maranhão, Delegado de Polícia Civil, Classe Especial, aposentado, exerceu todos os cargos de comando da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, incluindo o de Secretário. Detesta injustiça de qualquer natureza, principalmente contra os pobres e oprimidos, com trabalho realizado em favor destes, inclusive na Comarca de Buriti.

Último dia de aula da Semana Caçadeira no Grupo  Escolar Antônio Faria, na minha Buriti querida, e a Emoção tomava conta de todos nós alunos e a troca de abraços e até beijos roubados entre namorados completavam a BELEZA daquela breve despedida. Não poderíamos em hipótese alguma deixarmos de assistir a Missa de Ramos na IGREJA MATRIZ DE SANT' ANA, levando cada um o Ramo de Palmeirinha ou Pindoba de Babaçu, para ser benzido pelo Padre, cujo Ramo SAGRADO, seria a companhia da Família durante um Ano quando seria substituído DOMINGO de RAMOS do ano seguinte.

Depois da Missa, com a participação de todas as Famílias que enchiam a IGREJA de GENTE  e de AMOR FRATERNO, novas despedidas e novos abraços, desta feita, sem possibilidades de beijos roubados, dada a vigilância geral de Pais, de Avós e de BISBILHOTEIROS de plantão. Fazia parte das emoções e dos Costumes da cidade que não tinha Internet e nem  redes sociais, entretanto de sobra o  correio do fuxico ou do PÉ de Ouvido, que era veloz e ágil.

A minha maior ansiedade era chegar em nossa  casa, que ficava a vinte metros da Igreja, montar o cavalo, o  burro ou  o jumento  nosso transporte seguro  e seguir para a minha Amada LARANJEIRAS, onde eu iria ajudar a minha Querida Tia DIQUINHA PASSOS na  feitura dos BOLOS variados. Eu segurava os ovos com as gemas e as derramava na goma ou na puba depois de já terem sido misturadas as claras. De vez em quando, uma colherzinha de prova da massa, que era uma delícia.

Esta etapa era Quarta-feira de Trevas, quando as Imagens de Santos e de Santas já estavam cobertas em respeito à Paixão e Morte de JESUS CRISTO e não se poderia cantar  nem assoviar, a não ser hinos sacros  e mesmo assim,  bem suavemente. Tudo cumprido à risca, sob pena de reprimenda (TACAAAA) nas primeiras horas do Sábado de Aleluia, também chamado de Dia da Carne no Prato e Farinha na Cúia.

Assados os Bolos, a expectativa dos dois Dias Grandes, Quinta e Sexta-feira Santas, dia de Jejuns e Abstinência de Carnes sem nenhuma concessão, nem mesmo para enfermos, no máximo caldo de ovos. Eu, meu irmão Wilson e nossos primos Francisco, Didi, Luzimar, Mazim e o Compadre BABÁ o mais velho desse time, 15 anos, saíamos para os passeios nas casas de parentes e de amigos, todos em Jejum, com o compromisso de não Quebrá-lo, o que era um pecado muito ofensivo a JESUS CRISTO. Na primeira casa que chegávamos, nos ofereciam o quê? Bolos, melancia, milho verde, pamonha, bobó no babaçu, e a pergunta: VOCÊS estão Jejuando? E nós em uma só voz: NÄO Tiaaa, ou NÃO  Senhora. E QUEBRÁVAMOS o Jejum. Retornávamos  para as nossas casas e mais uma interrogação: Quebraram o Jejum? E nós, unidos mais uma vez: NÄO Senhora, Mamãe e ela sorrindo dizia: mentir é pecado, mas lavem as mãos e vamos rezar para DEUS peridoar os pecados de vocês! Estávamos todos  à mesa e Papai me testava: Djalma, Quebraram o Jejum? Eu respondia: sim Papai, a tia Diquinha... Ele me interrompia, não precisa explicar, falar a VERDADE não é pecado, estão perdoados pela mentira, vamos almoçar.

