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 Nesta última terça-feira (28), Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) disponibilizou uma consulta pública sobre a proposta que sugere a padronização de carregadores de celular. A consulta pública 45/2022 propõe a que todos os carregadores de smartphones vendidos nos Brasil utilizem a entrada USB-C.

Recentemente, o parlamento europeu apresentou um projeto para a padronização da interface de carregamento por cabo USB Tipo C em diferentes dispositivos. A nova consulta pública brasileira é baseada na decisão da Europa e de outros países.

Nos Estados Unidos, uma comissão de parlamentares realizou uma decisão semelhante e solicitou ao departamento de comércio a padronização dos carregadores com fio. Além de acabar com custos desnecessários dos clientes, a estratégia vai ajudar a reduzir o lixo eletrônico e oferecer uma facilidade na hora da comprar smartphones.

Um dos problemas em relação à padronização na Europa é a resistência da Apple, que utiliza cabos Lightning em seus dispositivos.

Padronização do USB-C

A Anatel avaliou a possibilidade ao estudar o tema em outras nações e propôs o projeto para desenvolver uma estratégia semelhante no cenário brasileiro.  A consulta pública está aberta para participação no site oficial do Participa Anatel até o dia 26 de agosto de 2022.

Vale destacar que não é a primeira vez que a Anatel realiza um projeto para padronização de interface de carregamento de smartphones — inclusive, a padronização da agência já foi objeto de estudo em fóruns internacionais.

Em 2019, por exemplo, servidores apresentaram e obtiveram aprovação de contribuições à Recomendação L.1000 - Universal power adapter and charger solution for mobile terminals and other hand-held ICT devices, que define requisitos gerais para um carregador universal e fonte de energia em terminais móveis. Tal recomendação indica a interface USB tipo C como padronização de conector e de protocolo para fornecimento de energia em terminais móveis”, foi revelado em comunicado oficial.

 (Portal Tecmundo)

Pela 1ª vez, serão consideradas notas das duas últimas edições do Enem

 Começam nesta terça-feira 22/2 e vão até sexta-feira 25/2 as inscrições para o Programa Universidade para todos (ProUni) do primeiro semestre de 2022. O programa oferece bolsas de estudo integrais ou parciais (50%), em faculdades particulares, a estudantes de baixa renda.

REQUISITOS

Para ter acesso à bolsa integral, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal de até 1,5 salário mínimo por pessoa. Para a bolsa parcial, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários-mínimos por pessoa. É necessário também que o estudante tenha cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou da rede privada, na condição de bolsista integral.

Este ano, a novidade é que um decreto, assinado na semana passada pelo presidente Jair Bolsonaro, estabelece que a pré-seleção dos estudantes inscritos no Prouni considere as duas últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ingresso em cursos de graduação ou sequencial de formação específica. No Enem, o candidato deve ter alcançado, no mínimo, 450 pontos de média das notas e não pode ter tirado zero na redação.

Até então, a regra em vigor era de que apenas a nota da última edição do Enem, aquela imediatamente anterior ao processo seletivo do Prouni, poderia ser utilizada pelos candidatos para entrar no programa.

CONSULTA

Os candidatos já podem consultar as vagas disponíveis. A busca pode ser feita por curso, instituição de ensino ou município no site do programa.

CRONOGRAMA

Primeira chamada: 2 de março.

Comprovação de informações: 3 a 14 de março.

Segunda chamada: 21 de março.

Comprovação de informações: 21 a 29 de março.

Lista de espera: 4 e 5 de abril.

Resultado: 7 de abril.

Comprovação de informações: 8 a 13 de abril.

  (Informações da Agência Brasil)

O Banco Central (BC) anunciou, nesta segunda-feira (7), que criou um novo site para que os clientes consultem o Sistema Valores a Receber (SVR), ou seja, dinheiro que foi esquecido nos bancos e que pode ser resgatado. A consulta poderá ser feita pela página valoresareceber.bcb.gov.br.

