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No último dia 09 de junho de 2021, o MOVIMENTO LESTE MARANHENSE-CERRADO (LEMA), a Associação Guapé e demais parceiros(as) realizaram uma Reunião de Trabalho no município de Buriti-MA, onde foi cobrado implementação eficaz da Política e do Plano Municipal de Educação Ambiental por parte do Poder Público. O encontro contou com a participação do Executivo, por meio de suas secretarias municipais, do Legislativo e da Sociedade Civil.

 Passados mais de um mês da reunião, o Movimento ainda aguarda uma reposta sobre quais medidas ou encaminhamentos já foram tomadas pelo poder público municipal. Diante da ausência de reposta, o grupo faz campanha nas redes e requere, urgentemente, um cronograma de reuniões e ações para atender as demandas acordadas!

Uma série de cards foram feitos e estão sendo divulgados para pressionar Prefeitura e Câmara a agir em defesa do bioma buritiense que está sendo devastado por atividades predatórias do meio ambiente.  Confira abaixo e compartilhe em suas redes sociais:




(Do Movimento Leste Maranhense-Cerrado)

No centro, Profa Delva, voz atuante no Cerrado de Buriti/MA

A Professora Maria Delva, de Buriti-MA, visitou no último dia 7 de julho, o SEBRAE, em CHAPADINHA, para buscar de apoio ao PROJETO SALVE O RIO PRETO, que objetiva a recuperação e revitalização da mata ciliar, e nascentes do Rio Preto que atualmente está bastante degradada.

O projeto foi construído em 2014, a partir de um trabalho escolar sobre a realidade local da escola, em uma localidade da zona rural do município de Buriti/MA. Foram observados que as degradações ambientais nas nascentes do RIO PRETO já causam impactos com morte de alguns afluentes do rio pela expansão da monocultura (soja) do agronegócio, interferindo diretamente na vida de quem dependem destes recursos naturais (água), a pesquisa teve a participação dos alunos e comunidade.

"Contente com a reunião no SEBRAE. Orientações para o projeto SALVE O RIO PRETO. Recuperação e Manutenção", disse a professora e idealizadora do projeto, ressaltando, ainda, que estão sendo colhidas assinaturas dos cidadãos BURITIENSE para inclusão em Projeto de Lei popular para garantir a efetiva proteção ambiental das nascentes e corpos hídricos do Rio Preto.

Clique agora mesmo no link abaixo, ASSINE e seja um colaborador do PROJETO SALVE O RIO PRETO.

https://secure.avaaz.org/community_petitions/po/primeiro_toda_a_populacao_buritiense_e_depois_a_ca_aprovacao_do_projeto_de_lei_denominado_salve_o_rio_preto/?zIHXDrb 



Autoria: MARIA DELVA

Município: Buriti, Maranhão, Brasil

Membro do Movimento Leste Maranhense - Cerrado

No povoado Carranca, em Buriti-MA
 

As atividades ocorreram nos municípios de Buriti (povoado Carranca), São Benedito do Rio Preto (Guarimã) e Urbano Santos.

Apresentar e incentivar o uso de ferramentas de comunicação para mobilizar, conscientizar e engajar pessoas. Este foi o propósito das Oficinas de Comunicação Popular ministrada para agricultores e agricultoras familiares e extrativistas de comunidades rurais do leste do Maranhão, promovidas pelo Fórum Carajás.

As oficinas foram ministradas pelas jornalistas Franci Monteles e Yndara Vasques, da Inspirar Inovação & Comunicação, para comunidades dos municípios de São Benedito do Rio Preto (Guarimã), Urbano Santos e Buriti (Carranca), todas dentro da área do bioma do cerrado maranhense. No povoado buritiense Carranca, as atividades aconteceram nos dias 28 e 29 de janeiro deste ano. 

“As comunidades têm um grande potencial de comunicar. Vivenciam fortes histórias de luta e de resistência, produzem e preservam o meio ambiente. É uma comunicação feita por eles e para eles”, enfatizou Franci Monteles. Por meio da comunicação popular, de acordo com Yndara Vasques, as comunidades são incentivadas a fazerem uso das ferramentas e meios alternativos para mobilizar e conscientizar. “É uma comunicação onde eles são protagonistas das suas próprias histórias”, afirma Yndara Vasques.


A Inspirar atua junto aos povos e comunidades tradicionais potencializando as maneiras de comunicar. Como Assessoria de Imprensa, tem parceria junto aos coletivos de comunicação em defesa do meio ambiente, direitos dos povos e comunidades originários. Em casos emblemáticos como o massacre dos indígenas Gamella, reforçou as denúncias junto a mídia nacional e internacional por meio da OAB/MA. Na estruturação da Comunicação do Movimento das Quebradeiras de Coco Babaçu, implantou o fluxo de informação entre as integrantes, que atuavam em quatro estados (MA/PA/PI e TO), além de atuar na produção da campanha internacional de valorização da cultura da quebra do coco babaçu junto a organizações como a Actionaid e a União Europeia.

 Fórum Carajás

 No leste maranhense, o Fórum Carajás tem atuado, há mais de 10 anos, em defesa das comunidades tradicionais ameaçadas pelo agronegócio da soja e do eucalipto para produção de celulose. Estas monoculturas, que avançam e pressionam as comunidades para deixarem suas propriedades, emperram a demarcação de terras, provocam conflitos agrários e ameaçam a biodiversidade do cerrado maranhense. “Ao discutir a comunicação com as comunidades, permitimos a elas conhecerem melhor ferramentas e oportunidades para que possam se beneficiar, tanto no aspecto político quanto da comercialização dos produtos oriundos da agricultura familiar e do extrativismo no cerrado maranhense”, observa o presidente do Fórum Carajás, Mayron Régis Borges.


Em pé, à direita, Mayron Régis

O Fórum Carajás promove ainda a melhoria dos sistemas produtivos tradicionais da agricultura familiar, além de atuar também na formação, por meio de diversas estratégias, entre as quais, a comunicação popular como alternativa para fortalecer suas lutas.

  *Da Ascom Inspirar Inovação & Comunicação


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