"Não há pessoas nem sociedades livres, sem liberdade de expressão e de imprensa”.

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O presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje (1º) que o auxílio emergencial será prorrogado em mais quatro parcelas de R$ 300. Ele se reuniu na manhã da última terça-feira (1º) com ministros e parlamentares da base do governo, no Palácio da Alvorada, para alinhar as próximas ações do governo na área econômica.
 

O auxílio é destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados, como forma de dar proteção emergencial durante a crise causada pela pandemia da covid-19. O benefício começou a ser pago em abril, e foi estabelecido em três parcelas de R$ 600. 

Em junho, por decreto, o governo prorrogou o auxílio por mais duas parcelas, no mesmo valor. E agora, com mais quatro parcelas, em valor menor, o benefício vai se estender até o final do ano. 

“Resolvemos prorrogá-lo, por medida provisória, até o final do ano”, disse Bolsonaro, em declaração à imprensa após a reunião. “O valor, como vínhamos dizendo, R$ 600 é muito para quem paga e podemos dizer que não é o valor suficiente para todas as necessidades [das famílias], mas basicamente atende”, disse.

Veja a declaração:


 Pesquisa XP/Ipespe foi divulgada na última segunda-feira 17/8 e mostra melhora da avaliação do presidente e dos rumos da economia

"Bolsonaro é recebido com festa no aeroporto de Aracaju nesta segunda-feira (17) para inauguração de uma termoelétrica - | Foto: Alan Santos/PR

*Por Estadão Conteúdo

A popularidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) avançou em agosto e atingiu 37% – em julho estava em 30% –, segundo pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta segunda-feira 17/8. É a maior proporção de pessoas que avaliam o governo como ótimo ou bom desde março de 2019.

No mesmo período, o grupo de pessoas que considera o governo de Bolsonaro ruim ou péssimo caiu de 45% para 37%, menor índice desde agosto de 2019. A proporção dos que classificam o governo como regular oscilou de 24% para 23%, dentro da margem de erro da pesquisa, de 3,2 pontos porcentuais para cima ou para baixo.

De acordo com a pesquisa, a melhora na avaliação do presidente foi puxada pela população com renda mensal de até cinco salários mínimos. Esse grupo é o principal beneficiário do auxílio emergencial. "Entre os mais pobres, com renda de até dois salários mínimos, a aprovação foi de 28% para 34% e entre os que têm renda de dois a cinco salários mínimos, de 32% para 44%", diz o relatório da XP.

De acordo com a pesquisa, 70% da população apoia a extensão do benefício com o valor atual, de R$ 600 por mês, até o fim de 2020. A proporção é de 79% entre os que recebem ou esperam receber o auxílio, mas também alta, de 64%, entre os que não esperam receber.

Na população geral, outros 14% são a favor da manutenção do programa até o fim do ano, mas com parcelas menores, e 11% acham que o auxílio não deveria ser estendido.

Em linha com os dados de aprovação, a expectativa para o restante do mandato de Bolsonaro também melhorou. Nesta categoria, a avaliação ótima ou boa passou de 33% para 37% entre julho e agosto. A proporção dos que tinham expectativa ruim ou péssima caiu de 43% para 36% e os que enxergavam o restante do mandato de Bolsonaro como regular oscilou de 20% para 22%.

A pesquisa também apurou melhora na avaliação da população acerca da economia. O porcentual de pessoas que consideravam que a economia está no caminho certo foi de 33% para 38% entre julho e agosto, enquanto a razão dos que enxergam a economia no caminho errado passou de 52% para 36%.

Também melhorou a avaliação acerca das chances de se manter o emprego nos próximos seis meses. Os que consideram chance grande ou muito grande foram de 46% para 52%. Já os que veem a chance como pequena ou muito pequena oscilaram de 46% para 40%.

Além disso, também aumentou a razão de pessoas que consideram que suas dívidas vão diminuir ou diminuir muito nos próximos seis meses, de 23% para 27%. Os que consideram que os débitos vão aumentar caíram de 32% para 24% e os que acham que as dívidas ficarão como estão passaram de 35% para 37%.