Apesar da novidade, os brasileiros só poderão verificar o saldo nas agências a partir de 14 de fevereiro, como já havia sido anunciado pela instituição.

O site alternativo foi criado depois que a primeira versão da página foi retirada do ar poucos dias após o lançamento. O número de acessos foi tão grande que o BC não conseguiu manter a plataforma online. Por causa da página, a entidade fez questão de salientar que “não será possível consultar ou solicitar valores no SVR no site principal do BC”.

No momento da consulta em "valoresareceber.bcb.gov.br", o cidadão saberá se tem valor a receber e, caso positivo, receberá a data para conhecer esses valores e solicitar sua transferência, a partir do dia 07/03/2022. O BC recomenda que o cidadão volte ao site na data informada. "Caso não compareça nesta data, o cidadão terá que fazer uma nova consulta para receber uma nova data para pedir o resgate", explicou.

O novo site já está disponível, mas o dinheiro só poderá ser solicitado a partir de 14 de fevereiro.
O BC também pontuou na nota que o cidadão que perder a data não precisará se preocupar, já que ele poderá voltar ao site a qualquer momento para receber uma nova data de agendamento. Além disso, foi ressaltado que o correntista nunca perde o direito sobre os valores que estão em seu nome nas instituições financeiras, já que elas “guardarão esses recursos pelo tempo que for necessário”.

Dentre os requisitos para acessar o sistema, a pessoa precisará de um login Gov.br nível prata ou ouro. Se o cliente não tiver esse acesso, ele poderá fazer o cadastro gratuito neste link ou pelo app Gov.br (iOS e Android).

Cuidados contra golpes

O BC também informou uma lista de cuidados que os brasileiros devem ter antes e depois que fizerem o cadastro no SVR:

  • O único site para consulta ao SVR e para solicitação de valores é valoresareceber.bcb.gov.br;
  • O Banco Central não envia links e nem entra em contato com o cidadão para tratar sobre valores a receber ou para confirmar seus dados pessoais;
  • Ninguém está autorizado a entrar em contato com o cidadão em nome do Banco Central ou do Sistema Valores a Receber;
  • O cidadão nunca deve clicar em links suspeitos enviados por e-mail, SMS, WhatsApp ou Telegram;
  • O cidadão não deve fazer qualquer tipo de pagamento para ter acesso aos valores;
  • A instituição financeira que o cliente escolheu entrará em contato com ele para realizar a transferência. Mesmo nesse caso bastante específico, essa instituição não pode pedir que o cidadão informe seus dados pessoais e nem senhas.

  (Do site tecmundo.com)

Trata-se do maior número de óbitos por Covid registrado em um único dia desde setembro do ano passado.

 Enquanto o governo Bolsonaro segue minimizando a pandemia e, inclusive, fazendo campanha antivacina com notas técnicas desestimulando a imunização, o Brasil volta aos altos patamares dos números de casos e mortes por Covid-19.

UTI com pacientes de Covid-19 (Foto: Governo do Ceará)

Segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgados nesta terça-feira (1), o país registrou, somente nas últimas 24 horas, 929 mortes em decorrência da doença. Trata-se do maior número de óbitos em um único dia registrado desde 18 de setembro de 2021, quando foram contabilizadas 935 vítimas fatais. Ao todo, desde o início da crise sanitária, 628.067 pessoas morreram após contrair o coronavírus.

O Conass informa, ainda, que nas últimas 24 horas foram contabilizados 193.465 casos confirmados de Covid-19. Desde o início da pandemia, 25.620.209 de pessoas foram infectadas.

Os números desta terça-feira (1) fizeram a média móvel de casos e de óbitos subirem. A de óbitos está em 602, o que representa um aumento de 11% com relação à segunda-feira (31). Já a de casos está 186.985, um crescimento de 0,7% em comparação com o dia anterior.


 (REVISTA FÓRUM)

Piso nacional teve reajuste de 10,18%

Começa a valer, a partir deste sábado (1º), primeiro dia do ano de 2022, o novo valor do salário mínimo no Brasil, que passa a ser de R$ 1.212 por mês. A mudança foi oficializada ontem (31), último dia de 2021, por meio de uma medida provisória (MP) assinada pelo presidente Jair Bolsonaro.

