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sexta-feira, 1 de julho de 2016

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INVESTIGAÇÃO LIGA EX-PRESIDENTE DO PSDB-MG A ROMBO DE R$ 20 MILHÕES.

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Investigação da Controladoria-Geral do Estado (CGE-MG) repassada ao Ministério Público Estadual aponta superfaturamento, entrega de equipamentos com especificações inferiores ao contratado e serviços pagos e não prestados em convênio da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig).


 O nome do ex-presidente do PSDB de Minas e ex-secretário da gestão Antônio Anastasia (relator do golpe contra Dilma no Senado), Nárcio Rodrigues, preso na Operação Aequalis, é novamente citado em esquemas de corrupção no governo de Minas Gerais. 
Investigação da Controladoria-Geral do Estado (CGE-MG) repassada ao Ministério Público Estadual aponta envolvimento da Fundação de Apoio e Desenvolvimento da Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais - Fundação Renato Azeredo (Framinas) em um esquema de desvios de dinheiro que provocou rombo de R$ 20 milhões aos cofres públicos. O esquema foi operado no período em que Narcio Rodrigues foi secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, entre 2011 e 2014.
Segundo relatório da CGE, o desvio foi feito por meio de não cumprimento dos termos de um convênio firmado entre a Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), ligada à secretaria comandada por Nárcio, e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento da Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais - Fundação Renato Azeredo (Framinas). 
Entre os pontos que permitiram os desvios estão o por recebimento de computadores com especificações técnicas inferiores às previstas no termo técnico (R$ 5,8 milhões), não funcionamento de 11 unidades da Universidade Aberta e Integrada de Minas Gerais (Uaitec) (R$ 4,2 milhões), pagamento de serviço sem comprovação de que foi realizado (R$ 2,2 milhões) e sobrepreço na compra de lousas interativas (R$ 1,1 milhão). 
A Framinas foi criada em 1997 por Aluísio Pimenta, ex-reitor da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), que morreu em 9 de maio de 2016, aos 93 anos. Renato Azeredo, morto em 1983, é pai de Eduardo Azeredo (PSDB), que governou Minas de 1995 a 1998 e foi condenado a 20 anos e 10 meses de prisão no chamado mensalão mineiro. 
Nárcio Rodrigues está preso desde o dia 30 de maio, por suspeita de ter se beneficiado de desvio de recursos para construção e fornecimento de equipamentos para o Centro Internacional de Educação, Capacitação e Pesquisa Aplicada (Hidroex), em Frutal, base eleitoral de Narcio. 
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