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sábado, 2 de maio de 2015

13

VEREADORES APROVAM PROJETO DE LEI DE AUTORIA DO EXECUTIVO PARA CONTRATAÇÕES TEMPORÁRIAS COM VIGÊNCIA ATÉ 30 DE JUNHO.

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Na manhã da última quinta-feira, dia 30 de abril, a Câmara Municipal aprovou, por 9 votos a 1, o Projeto de Lei Nº 001/2015, apresentado pela prefeitura de Buriti ao legislativo, para a criação de contratos temporários, a maior parte para educação, a fim de suprir carência de pessoal em estabelecimentos de ensino da rede pública. A expectativa é que após o término dos contratos o prefeito Rafael convoque e nomeio os aprovados do último concurso público municipal.

Ver. Sargento Vagner, se distancia dos colegas
e vota contra o PL da forma como foi apresentado

O projeto teve voto contrário apenas do vereador Sargento Vagner (PRP), vice-presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Casa, que, após a votação em primeiro turno, apresentou um parecer alterando a vigência dos contratos de 1º de março a 30 julho para 17 de abril a 17 de junho, ou seja, para apenas dois meses. Ele também defendeu o impedimento de voto dos vereadores Damin, Rosim e Arnaldo Cardoso, porque, segundo o vereador Sgt Vagner, eles teriam interesse já que haveria parentes deles que seriam beneficiados.



LEIA ABAIXO O RELATÓRIO DO VEREADOR SGT VAGNER QUE EMBASA SUA DECISÃO CONTRÁRIA AO PL



Na sessão extra de votação, realizada logo após a ordinária na própria quinta-feira (30), o parecer do vereador oposicionista foi derrubado, e o PL 01/2015 foi aprovado em sendo turno e segue agora para a sanção do prefeito Rafael Mesquita.
Quanto aos contratos? Já foram feitas há muito tempo antes mesmo da aprovação do projeto pela Câmara.

VEJAM ABAIXO, A ÍNTEGRA DO PL 01/2015







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13 COMENTÁRIOS:

  1. Anônimo2/5/15 20:53

    Vereador palhaço nem... Nem sai de cima.

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  2. Anônimo2/5/15 21:41

    Após ler essa reportagem, lembrei de um vídeo de Mario Sergio Cortella. Ele fala que os gregos antigos tinham uma palavra para chamar quem se recusava participar da vida em comunidade, que cuidava só do próprio umbigo, que acreditava que a regra na vida é cada um por si e Deus por todos, a palavra em grego pra isso é idiotés ( idiota). Chamavam também quem não cuidava da vida alheia no sentido de ajudar a sociedade com a ideia de solidariedade e fraternidade de idiota. E quem cuidava da vida alheia, isto é, quem achava que a regra não é cada um por si e Deus por todos, mais é um por todos e todos por um, os gregos antigos chamavam de político, isto é, aquele que cuida da comunidade, da pólis. Mas, o que esses conceitos tem haver com a reportagem? Alguém pode perguntar, ao ler isso. Acredito que nossos políticos ( representantes eleitos), ainda não sabem o real sentido da política, do que é fazer e ser político. Na verdade estão mais para idiotés, já que se preocupam apenas com seus próprios interesses. Temos um legislativo fraco, que não cumpre seu papel. Tenho vergonha desses vereadores que estão a serviço do poder, do dinheiro,e não da comunidade, da pólis. O resultado está aos olhos de todos, a cidade acabada, sem educação e saúde de qualidade, nenhum incentivo a cultura, sem infraestrutura, etc,etc, etc...
    O conceito de idiota não cabe somente aí ( aos políticos), cabe também a nós, quando nos esquivamos, quando não participamos das decisões, e dizemos que não gostamos de política. Eu mesma já fui idiota várias vezes. Mais é importante termos a consciência de que política e cidadania andam juntas. Muitas vezes confundimos política com partido. Partido é apenas um jeito de fazer política. Política se refere à vida em comunidade, como nos relacionamos com o outro, em casa, no trabalho, no trânsito, enfim, pode se referir tanto a Estado, quanto à sociedade, comunidade e definições que se referem à vida humana. Então, você é idiota ou político? E quem está lhe representando, qual dos dois conceitos caberia a ele(a)? Estamos precisando de verdadeiros POLÍTICOS e não de IDIOTAS.