O novo valor considera a correção monetária pelo Índice Nacional de Preço ao Consumidor (INPC) de janeiro a novembro de 2021 e a projeção de inflação de dezembro de 2021, estimada pela área técnica do Ministério da Economia. No total, o aumento será de 10,18% em relação ao valor anterior, que era de R$ 1.100.

Os estados também podem ter salários mínimos locais e pisos salariais por categoria maiores do que o valor fixado pelo governo federal, desde que não sejam inferiores ao valor do piso nacional.

O novo mínimo altera o valor de cálculo de benefícios previdenciários, sociais e trabalhistas. No caso das aposentadorias e pensões por morte ou auxílio-doença, os valores deverão ser atualizados com base no novo mínimo. O mesmo vale para o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que corresponde a um salário mínimo e é pago a idosos a partir de 65 anos e pessoas com deficiência de baixa renda. 

Cálculos das contribuições dos trabalhadores ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também serão reajustados. Uma portaria do Ministério da Economia deverá ser publicada, nos próximos dias, com a oficialização dos novos valores.

                                                                                                         (Agência Brasil)

Quem está prestes a se aposentar precisa estar atento. A reforma da Previdência estabeleceu regras automáticas de transição, que mudam a concessão de benefícios a cada ano.

A pontuação para a aposentadoria por tempo de contribuição e por idade sofreu alterações. Confira abaixo as mudanças que começam a vigorar neste ano.

APOSENTADORIA POR IDADE

A regra de transição estabelece o acréscimo de seis meses a cada ano para as mulheres, até chegar a 62 anos em 2023. Na promulgação da reforma da Previdência, em novembro de 2019, a idade mínima estava em 60 anos, passando para 60 anos e meio em janeiro de 2020. Em janeiro de 2021, a idade mínima para aposentadoria das mulheres aumentou para 61 anos. Agora, está em 61 anos e meio em 2022.

Para homens, a idade mínima está fixada em 65 anos desde 2019. Para ambos os sexos, o tempo mínimo de contribuição exigido está em 15 anos.

APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO

A reforma da Previdência estabeleceu quatro regras de transição, das quais duas previram modificações na virada de 2021 para 2022. Na primeira regra, que estabelece um cronograma de transição para a regra 86/96, a pontuação composta pela soma da idade e dos anos de contribuição subiu em janeiro: para 89 pontos (mulheres) e 99 pontos (homens).

Na segunda regra, que prevê idade mínima mais baixa para quem tem longo tempo de contribuição, a idade mínima para requerer o benefício passou para 57 anos e meio (mulheres) e 62 anos e meio (homens). A reforma da Previdência acrescenta seis meses às idades mínimas a cada ano até atingirem 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens) em 2031. Nos dois casos, o tempo mínimo de contribuição exigido é 30 anos para as mulheres e 35 anos para homens.

PENSÃO POR MORTE

Depois de mudar em 2021, o tempo de recebimento do benefício ficará inalterado em 2022. Segundo a Lei 13.135, de 2015, a cada três anos, um ano é acrescido nas faixas etárias estabelecidas por portaria do governo federal editada em 2015. Como a última alteração ocorreu em 2021, as idades mínimas dos pensionistas só voltarão a aumentar em 2024.

Atualmente, o pensionista com menos de 22 anos de idade receberá a pensão por até três anos. O intervalo sobe para seis anos para pensionistas de 22 a 27 anos, 10 anos para pensionistas de 28 a 30 anos, 15 anos para pensionistas de 31 a 41 anos e 20 anos para pensionistas de 42 a 44 anos. Somente a partir de 45 anos, a pensão passa a ser vitalícia.

A medida vale para os novos pensionistas. Beneficiários antigos estão com direito adquirido.