Hoje, sou um Jovem Setentão Pai, Avô, testado em LUTAS diversas, com Vitórias e Derrotas, realizado nos meus principais objetivos, com um   excelente  acervo de Amigos, pertenço a ACADÉMICA DE ARTES  LETRAS E CIÊNCIAS do meu TORRÃO SAGRADO, Minha Buriti querida, voltei a Morar e a VIVER AQUI onde tudo começou, e, tendo a GRAÇA de estar vivendo as mesmas ALEGRIAS e EMOÇÕES da Aurora da minha VIDA.

Ao contrário do que afirma a Canção Antiga de Olavo Bilac, hoje acordei com muita SAUDADE dos DOMINGOS DE RAMOS e das MISSAS DA MINHA INFÂNCIA que os anos a trouxeram para o HOJE. Algumas lágrimas rolaram sobre o meu rosto.  Enxuguei-as e lembrei- me de que a minha Filha, os meus Netos e o meu Genro chegarão exatamente na Quarta-feira de Trevas e eu IREI mais uma vez, ajudar Assar os Bolos na minha AMADA LARANJEIRAS e depois no meu Encantado Barro Branco, no meio da minha FAMÍLIA e com ELA!

 AGRADECIDO e Louvando a Vós, meu Senhor e meu DEUS,  de Bondade e de AMOR, por tanta GRAÇA que me tem sido concedida!

SOBRE O AUTOR

É buritiense, ardoroso amante da sua terra, deu seus primeiros passos no velho Grupo Escolar Antônia Faria, cursou o Ginásio Industrial na Escola Técnica Federal do Maranhão e Científico no Liceu piauiense e no Liceu maranhense, bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito/UFMA, é advogado inscrito na OAB/MA, ativo, Pós-graduado em Direito Civil, Direito Penal e Curso de Formação de Magistrado pela Escola de Magistrados do Maranhão, Delegado de Polícia Civil, Classe Especial, aposentado, exerceu todos os cargos de comando da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, incluindo o de Secretário. Detesta injustiça de qualquer natureza, principalmente contra os pobres e oprimidos, com trabalho realizado em favor destes, inclusive na Comarca de Buriti.


O Ano era 1960, mês de julho, quando o Senhor BIZÉ, amigo do meu avô Ângelo Pio Passos chegou a nossa cidade dirigindo um Ônibus com Carroceria, bancos para sete passageiros e Cobertura de madeira. Hospedou-se na nossa Casa, para passar o Festejo de Sant'Ana. Após a recepção feita pelo meu avô, estacionou o veículo, uma novidade para nós, e para muitos conterrâneos, sob a sombra de uma frondosa mangueira que existia na frente da mencionada residência.

Todos nós, eu, o meu irmão Wilson, os meus primos e primas ficamos curiosos para saber porque aquele senhor chegou acompanhado somente do ajudante, para passar o período da maior Festa da cidade. Curiosidade logo esclarecida sem perguntas, pois o seu BIZÉ disse para PAPAÉ - era assim que tratávamos o nosso avô - que não tinha ido somente para o Festejo, mas para tentar ganhar algum dinheiro, fazendo passeios rápidos e a preços baixos, pelo Centro da cidade, ideia que PAPAÉ aprovou.

Foi assim que eu andei pela primeira vez, num transporte automotor diferente de caminhão, ao preço exorbitante de um cruzeiro, o equivalente hoje a um real. Eu e Wilson vibramos pois papai já nos tinha dado DEZ CRUZEIROS, cinco cédulas amarelinhas de dois cruzeiros, escrito assim : Cr$ 2, 00 e então garantidos estavam, no mínimo uns dois passeios de ÔNIBUS, que muitos já chamavam de ISPREÇA, era um luxo.

