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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

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JUDICIÁRIO EM COELHO NETO PREPARA LANÇAMENTO DA CARTILHA DA JUSTIÇA

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O Poder Judiciário em Coelho Neto, a 44,1 km do município de Buriti(MA), promoveu uma reunião na sede do fórum da comarca. Na pauta, o lançamento da Cartilha da Justiça, projeto que será implantado na rede municipal de ensino dos municípios de Coelho Neto, Duque Bacelar e Afonso Cunha, que compõem a comarca. A reunião contou com a participação da juíza Raquel Menezes, titular da 1ª Vara de Coelho Neto, a promotora da infância Elisete Pereira, o delegado Sidney Tenório, o Sargento PM Neuton, advogados, secretário municipal de educação e diretores de escolas dos três municípios.
A Cartilha da Justiça é um material produzido pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e visa promover um contato direto entre estudantes e professores do ensino fundamental com o Poder Judiciário, possibilitando um acesso mais fácil a noções de cidadania e justiça. Por meio de ilustrações com histórias em quadrinhos, a cartilha aborda diversas temáticas, como separação de poderes, atribuições dos juízes, promotores, polícia, advogados e defensores públicos, conciliação, ativismo judicial e meio ambiente.
De acordo com a juíza Raquel Menezes, o programa da cartilha demonstra que a magistratura está preocupada com a educação do país e quer dar a sua parcela de contribuição. “Conheci o projeto da Cartilha da Justiça por meio do site da Associação dos Magistrados Brasileiros e achei muito interessante a forma de abordagem de temas tão relevantes para as nossas crianças, buscando a conscientização delas acerca de direitos e deveres dos cidadãos”, disse ela.
A magistrada observou que há tempos vem sendo colocado em prática na comarca o Projeto Justiça e Cidadania - porque fazer o bem faz bem. “Através desse projeto, diversas escolas nesses municípios que compõem a comarca já foram visitas pela juíza e parceiros, levando informações acerca da cidadania. Estamos sempre promovendo ações sociais e palestras junto às comunidades”, ressaltou.
Ela disse que fez contato com a juíza coordenadora da cartilha, Nartir Weber, solicitando o envio de exemplares do material para a Comarca de Coelho Neto. “Assim que o pedido foi atendido fizemos uma primeira reunião com os secretários de educação dos três municípios da comarca, os quais aderiram à ideia e demonstraram interesse em trabalhar os temas da cartilha nas escolas”, enfatizou. A reunião, segundo ela, teve o objetivo de apresentar o material aos diretores de escola, os quais montarão um cronograma de execução para compartilhamento da cartilha com os alunos.
“Ainda na primeira etapa de desenvolvimento do projeto, faremos o Lançamento da Cartilha da Justiça para os alunos no dia 11 de agosto, com evento no Teatro Municipal de Coelho Neto, quando teremos a apresentação de um musical que está sendo desenvolvido pelo grupo Teatro na Escola, coordenado pelo professor Figueiredo Júnior”, relatou Raquel.
A segunda etapa consiste em visitas da juíza e parceiros (advogados, promotores, defensores públicos, policiais militares e civis) às escolas e visitas de alunos e professores nos órgãos representados pelas autoridades mencionadas. Em seguida, a proposta é que os alunos iniciem produção cultural com atividades artísticas baseados nos ensinamentos da cartilha e nas visitas para posterior participação em concursos promovidos pelas escolas.
Sobre a cartilha - Idealizada para promover contato direto entre estudantes e professores do ensino fundamental com o Judiciário, a publicação faz parte do programa "Cidadania e Justiça também se aprendem na Escola". Desde 1992, quando foi lançada, a iniciativa já chegou a 19 estados brasileiros, atingindo 13 milhões de estudantes. Esta nova edição traz algumas novidades, como a personagem deusa Têmis, que também vai interagir com dilemas presentes no nosso dia a dia.
Segundo a coordenadora da revista, juíza Nartir Weber, o objetivo da AMB é apresentar, principalmente às crianças, a importância dos diretos e deveres como cidadãos. Por isso, a revista é indicada para todas as idades e graus de escolaridade. “A elaboração da revista foi extremamente cuidadosa e prazerosa, porque procuramos trazer temas de grande importância no cenário da família, relações sociais, trabalho, direito e deveres dos cidadãos brasileiros, numa linguagem bem acessível”, explicou a magistrada.
 *Assessoria de Comunicação/CGJMA
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