A pesquisa realizou 1.000 entrevistas telefônicas entre os dias 13 e 15 de agosto. A amostra considera sexo, tipo de cidade, região, idade, porte do município, religião, ocupação, renda e nível educacional dos entrevistados.


Leia mais em Gazeta do Povo

https://www.gazetadopovo.com.br/republica/pesquisa-xp-mostra-aumento-popularidade-bolsonaro/

Eram páginas e contas de desinformação vinculadas a integrantes dos gabinetes do presidente e familiares.

Facebook anunciou nesta quarta-feira 8/7 a exclusão de uma rede de contas, páginas e grupos coordenados por funcionários de gabinetes ligados à família do presidente Jair Bolsonaro e a deputados do Partido Social Liberal (PSL). As remoções ocorreram na própria rede social e também no Instagram, pertencente a ela.

De acordo com a empresa, a rede removida nesta ação atuava desde as eleições de 2018 enganando sistematicamente o público, utilizando contas duplicadas e falsas, envio de spam e ferramentas artificiais para aumentar a presença nas plataformas sociais, ferramentas proibidas pelas normas da rede social.

Tercio Arnaud Tomaz, assessor de Jair Bolsonaro que foi integrante do gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara; filho do presidente mantém aliados em cargos no Planalto - Reprodução/Facebook

No Facebook, a rede desarticulada contava com 35 contas pessoais, um grupo com cerca de 350 pessoas e 14 páginas — em torno de 883 mil pessoas seguiam pelo menos uma destas páginas. Já no Instagram, foram identificadas 38 contas ligadas ao grupo, que tinham cerca de 917 mil seguidores, no total.

Os conteúdos publicados e compartilhados por esta rede incluíam assuntos como política, eleições, pandemia do novo coronavírus e eventos locais. Havia ainda a postagem de memes relacionados à política e críticas a opositores, jornalistas, organizações de mídia e sobre as ações de combate à covid-19. Parte destes conteúdos já haviam sido removidos por violar normas de uso dos serviços.

Exemplos de conteúdos publicados pelos perfis e grupos derrubados - Fonte:  Facebook/Divulgação 

Ação inédita no Brasil

Esta é a primeira vez que o Facebook realiza uma ação de derrubar redes coordenadas no Brasil. Ela foi fruto de investigações conduzidas por pesquisadores americanos do Digital Forensic Research Lab (DRFLab), especializado em atuar no combate à desinformação e à violação de direitos humanos em plataformas virtuais.

No relatório, o DRFLab afirma ter encontrado ligações entre as pessoas responsáveis por controlar a rede com funcionários dos gabinetes do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e do presidente Jair Bolsonaro. O comunicado menciona ainda ligações com os deputados estaduais Alana Passos (PSL-RJ) e Anderson Moraes (PSL-RJ).

Os pesquisadores acreditam também que um servidor ligado ao deputado estadual Coronel Nishikawa (PSL-SP) e um funcionário do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) tenham participado do grupo que liderava as ações, apesar de os dois políticos não terem sido mencionados pela rede social.