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    1. Anônimo3/5/15 12:41

      muito bom seu comentario.

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    2. Anônimo3/5/15 21:12

      Anônimo(A) Mario Sergio Cortela não se limitou somente ao que voce discorreu acima ,Elé falou sobre Ética é o conjunto de valores e princípios que usamos para responder a três grandes questões da vida: (1) quero?; (2) devo?; (3) posso?
      Nem tudo que eu quero eu posso; nem tudo que eu posso eu devo; e nem tudo que eu devo eu quero. Você tem paz de espírito quando aquilo que você quer é ao mesmo tempo o que você pode e o que você deve.ADemais ser correto é ser honesto e não sair propalando mentiras para se alto promover.

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  3. Anônimo2/5/15 22:27

    ESTÃO DE PARABENS. MELHOR IMPOSSÍVEL. CONSEGUIRAM VALIDAR UM CONCURSO COM INUMERAS IRREGULARIDADES, E ONDE OS NOVOS PROFISSIONAIS SÃO MAIS DE FORA E SEM NENHUM INTERESSE EM CRESCIMENTO DE BURITI.

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  4. Anônimo3/5/15 11:08

    O concurso público segue regras e uma delas é que qualquer cidadão brasileiro ou nacionalizado, preenchendo os pré-requisitos, pode concorrer. Isso quer dizer que ao invés de ficar fofocando e bajulando os políticos e seus parentes aquele que se dedicou ao estudo, morando em Buriti ou no Oiapoque, teve a aprovação. Aqueles que se sentiram lesados tiveram mais de dois anos para reclamar na justiça ou em qualquer outro órgão e não o fizeram porque suas opções foram ficar fofocando e bajulando os políticos e seus parentes.

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    1. Quase todos que se sentiram lesados não foi atrás porque até então o concurso estava anulado. Mas essa justiça da peste que tem em nossa cidade resolveram atender o pedido de validação do concurso mesmo com tantas irregularidades e falcatruas.
      Agora sei porque dizem que a justiça é cega.

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  5. Anônimo3/5/15 12:45

    do Oiapoque ao Chuí temos direitos e deveres subjuntivos perante as nossas leis, quem ñ passou, comece a estudar p o próximo.

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    1. Anônimo3/5/15 21:43

      Direito subjetivo é amplo.entendo como direito natural não precisamos do estado para nos regular.Avezes oficializar.Explemos direito de tiramos o nosso registro de nascimnento, direito de termos um nome.comer,casar,botar um comercio etc.Etc. Quando você se reportar ao direito objetivo irei tentar te explicar.

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  6. Anônimo3/5/15 13:10

    Quanto ao concurso, realmente me preocupao fato de a mamaioria absoluta dos aprovados ser de outros municípios, mas não posso e nem ninguém pode é reconhecer que tal fato é apenas um retrato do guau de estudos dos buritienses. Muitos professores fingem que ensinam, os alunos fingem que aprendem e mais tarde, quano vão fazer um concurso fingem que sabem. Está passando a hora de levarmos a vida a sério. Bons estudos

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  7. Talita Amorim3/5/15 23:42

    A lei 9.601/98/institui o contrato de por prazo derterminado de dois anos,só poderar ser progorrogado uma vez.e no máximo dois anos se passando disso é indeterminado.sem falar no art.451,tem gente sem caráter acoberta um tipo de coisa dessa,como as vereadores,e outros sem personalidade sem moral.marionetes por dinheiro,vão criar vergonha na cara deixem de camuflar a lei.

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  8. Anônimo4/5/15 01:58

    Aliandro não posta aquele comentário com meu nome por favor,acho melhor nåo Me expor,o povo daqui merece ser lesados bandos de sem vergonha.

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  9. Anônimo4/5/15 08:34

    Mais uma vez você não atentou às regras... Um concurso público (ou qualquer ato) não é anulado só porque eu ou você não passamos, ou porque o prefeito na época se sentiu contrariado. Também existe regras para tal e em nenhum momento elas foram obedecidas, o que houve foi o silencio e a acomodação dos aprovados e os aplausos dos que não conseguiram aprovação motivados pelo rancor, pela inveja e pela consciência da incapacidade.

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