(Agência Brasil)

Na última sexta-feira (26), o Banco Central (BC) publicou uma resolução no Diário Oficial da União que altera o regulamento do Pix. O sistema de pagamentos instantâneos passa a incluir as modalidades de saque e troco em seu funcionamento, opções que estarão disponíveis a partir de segunda-feira (29).

Segundo o próprio BC, as duas novas opções do Pix são opcionais e devem ser implementadas por estabelecimentos comerciais, empresas de redes de autoatendimento e instituições financeiras. Porém, a resolução deixa claro que as modalidades não incorrerão tarifas extras para pessoas físicas em até oito transações mensais.

Pix Saque

Como o nome sugere, a modalidade permite que os clientes realizem o resgate de dinheiro de suas contas a partir de qualquer instituição participante do sistema de pagamento. Isso inclui redes de caixas eletrônicos e até estabelecimentos comerciais credenciados.

No caso de lojas, o cliente precisará fazer um Pix para o agente comercial em uma dinâmica muito parecida a um pagamento convencional. Na sequência, a partir da leitura de um QR Code, poderá receber o dinheiro como um saque do serviço.

Pix Troco

Na modalidade de troco, o funcionamento é praticamente o mesmo. A única diferença é que nessa opção o saque de recursos em papel-moeda pode ser feito no momento do pagamento de uma compra no estabelecimento. Portanto, o Pix é contado no valor total (compra + saque).

Limite e vantagens

De acordo com o BC, o limite máximo para as transações de Pix Troco e Pix Saque será de R$ 500 durante o dia. No período noturno (entre 20h e 6h), esse valor cai para R$ 100. Entretanto, as instituições que vão ofertar o serviço podem optar por definir limites menores, caso considerem mais seguro para os clientes.

O BC afirma que a chegada das novas modalidades oferece mais opções para o cidadão que quer ter acesso a dinheiro físico, já que poderá sacar de diferentes estabelecimentos, como padaria e mercado. No caso das lojas, o serviço diminuirá os custos que estão relacionados aos depósitos de valores e segurança, além de servir como um atrativo para os consumidores que precisam do saque.

 Mais de meio milhão de brasileiros morreram em decorrência da covid-19. De acordo com balanço divulgado na noite deste sábado (19) pelo Ministério da Saúde, a pandemia já matou 500.800 pessoas no país. Em 24 horas foram 2.301 mortes e 82.288 novos casos confirmados, além de outros 1.199.101 sob acompanhamento.

O número de casos registrados em todo o país chegou a 17,883 milhões. Desse total, 16,183 milhões de pessoas de recuperaram, o que equivale a 90,5% dos infectados. Mais de 1,199 milhão de pessoas seguem em acompanhamento pelas secretarias estaduais de Saúde.

São Paulo é o estado com maior número de casos e óbitos. Até o momento foram 121.960 mortes em meio a 3.573.210 casos confirmados. Minas Gerais está em segundo lugar com 44.347 óbitos e 1.733.181 casos

A lista segue com Paraná (29.975 mortes e 1.192.93 casos), Rio Grande do Sul (30.372 em meio a 1.181.872 casos), e Bahia (23.204 mortes e 1.092.772 casos).

Mais cedo, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga divulgou, via redes sociais, uma nota na qual lamenta o número. "500 mil vidas perdidas pela pandemia que afeta o nosso Brasil e todo o mundo. Trabalho incansavelmente para vacinar todos os brasileiros no menor tempo possível e mudar esse cenário que nos assola há mais de um ano", disse.

Também lamentaram a superação da marca de 500 mil mortes o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) – que ressaltou que do meio milhão de mortes, 300 mil ocorreram apenas nos últimos cinco meses – e a organização humanitária Médicos Sem Fronteiras.

“Somos o segundo país em números de óbitos diários. Estamos atrás apenas da Índia com seus 1,3 bilhão de habitantes. Dados reunidos pela Universidade de Pelotas também não deixam dúvidas. O Brasil, com 2,7% da população mundial, detém 12,8% dos óbitos por covid-19 no mundo. Enquanto a proporção de mortes por covid-19 no mundo é de 488 por milhão de habitantes, aqui é de 2.293”, disse, em nota, o Conass.