 *DO TECMUNDO

policial militar aposentado Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro e amigo do presidente Jair Bolsonaro, foi preso na manhã desta quinta-feira 18/6 em Atibaia, no interior de São Paulo. O mandado de prisão foi expedido pela Justiça do Rio de Janeiro — ele não era considerado foragido.
                                                                                                               Foto/crédito: Carta Capital
Queiroz estava em um imóvel do advogado Frederick Wassef, responsável pelas defesas de Flávio e do presidente Bolsonaro. Wassef é figura constante no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, e em eventos no Palácio do Planalto.
Advogado Wassef, dono do imóvel onde Queiroz foi achado.
A Operação Anjo, batizada com esse nome por causa do apelido de Wassef entre os investigados, foi coordenada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, que indicou o paradeiro de Queiroz aos policiais de São Paulo. O ex-assessor de Flávio foi transferido para o Rio de Janeiro ainda na manhã de quinta-feira.
Queiroz é investigado por participação em suposto esquema de "rachadinha" na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro. "Rachadinha" é quando funcionários são coagidos a devolver parte de seus salários. O filho de Bolsonaro foi deputado estadual de fevereiro de 2003 a janeiro de 2019.
Ainda não houve denúncia, e a suspeita é de interferência de Queiroz nas investigações da Promotoria, por isso a prisão preventiva. A mulher dele, Márcia Aguiar, que foi assessora de Flávio na Assembleia, também teve a prisão decretada —ela não foi encontrada em seu endereço e é considerada foragida.
Tanto Wassef como a família Bolsonaro afirmavam que não tinham contato com Queiroz desde que o suposto esquema de "rachadinha" no gabinete do então deputado Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio veio à tona, no final de 2018.
Flávio é investigado desde janeiro de 2018 sob a suspeita de recolher parte do salário de seus subordinados na Assembleia do Rio de 2007 a 2018. Os crimes em apuração são peculato, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e organização criminosa.
Parte das provas que embasaram o pedido de prisão deferido do juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, foram obtidas por mensagens encontradas nos celulares apreendidos junto a familiares de Queiroz em dezembro, quando houve busca e apreensão.
Nelas, os promotores identificaram a atuação do PM aposentado como um coordenador de atos para dificultar as investigações.
Um dos alvos da investigação é Matheus Azeredo, funcionário de baixo escalão da Assembleia que trabalha no Departamento de Legislação de Pessoal. O setor tem entre suas atribuições atestar o controle de ponto de funcionários da Casa.
Segundo a Folha apurou, Azeredo é um dos personagens centrais na manipulação de provas sobre possíveis funcionários fantasmas do antigo gabinete de Flávio na Assembleia. De acordo com a investigação, a remuneração desses assessores, em quase sua totalidade, também alimentava a "rachadinha".
Uma das suspeitas de ser funcionária fantasma é Márcia Aguiar, mulher de Queiroz. Ela esteve lotada no gabinete de Flávio por dez anos, nunca teve crachá da Assembleia e se identificou como cabeleireira num processo de violência doméstica contra o marido.
Outra suspeita de ser funcionária fantasma da Assembleia é Luiza Souza Paes, que também teve aplicada contra ela as mesmas medidas impostas a Azeredo. Ela trabalhou por um ano no gabinete de Flávio, tendo permanecido na Alerj por mais cinco. Ao longo de todo o período, transferiu 80% dos salários para Queiroz, de acordo com os promotores.
 A apuração relacionada ao senador Flávio Bolsonaro começou após relatório do antigo Coaf, hoje ligado ao Banco Central, indicar movimentação financeira atípica de Fabrício Queiroz, seu ex-assessor e amigo do presidente Jair Bolsonaro.
Senador Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz e Jair Bolsonaro. Foto: reprodução/redes sociais
Além do volume movimentado, de R$ 1,2 milhão em um ano, chamou a atenção a forma com que as operações se davam: depósitos e saques em dinheiro vivo em datas próximas do pagamento de servidores da Assembleia.
Queiroz afirmou que recebia parte dos valores dos salários dos colegas de gabinete. Ele diz que usava esse dinheiro para remunerar assessores informais de Flávio, sem conhecimento do então deputado estadual. A sua defesa, contudo, nunca apontou os beneficiários finais dos valores.
Jair Bolsonaro e Queiroz se conhecem desde 1984. Queiroz foi recruta do agora presidente na Brigada de Infantaria Paraquedista, do Exército. Depois, Bolsonaro seguiu a carreira política, e Queiroz entrou para a Polícia Militar do Rio de Janeiro, de onde já se aposentou.
Queiroz, que foi nomeado em 2007 e deixou o gabinete de Flávio no dia 15 de outubro de 2018, é amigo de longa data do atual presidente. Entre as movimentações milionárias que chamaram a atenção na conta de Queiroz está um cheque de R$ 24 mil repassado à primeira-dama, Michelle Bolsonaro.
Segundo o presidente, esse montante chegava a R$ 40 mil e o dinheiro se destinava a ele. Essa dívida não foi declarada no Imposto de Renda. Bolsonaro afirmou ainda que os recursos foram para a conta de Michelle porque ele não tem "tempo de sair".
QUESTÕES AINDA SEM RESPOSTA NO CASO QUEIROZ
Quem eram os assessores informais que Queiroz afirma ter remunerado com o salário de outros funcionários do gabinete de Flávio?
Por que o único assessor que prestou depoimento ao Ministério Público do Rio de Janeiro não confirmou a versão de Queiroz?
Como Flávio desconhecia as atividades de um dos seus principais assessores por dez anos?
Por qual motivo Jair Bolsonaro emprestou dinheiro a alguém que costumava movimentar centenas de milhares de reais?
De que forma foi feito esse empréstimo pelo presidente e onde está o comprovante da transação?
Onde estão os comprovantes da venda e compra de carros alegadas por Queiroz?
Por que há divergência entre as datas do sinal descrita na escritura de permuta de imóveis com o atleta Fábio Guerra e as de depósito em espécie fracionado na conta de Flávio?

