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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

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Ministério Público dorme e professor sofre no Maranhão

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O governador Flávio Dino, há duas semanas, garantiu que nenhum professor da rede estadual de ensino ficará sem ganhar o piso nacional, algo em torno de R$ 1,6 mil. Não fará mais do que cumprir com sua obrigação.
Mas nas cidades do interior do Maranhão professores da rede municipal não ganham nem R$ 1 mil. O flagrante desrespeito ao que determina a lei é feito nas barbas do Ministério Público e diante do olhar complacente dos senhores juízes de direito lotados em comarcas.
O Ministério Público da Educação no Maranhão dorme sono profundo e o professor padece. Não tem condições nem para comprar livros e se reciclar, aprofundar nos conhecimentos, acompanhar novos planejamentos.
Antes, em muitas cidades, os trabalhadores na Educação recebiam até o 14º salário. Em Bacabal, por exemplo, na gestão do então prefeito Zé Vieira, ganharam até o 15º, uma espécie de abono das sobras dos recursos do Fundeb.
Hoje, a ampla maioria paga só até 0 13º e não explica o que fez com a sobra dos recursos. Aliás, boa parte das nossas prefeituras não pagaram ainda nem o 13º, obrigatório.
Para que tenhamos ideia da desvalorização dos nossos mestres e de como a Educação não tem mais prioridade, a procura por cursos de pedagogia vem diminuindo drasticamente. Claro, com esse salário de miséria, é melhor vender banana na feira.
Um prefeito paga hoje no Maranhão até R$ 40 mil para um médico, mas não quer pagar o piso nacional ao professor, aqueles míseros R$ 1,6 mil. Lógico que o médico merece, cuida de nossas vidas, mas o professor é o responsável por nos encaminhar na vida.
E o reflexo de tudo isso a gente encontra a cada avaliação do Enem. Avacalharam a Educação no Brasil. Lamentável!
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8 COMENTÁRIOS:

  1. Anônimo7/2/15 13:43

    Só falta confirmar que esse piso é pra uma carga horária de 40 horas semanais.

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  2. Anônimo7/2/15 19:31

    PROFESSORES, PROFESSORES ANTES ESTUDEM PARA TEREM COMPETÊNCIA DE EDUCAREM PQ PELO O QUE SEI OS COLEGIOS PARTICULARES ESTÃO LOTADOS PQ O ENSINO PÚBLICO PÉSSIMO E DE MA QUALIDADE NINGUÉM APREDE NADA VCS PEGUAM EH O BOI UM SALARIO MÍNIMO ANALFABETOS

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    Respostas
    1. Anônimo8/2/15 15:21

      verdade vejo o santa Cecília lotado de alunos porque lá sim tem qualidade o ensino agora o que me deixa mais triste eh pq só se ver tendo esta oportunidade filhos se pessoas que ganham um bom salários e já os coitados dos baixas rendas tem q passar por esta humilhação estudarem em colégios públicos.

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    2. Anônimo8/2/15 16:48

      Tem muito professores bom na rede pública melhor que docentes de certos colégios particulares que atua na Educação,sem curso superior ou sem experiencias nas salas de aula isso conta muito.

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    3. Cidadão Buritiense9/2/15 16:33

      Disse tudo !!
      O que eu vejo de pseudos professores escrevendo errado nas redes sociais não pouco . Tem professor que nunca leu um livro . Mas o problema está na falta de estímulo por parte do poder público, que faz dessas instituição um cabide de emprego, onde indicam pessoas sem o mínimo de competência para exercer tais cargos de suma importância para a sociedade .
      Em muitos casos, o professor que ensina na escola pública é o mesmo que ensina na escola particular . A diferença é que na escola particular não tem essa de indicação, não . Na escola particular o professor tem que fazer valer o seu salário . Lá eles são cobrados pelo empregador, que é cobrado por seus clientes . Na escola particular o professor que não tem competência é demitido . Na escola pública não tem essa de competência . Para a pessoa lecionar em uma escola municipal, basta ser amigo do prefeito, que ele é incluído em uma lista de pessoas supostamente aprovada em um concurso fraudado, ou simplesmente contratada para lecionar, mesmo que não tenha nenhum conhecimento comprovado, que posteriormente será orientado por um diretor, que toma decisões fundamentalmente política partidária . Os meus filhos estudam em escola particular . O material didático dessa escola é pior que o da escola pública . A diferença é que o aluno da escola particular é obrigado a utilizar esse material dentro de uma rigorosa carga horária, onde tem início é fim . Já os alunos da escola pública, ale´m de sofrer com as greves, há a falta de laboratórios, professores e/ou, raramente, quando tem todas as matérias, o professor não se sente estimulado a explorar de forma satisfatória esse material didático de qualidade .
      os problemas são muitos . Mas basta ter vontade e coragem para consertá-los . Um deles é enfrentar o corporativismo sindical, que exigem direitos independente de merecê-los .

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    4. Anônimo9/2/15 20:37

      Falou tudo anônimo,escola pública tem muitos só vão para ganhar sua grana no fim do mês.

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  3. Anônimo8/2/15 07:15

    Deveriam ter dormido quando resolveram validar um concurso bosta de Buriti, onde estar visivelmente claro a fraude.

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