“Temos, portanto, duas crises: a do vírus e a da ignorância. Essa perigosa combinação expõe mais pessoas ao risco de contágio e dificulta ainda mais as estratégias de prevenção da doença”. “Sofremos com a alta ocupação de leitos de UTI e com a escassez de medicamentos para intubação, o que aumenta ainda mais a pressão sobre os trabalhadores de saúde”, complementa a nota ao ressaltar que o número de casos novos voltou a crescer.

Em carta aberta, o Médicos Sem Fronteiras disse condenar “com indignação” o que chamou de “descaso” à emergência sanitária no Brasil. Segundo a entidade, o país “vive em um estado de luto permanente”. A organização destaca que estudos previam os impactos que a pandemia teria sobre o sistema de saúde e que esta atingiria, de maneira “mais cruel”, as populações negra e indígena, migrantes e refugiados.

“Como organização médica, é nossa obrigação esclarecer que muitas dessas mortes poderiam ser evitáveis. A insistente recusa em colocar em prática medidas de saúde pública baseadas em evidências científicas, como o distanciamento social e o uso de máscara, mesmo para quem já foi vacinado ou teve a doença, segue resultando na morte prematura de muitas pessoas e aumentando o risco do surgimento de novas variantes”, diz a carta do Médicos Sem Fronteiras.

Vacinação

De acordo com dados do Ministério da Saúde, até o momento foram enviadas a estados e municípios 115,135 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Desse total, foram aplicadas 85, 390 milhões de doses, sendo 61,270 milhões da primeira dose e 24,120 milhões da segunda dose.

(AGÊNCIA BRASIL)

BRASIL REGISTRA MAIS DE 500 MIL MORTOS POR COVID-19

 Mais de meio milhão de brasileiros morreram em decorrência da covid-19. De acordo com balanço divulgado na noite deste sábado (19) pelo Ministério da Saúde, a pandemia já matou 500.800 pessoas no país. Em 24 horas foram 2.301 mortes e 82.288 novos casos confirmados, além de outros 1.199.101 sob acompanhamento.

O número de casos registrados em todo o país chegou a 17,883 milhões. Desse total, 16,183 milhões de pessoas de recuperaram, o que equivale a 90,5% dos infectados. Mais de 1,199 milhão de pessoas seguem em acompanhamento pelas secretarias estaduais de Saúde.

São Paulo é o estado com maior número de casos e óbitos. Até o momento foram 121.960 mortes em meio a 3.573.210 casos confirmados. Minas Gerais está em segundo lugar com 44.347 óbitos e 1.733.181 casos

A lista segue com Paraná (29.975 mortes e 1.192.93 casos), Rio Grande do Sul (30.372 em meio a 1.181.872 casos), e Bahia (23.204 mortes e 1.092.772 casos).

Mais cedo, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga divulgou, via redes sociais, uma nota na qual lamenta o número. "500 mil vidas perdidas pela pandemia que afeta o nosso Brasil e todo o mundo. Trabalho incansavelmente para vacinar todos os brasileiros no menor tempo possível e mudar esse cenário que nos assola há mais de um ano", disse.

Também lamentaram a superação da marca de 500 mil mortes o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) – que ressaltou que do meio milhão de mortes, 300 mil ocorreram apenas nos últimos cinco meses – e a organização humanitária Médicos Sem Fronteiras.

“Somos o segundo país em números de óbitos diários. Estamos atrás apenas da Índia com seus 1,3 bilhão de habitantes. Dados reunidos pela Universidade de Pelotas também não deixam dúvidas. O Brasil, com 2,7% da população mundial, detém 12,8% dos óbitos por covid-19 no mundo. Enquanto a proporção de mortes por covid-19 no mundo é de 488 por milhão de habitantes, aqui é de 2.293”, disse, em nota, o Conass.