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou nessa terça-feira 16/6 a quebra do sigilo bancário de 11 parlamentares apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Moraes atendeu pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) que também demandou a operação de busca e apreensão realizada contra 21 alvos em quatro estados do país no mesmo dia de manhã.

A ação conjunta foi batizada de Operação Lume. O objetivo é apurar se os parlamentares se somaram a empresários, blogueiros e outros ativistas digitais que foram alvos da busca e apreensão participaram de um esquema de financiamento dos atos de apoio ao presidente da República contra a democracia. Eles pediam o fechamento do STF e do Congresso Nacional.

Alexandre de Moraes também ordenou que as redes sociais apresentem relatórios sobre a chamada “monetização” de páginas bolsonaristas que promoveram os atos antidemocráticos. No jargão da internet, monetização é a forma de remunerar sites, blogueiros e youtubers através de publicidade, redirecionamento a outros sites e até a venda de informação de seus públicos.

Alguns dos principais deputados federais da base de apoio do presidente da República foram atingidos pela decisão do ministro Moraes. São eles: Carla Zambelli (PSL-SP), Bia Kicis (PSL-DF), Cabo Junio Amaral (PSL-MG) e Otoni de Paula (PSC-RJ). Na segunda linha, também foram determinadas a quebra dos sigilos dos deputados federais Daniel Silveira (PSL-RJ), General Girão (PSL-RN),  Carolina de Toni (PSL-SC), Guiga Peixoto (PSL-SP), Alê Silva (PSL-MG), e Aline Sleutjes (PSL-PR). O senador da República Arolde de Oliveira (PSD-RJ) também teve a quebra do seu sigilo bancário determinado.

Deputados que tiveram sigilo quebrado

Senador bolsonarista que teve sugilo quebrado pelo STF

As quebras de sigilo bancário foram determinadas após a PGR constatar indícios de que os parlamentares manifestaram seu apoio aos atos antidemocráticos e a necessidade de aprofundar as investigações em relação a eles.

PRISÕES DE MAIS TRÊS INVESTIGADOS E APREENSÕES

Ainda na terça, segundo a colunista Bela Megale de O Globo, a PF prendeu outros três investigados que não foram encontrados na operação de segunda-feira, 15, que deteve a extremista de direita Sara Fernanda Geromini, autodenominada Sara Winter.

Sara Giromini se autodenomia Sara Winter, em redes sociais - Foto: Reprodução

O inquérito sobre os atos antidemocráticos foi uma solicitação do procurador-geral da República, Augusto Aras, em abril. A PGR objetiva investigar a organização dos movimentos e o possível cometimento de crimes previstos na Lei de Segurança Nacional.

BUSCA E APREENSÃO – O deputado Daniel Silveira foi um dos alvos da operação de busca e apreensão realizada em cinco Estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão e Santa Catarina) e no Distrito Federal pela Polícia Federal, também por ordem de Alexandre de Moraes. Além dele, outros personagens notórios do bolsonarismo foram alvo da operação, casos do blogueiro Allan dos Santos, do empresário e advogado Luís Felipe Belmonte e do publicitário Sérgio Lima.