Aquele ÔNIBUS, mesmo rústico, foi um diferencial espetacular e marcante no Festejo de 1960 para todos os buritienses. Já em 1962, quando fiz a minha primeira viagem para São Luís, a fim de prestar Exame de Admissão para a ESCOLA TÉCNICA FEDERAL DO MARANHÃO, fui exatamente no conhecido e BOM ÔNIBUS do senhor BIZÉ, completamente lotados os sete bancos e a carroceria, dirigido por ele próprio.

Peguei o Ônibus no Povoado Espingarda em uma madrugada do dia 15 de janeiro daquele ano, um tanto preocupado com a chegada a São Luís, pois apesar de levar o endereço da minha tia Arinda, irmã do meu pai, eu não conhecia a cidade. Seu BIZÉ desceu e me indicou o assento no segundo banco e ao lado da gentil, querida e Inesquecível Professora Raimunda Chaves de Lina Sipaúba, um alívio, pois era uma pessoa amiga da minha família, minha professora e logicamente minha amiga também, além de conhecer a capital maranhense, a minha tia Arinda e saber o seu endereço. Um alívio!

Durante a viagem ela me animava , afirmando ter certeza de que eu galgaria uma das primeiras vagas naquele certame e que estava torcendo e pedindo a Nossa Senhora SANT'ANA, padroeira de Buriti, para interceder por mim junto ao Senhor nosso DEUS dizendo-me que acreditasse e tivesse Fé. Tudo era novidade para mim, incluindo o refrigerante JESUS de fabricação genuinamente maranhense. Tornou-se logo o meu preferido durante a viagem e ainda hoje, com moderação.

Finalmente chegamos à capital gonçalvina e na casa da minha tia, no bairro do João Paulo, próximo ao Quartel do 24 BC, as 18:00 h, e o senhor BIZÉ a pedido da professora Raimunda Chaves, me ajudou a transportar a minha bagagem até o portão da residência da tia Arinda que me recebeu alegremente.

Em São Luís, chegou o dia das provas para o Exame de Admissão concorridíssimo, principalmente pela vaga ao INTERNATO para alunos do interior iguais a mim. Submeti-me com os demais candidatos em torno de 250 e, como uma premunição, a torcida e os pedidos da PROFESSORA Raimunda Chaves funcionaram como uma prece e eu classifiquei-me em Décimo lugar, com direito ao sonhado INTERNATO, mais um Sonho buscado com persistência e luta ALCANÇADO, com a benevolência do nosso DEUS de bondade.

Alegria e muitos Vivas em São Luís e em Buriti, pois o meu Pai e a minha Mãe foram comunicados pelo CORREIO DO INTERIOR da Rádio DIFUSORA através do Rádio PHILCO TRANSGLOBO à Pilhas de lanterna. Lembranças que ainda hoje me emocionam ! Senhor BIZÉ, o senhor e o seu ÔNIBUS, fazem parte da História da minha Buriti Querida, da minha Gente LINDA e da minha História pessoal. Receba onde estiver, e certamente está no Jardim dos JUSTOS, o meu AGRADECIMENTO e O TÍTULO DE HERÓI POR MÉRITO, do TRANSPORTE MODERNO BURITIENSE!

SOBRE O AUTOR

É buritiense, ardoroso amante da sua terra, deu seus primeiros passos no velho Grupo Escolar Antônia Faria, cursou o Ginásio Industrial na Escola Técnica Federal do Maranhão e Científico no Liceu piauiense e no Liceu maranhense, bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito/UFMA, é advogado inscrito na OAB/MA, ativo, Pós-graduado em Direito Civil, Direito Penal e Curso de Formação de Magistrado pela Escola de Magistrados do Maranhão, Delegado de Polícia Civil, Classe Especial, aposentado, exerceu todos os cargos de comando da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão, incluindo o de Secretário. Detesta injustiça de qualquer natureza, principalmente contra os pobres e oprimidos, com trabalho realizado em favor destes, inclusive na Comarca de Buriti.


Odonto Company Buriti - Rua da Bandeira, nº 25, salas 10 e 11, Centro.

BIOLAB - Rua Antônio Pereira Mourão, em frente ao HTB(Clínica)

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