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sábado, 11 de julho de 2015

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DEBATE DISCUTE DESAFIOS DA PRODUÇÃO DE NOTÍCIAS COM BLOGUEIROS E JORNALISTAS

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*Por Guilherme Araújo, do site http://coisasdejornalista.com.br/ 
Sob o viés das alterações estruturais na produção e propagação de notícias na web ocorreu no último dia 11 de junho, na Empresa Brasil de Comunicação (EBC), um debate com jornalistas que mantém sites e blogs independentes.
A enfrentar os constantes desafios de fazer comunicação em rede, foram discutidas desde as dificuldades de narrar e construir histórias que fogem do convencional, à conquista ao leitor internauta. Com o título de “As novas formas de produzir e disseminar notícias“, o debate foi mediado pela superintendente de Agências e Conteúdos Digitais da empresa, Denize Bacoccina.
Entre as participantes do evento, estava a organizadora da rede Jornalistas Livres, Laura Capriglione. Para ela, o “desmonte” dos veículos da grande imprensa, que resulta em demissões em massa, só reforça a necessidade de reinventar a produção de conteúdo e sustentabilidade da produção independente.
Ela ainda aposta na comunicação em rede para que coletivos, que trazem à tona histórias que vão aquém dos grandes centros se apoiem na divulgação de conteúdos. Como exemplo, ela cita a cobertura da greve de professores no Paraná, há alguns meses, com foco na truculenta ação policial, feita pelo Jornalistas Livres.
Quando articula em rede, se fala para além. Você cruza audiência dos professores que são a favor da redução da maioridade penal e passa a ter informações sobre o tema”, emendou.
Já quando a pauta foi buscar um leitor que traga pensamentos diferentes da abordagem de sites e blogs, Leonardo Sakamoto, jornalista coordenador da organização não governamental Repórter Brasil, enfatizou a necessidade de produzir textos que conversem com os interesses do público.
O jornalista Bruno Paes Manso definiu o atual momento do jornalismo como “algo paradoxal”. Fundados da página Ponte Jornalismo, ele destaca que de um lado ocorre uma efervescência nas redes, com a constante possibilidade de reinvenção do modelo jornalístico, enquanto por outro há a crise da profissão, com dificuldade de financiamento, e como consequência um grande número de demissões.
“Jornalismo virou quase como atividade voluntária. É um dilema e um momento importante que a democracia precisa lidar”, declarou. Ele avalia que é necessária uma reflexão sobre os rumos do jornalismo e o papel que ele cumpre na sociedade”.

*Guilherme Araújo: Estudante de jornalismo, apaixonado por livros. Inclusive, carrega um consigo sempre que sai de casa. Iludido, porém realista, inspira-se em Gabriel García Marquez e acredita que o jornalismo é a melhor profissão do mundo - e consequentemente, sua salvação.
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