“Temos, portanto, duas crises: a do vírus e a da ignorância. Essa perigosa combinação expõe mais pessoas ao risco de contágio e dificulta ainda mais as estratégias de prevenção da doença”. “Sofremos com a alta ocupação de leitos de UTI e com a escassez de medicamentos para intubação, o que aumenta ainda mais a pressão sobre os trabalhadores de saúde”, complementa a nota ao ressaltar que o número de casos novos voltou a crescer.

Em carta aberta, o Médicos Sem Fronteiras disse condenar “com indignação” o que chamou de “descaso” à emergência sanitária no Brasil. Segundo a entidade, o país “vive em um estado de luto permanente”. A organização destaca que estudos previam os impactos que a pandemia teria sobre o sistema de saúde e que esta atingiria, de maneira “mais cruel”, as populações negra e indígena, migrantes e refugiados.

“Como organização médica, é nossa obrigação esclarecer que muitas dessas mortes poderiam ser evitáveis. A insistente recusa em colocar em prática medidas de saúde pública baseadas em evidências científicas, como o distanciamento social e o uso de máscara, mesmo para quem já foi vacinado ou teve a doença, segue resultando na morte prematura de muitas pessoas e aumentando o risco do surgimento de novas variantes”, diz a carta do Médicos Sem Fronteiras.

Vacinação

De acordo com dados do Ministério da Saúde, até o momento foram enviadas a estados e municípios 115,135 milhões de doses de vacinas contra a covid-19. Desse total, foram aplicadas 85, 390 milhões de doses, sendo 61,270 milhões da primeira dose e 24,120 milhões da segunda dose.

(AGÊNCIA BRASIL)

 A nova nota terá a imagem do lobo-guará

 Da Agência Brasil

A nova nota de R$ 200, com a imagem do lobo-guará, começará a circular na quarta-feira (2). Segundo o Banco Central (BC), será a sétima cédula da família de notas do Real. Serão produzidos neste ano 450 milhões de unidades.

A cerimônia de lançamento das novas cédulas será transmitida pelo canal do BC no YouTube. O Banco Central divulgará a imagem da nova cédula no dia 2.

lobo-guará foi escolhido em pesquisa realizada pelo BC em 2001 para eleger quais espécies da fauna brasileira deveriam ser estampadas nas cédulas do país. No site do Banco Central, há mais informações sobre a nova cédula.

De acordo com o BC, o lançamento da nova nota é uma forma de a instituição agir preventivamente para a possibilidade de aumento da demanda da população por papel moeda.

 Pesquisa XP/Ipespe foi divulgada na última segunda-feira 17/8 e mostra melhora da avaliação do presidente e dos rumos da economia

"Bolsonaro é recebido com festa no aeroporto de Aracaju nesta segunda-feira (17) para inauguração de uma termoelétrica - | Foto: Alan Santos/PR

*Por Estadão Conteúdo

A popularidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) avançou em agosto e atingiu 37% – em julho estava em 30% –, segundo pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta segunda-feira 17/8. É a maior proporção de pessoas que avaliam o governo como ótimo ou bom desde março de 2019.

No mesmo período, o grupo de pessoas que considera o governo de Bolsonaro ruim ou péssimo caiu de 45% para 37%, menor índice desde agosto de 2019. A proporção dos que classificam o governo como regular oscilou de 24% para 23%, dentro da margem de erro da pesquisa, de 3,2 pontos porcentuais para cima ou para baixo.

De acordo com a pesquisa, a melhora na avaliação do presidente foi puxada pela população com renda mensal de até cinco salários mínimos. Esse grupo é o principal beneficiário do auxílio emergencial. "Entre os mais pobres, com renda de até dois salários mínimos, a aprovação foi de 28% para 34% e entre os que têm renda de dois a cinco salários mínimos, de 32% para 44%", diz o relatório da XP.

De acordo com a pesquisa, 70% da população apoia a extensão do benefício com o valor atual, de R$ 600 por mês, até o fim de 2020. A proporção é de 79% entre os que recebem ou esperam receber o auxílio, mas também alta, de 64%, entre os que não esperam receber.

