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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

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MERCEARIA DA CIDADE DE SANTA QUITÉRIA VENDE ILEGALMENTE MUNIÇÃO PESADA DE CONTROLE APENAS DO EXÉRCITO BRASILEIRO

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Jornal Nacional fez flagrantes da venda de um produto que só poderia ser vendido em lojas especializadas e com autorização do Exército.

*Do G1.com
O acesso fácil a armas de fogo é um dos maiores problemas de segurança pública no mundo todo. Mesmo nos países onde existem leis para restringir o comércio delas.
No Nordeste, no Maranhão, o Jornal Nacional flagrou a venda de munição pesada sem nenhum controle em mercearias. Um produto que só poderia ser vendido em lojas especializadas e com autorização do Exército.
Na loja de material para o campo, em Santa Quitéria, Leste do Maranhão, repórteres da TV Globo compraram cartuchos calibre 12, sem nenhum documento de identificação.
Vendedor: É 16, não é?
Jornal Nacional: É 12.
Vendedor: Quatro 12. Carregado.
Quando retornaram à loja, desta vez sem esconder a câmera, o comerciante até reconhece a proibição e nega que venda munição de calibre grosso.
“Eu vendia. Antes eu vendia. Mas quando começou eu ver que aquilo não está certo, aí eu vendo esse chumbinho. É pólvora, espoletinha para espingarda de ouvido. Só”, garante José Camilo, comerciante. 
O comércio de munição é feito sem nenhum controle, na maioria dos municípios maranhenses. Basta ter o dinheiro e qualquer um pode comprar cartuchos de alto poder de impacto.
Em uma mercearia em Magalhães de Almeida, na divisa do Maranhão com o Piauí, o comerciante até incentiva a compra de cartuchos calibre 16. “Dá pra derrubar até elefante”, afirma.
A compra é feita sem nenhum documento. Quando retornamos a conversa muda.
Raimundo Ferreira Lopes, comerciante: Eu ainda vendo chumbo. Chumbo só. E espoleta.
Repórter: E cartucho carregado, o senhor vende?
Raimundo: Não. Larguei.
Repórter: Há muito tempo o senhor não vende?
Raimundo: Há muito tempo eu larguei.
Repórter: Faz mais ou menos quanto tempo, seu Raimundo?
Raimundo: Talvez tem uns dois anos.
O estatuto do desarmamento determina que apenas lojas cadastradas vendam munição e para quem tem arma registrada correspondente ao calibre procurado. Para a Polícia Militar, o comércio ilegal é um dos fatores para o aumento da taxa de homicídio no Maranhão que passou de 11,7, quando a lei entrou em vigor, para 26 a cada cem mil habitantes em 2012, segundo o mapa da violência no país.
O chefe do Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados do Exército – um dos órgãos que controlam a venda de munição no estado - reconhece que não tem como controlar o comércio ilegal.

ASSISTAM A ÍNTEGRA DESTA REPORTAGEM DE HOJE DO JORNAL NACIONAL CLICANDO NO LINK ABAIXO:
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1 COMENTÁRIOS:

  1. O jornal nacional e o fantastico deveriam vim em Buriti... aqui é que a sacanagem rola solta (gestores publicos e venda de muniçoes)

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