                                                                                 DO JORNAL EXTRA CLASSE

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Celso de Mello, autorizou hoje a divulgação do vídeo da reunião realizada entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e ministros no dia 22 de abril, no Palácio do Planalto, em Brasília. Segundo o ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, o material comprovaria a tentativa de Bolsonaro de interferir na Polícia Federal. A primeira parte do vídeo está no topo da página. Nela, o ministro-chefe da Casa Civil, general Walter Braga Netto, apresenta Projeto Pró-Brasil; depois, o ministro Paulo Guedes (Economia) fala sobre planejamento econômico, defendendo que o Brasil "quebrou" pelo excesso de gastos públicos.
A primeira parte do vídeo está no topo da página. Nela, o ministro-chefe da Casa Civil, general Walter Braga Netto, apresenta Projeto Pró-Brasil; depois, o ministro Paulo Guedes (Economia) fala sobre planejamento econômico, defendendo que o Brasil "quebrou" pelo excesso de gastos públicos.

CONFIRA ABAIXO, NA ÍNTEGRA, OS NOVE TRECHOS RESTANTES:
PARTE 2
Guedes fala sobre planejamento econômico para o Brasil; Bolsonaro pede para "ignorar imprensa"; Onyx Lorenzoni, ministro da Cidadania, fala de trabalho para imagem externa do Brasil e reformas infraestruturais; Rogério Marinho, ministro do Desenvolvimento Regional, fala sobre cenário econômico mundial.

PARTE 3
Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente, fala sobre aproveitar atenção da imprensa no coronavírus para aprovar legislações ambientais; Bolsonaro fala sobre ações de impeachment contra ele; Presidente também fala sobre os exames de covid-19 que fez e explica por que usa pseudônimos.
PARTE 4
Bolsonaro diz que não recebe informações privilegiadas, chama serviços de inteligência de "vergonha" e fala que vai interferir na PF; Presidente ainda cobra Moro por pessoas que desrespeitaram o isolamento e foram algemadas nas ruas; Bolsonaro também diz estar se lixando para reeleição e que será punido por racismo por oito anos; Além disso, o presidente diz que precisa "jogar pesado" com as decisões do STF; Moro pede inclusão de programas de segurança pública e de combate a corrupção; Gustavo Montezano, presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), fala sobre empréstimos repassados pela instituição.
PARTE 5
Montezano se coloca a disposição para "ajudar"; Nelson Teich, então ministro da Saúde, fala sobre iniciativas na área, diminuição do medo e de estruturar hospitais; Bolsonaro fala sobre mortes pelo novo coronavírus; Tarcísio Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura, fala sobre obras; Pedro Guimarães, presidente da Caixa, relembra corrupção de governos anteriores e cita caso da mulher do deputado federal Luiz Lima (PSL-RJ), que foi levada de camburão por furar isolamento.
PARTE 6
Guimarães fala sobre críticas que tem sofrido por causa do auxílio emergencial; Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores, fala do projeto do Bolsonaro para "reinventar" o Brasil; Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, fala sobre queda de juros; Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, fala que Brasil "não será mais o mesmo".
PARTE 7
Damares fala que indígenas estão se contaminando com o coronavírus e defende a prisão de prefeitos e governadores; Marcelo Álvaro Antônio, ministro do Turismo, discursa sobre construir resorts.
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PARTE 8
Abraham Weintraub, ministro da Educação, fala em prender ministros do STF, diz odiar os termos "povo indígena" e "povo cigano" e se assume como "militante, mesmo"; Bolsonaro defende Weintraub, diz que muita gente não sabe o que é o "povo"; Depois, o presidente admite que tentou trocar gente da sua segurança no Rio de Janeiro e diz que não vai esperar "f..." sua família e seus amigos para agir; Bolsonaro também afirma que é "fácil impor uma ditadura no Brasil" e diz querer o povo armado. Segundo o presidente, quem não aceita suas bandeiras, está no governo errado.