Na população geral, outros 14% são a favor da manutenção do programa até o fim do ano, mas com parcelas menores, e 11% acham que o auxílio não deveria ser estendido.

Em linha com os dados de aprovação, a expectativa para o restante do mandato de Bolsonaro também melhorou. Nesta categoria, a avaliação ótima ou boa passou de 33% para 37% entre julho e agosto. A proporção dos que tinham expectativa ruim ou péssima caiu de 43% para 36% e os que enxergavam o restante do mandato de Bolsonaro como regular oscilou de 20% para 22%.

A pesquisa também apurou melhora na avaliação da população acerca da economia. O porcentual de pessoas que consideravam que a economia está no caminho certo foi de 33% para 38% entre julho e agosto, enquanto a razão dos que enxergam a economia no caminho errado passou de 52% para 36%.

Também melhorou a avaliação acerca das chances de se manter o emprego nos próximos seis meses. Os que consideram chance grande ou muito grande foram de 46% para 52%. Já os que veem a chance como pequena ou muito pequena oscilaram de 46% para 40%.

Além disso, também aumentou a razão de pessoas que consideram que suas dívidas vão diminuir ou diminuir muito nos próximos seis meses, de 23% para 27%. Os que consideram que os débitos vão aumentar caíram de 32% para 24% e os que acham que as dívidas ficarão como estão passaram de 35% para 37%.

A pesquisa realizou 1.000 entrevistas telefônicas entre os dias 13 e 15 de agosto. A amostra considera sexo, tipo de cidade, região, idade, porte do município, religião, ocupação, renda e nível educacional dos entrevistados.


Leia mais em Gazeta do Povo

https://www.gazetadopovo.com.br/republica/pesquisa-xp-mostra-aumento-popularidade-bolsonaro/

Até o momento, 1.824.095 brasileiros já se recuperaram da doença

 O Brasil chegou a 2.610.102 casos acumulados de covid-19. Nas últimas 24 horas, foram registradas mais 57.837 pessoas infectadas. Ontem (29), o sistema trazia 2.552.265 casos desde o início da pandemia. Os dados são da atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada no início da noite desta quinta-feira (30).

Também conforme o balanço do órgão, foram 91.263 vidas perdidas desde o início da pandemia. O painel recebeu 1.129 novos registros nas últimas 24 horas. Ainda há 3.591 óbitos em investigação. Ontem, o sistema marcava 90.134 falecimentos em função da doença.

Ainda de acordo com a atualização diária do Ministério da Saúde, há 694.744 pacientes em acompanhamento. Outras 1.824.095 pessoas já se recuperaram da covid-19.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3.5%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 43,4. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1.242.

COVID-19 NOS ESTADOS

Os estados com mais mortes são: São Paulo (22.710), Rio

Já em termos de casos, São Paulo lidera (529.006), seguido por Ceará (171.468), Rio de Janeiro (163.642), Bahia (161.630) e Pará (153.350). Os estados com menos pessoas infectadas até o momento são: Acre (19.573), Tocantins (24.278), Mato Grosso do Sul (24.287), Roraima (31.455) e Amapá (36.272).

Mas segundo o boletim epidemiológico divulgado ontem pelo Ministério da Saúde, Roraima teve maior crescimento de mortes e casos na 30ª semana epidemiológica em relação à anterior (80% e 146%, respectivamente). O Amapá teve grande aumento de óbitos no mesmo período (53%), bem como o Tocantins (41%).

O desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo, Eduardo Almeida Prado Rocha de Siqueira, 63 anos, chamou de analfabeto um guarda civil na cidade de Santos (SP) que o multara por estar sem máscara. Siqueira ainda fez ligação que seria para o secretário municipal de Segurança Pública, Sérgio Del Bel, descrevendo a situação. Em seguida, o desembargador rasgou a multa e foi embora.

Desembargador se recusa a usar máscara, humilha GCM e rasga multa em Santos/SP

Toda a abordagem foi filmada pelos guardas-civis, e as imagens viralizaram na internet.





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