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sábado, 18 de junho de 2016

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PREFEITURA DE SANTA QUITÉRIA E DE OUTRAS CIDADES DO MARANHÃO DÃO CALOTE EM CONTA DE LUZ

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Em reportagem deste sábado (18) do JN, são citadas as prefeituras de Santa Quitéria, Araioses, Tutóia, Cedral e São João do Paraíso.  As cidades que não ficaram no escuro estão funcionando na base da liminar na justiça.
Prefeituras de várias cidades do Maranhão deram o calote na conta de luz. As que não ficaram no escuro estão funcionando na base da liminar na Justiça.
Em Santa Quitéria do Maranhão, a prefeitura, há dez meses, nem tem mais o relógio medidor. A energia chega por esse fio que vai dar neste gerador - improviso que funciona o dia inteiro. Um jeitinho que a prefeitura encontrou pra não ficar sem energia por causa da conta atrasada. A dívida está em mais de meio milhão de reais. O gasto mensal com o gerador passa de R$ 6 mil.
A Prefeitura e a Secretaria de Educação da cidade de Araioses, a 205 km daqui, também funcionam na base do gerador.
Em Tutóia, a 196 km de Buriti/MA, a prefeitura também teve a energia suspensa. Encontramos o chefe de gabinete atendendo no escuro.
O secretário adjunto de administração disse não estar muito preocupado com a situação. Com dívida que ultrapassa R$ 1 milhão, a prefeitura tem alugado prédios particulares para manter algumas secretarias funcionando. A de financias se instalou numa quitinete.
Em São João do Paraíso, a 738 km de Buriti/MA, pelo menos sete órgãos públicos se mudaram para imóveis particulares por causa da dívida com a energia, que está perto de R$ 2 milhões.
A prefeitura de Cedral, distante 565 km de Buriti/MA, passa o dia todo fechada. É que a energia está cortada há mais de um ano por falta de pagamento. O gabinete do prefeito foi improvisado em uma salinha ao lado, onde funcionava uma farmácia pública.
O lugar também está com a conta atrasada, mas a prefeitura conseguiu o religamento na Justiça, alegando que tem medicamentos armazenados.
A Secretaria de Saúde também ficou sem luz e se mudou para o laboratório da cidade, que só tem energia por conta da mesma liminar. E a Secretaria de Educação, sem energia, se mudou para uma escola.
Ao todo, o município deve R$ 8 milhões à companhia elétrica.
Para a empresa que distribui energia no Maranhão, o custo do calote acaba repassado para os outros consumidores.
"É um custo de gerar, transmitir e distribuir e operar esse sistema. Se há inadimplência compromete toda essa cadeia."
VEJA A REPORTAGEM DO JORNAL NACIONAL ABAIXO
*Informações do G1
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