PARTE 9
Bolsonaro critica ministros que são elogiados pela imprensa, chama de "bosta" o governador de São Paulo, João Doria (PSDB-SP) e o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB-AM); e de "estrume" o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC-RJ); Guedes fala sobre medidas econômicas.
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PARTE 10
Guedes fala da entrada do Brasil na OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico); Tereza Cristina, ministra da Agricultura, discursa sobre o momento do setor; Guedes diz que Banco do Brasil é "caso pronto de privatização" e que tem que ser vendido logo; Rubem Novaes, presidente do BB, também defende a privatização do banco, bem como as medidas tomadas atualmente.


DO UOL

Pesquisa foi realizada com pacientes em todo o mundo e concluiu que, mesmo combinado com outros remédios, medicamento pode agravar a taxa de mortalidade em até 45%.
 Um estudo realizado com mais de 96 mil pacientes internados concluiu que o uso da cloroquina ou da hidroxicloroquina em pacientes com o novo coronavírus, mesmo quando associados a outros antibióticos, aumenta o risco de morte e de arritmia cardíaca nos infectados pela covid-19. Esta é a maior pesquisa realizada até o momento sobre os efeitos que essas substâncias têm no tratamento do vírus. A cloroquina é defendida pelo governo Jair Bolsonaro como primeira opção de tratamento, inclusive para pacientes sem gravidade.
"Nós fomos incapazes de confirmar qualquer benefício da cloroquina ou da hidroxicloroquina em resultados de internação pela covid-19. Ambas as drogas foram associadas à diminuição de sobrevivência dos pacientes internados e a um aumento da frequência de arritmia ventricular quando usadas no tratamento da covid-19", conclui o estudo liderado pelo professor Mandeep Mehra, da Escola de Medicina de Harvard, e publicado nesta sexta-feira 22/5 na revista The Lancet.
A pesquisa foi realizada com pacientes de 671 hospitais em seis continentes, internados entre 20 de dezembro de 2019 e 14 de abril deste ano. Das 96.032 pessoas analisadas, 14.888 foram tratadas com alguma variação ou combinação da cloroquina nas primeiras 48 horas de internação.
Entre os pacientes do grupo controle, ou seja, que não tomaram nenhuma das drogas, a mortalidade foi de 9,3%. Entre os que tomaram a hidroxicloroquina sozinha ou combinada com um antibiótico, o porcentual de mortos foi de 18% e 23,8%, respectivamente. Já entre os que tomaram a cloroquina, a mortalidade foi de 16,4% e, nos casos em que o remédio foi administrado com antibióticos, o índice subiu para 22,2%.
"Este é o primeiro estudo em larga escala que encontra evidências estatisticamente sólidas de que o tratamento com cloroquina ou hidroxicloroquina não beneficia pacientes com covid-19", afirma Mandeep Mehra, principal autor do estudo e diretor executivo do Centro de Doenças Cardíacas Avançadas do Hospital da Mulher, em Boston.
Caixa do remedio Sulfato de Hidroxicloroquina, mais conhecido como Plaquinol. 
Diversos estudos anteriores a este já demonstraram que não há eficácia comprovada da droga no combate ao novo coronavírus. Somente neste mês de maio, alguma das mais importantes revistas médicas do mundo - New England Journal of Medicine (NEJM), o Journal of the American Medical Association (Jama) e o British Medical Journal (BMJ) - publicaram estudos com resultados nada promissores.
 Brasil libera o uso da hidroxicloroquina
Os resultados deste estudo corroboram com pesquisas anteriores sobre o tema. No entanto, os pesquisadores afirmam que mais análises seriam necessárias para criar uma relação direta entre essas substâncias e doenças no coração. Nesse sentido, vale destacar que essas substâncias sequer apresentaram evidências de que causam efeitos positivos em pacientes com covid-19.
Apesar disso, o Ministério da Saúde divulgou um novo protocolo nesta quarta-feira (20) que libera o uso de ambos medicamentos em casos mais leves da doença. O documento recomenda a prescrição de doses diárias de 450 mg de cloroquina com o antibiótico azitromicina assim que surgirem os primeiros sintomas da doença.
Os pesquisadores alertam para os riscos desta prática: combinar essa substância com um antibiótico aumenta consideravelmente as chances de ir a óbito ou desenvolver doenças cardiovasculares graves.
*DO ESTADÃO E TECMUNDO

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