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segunda-feira, 6 de maio de 2013

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REDATOR-CHEFE DO CORREIO PARTICIPA DE LANÇAMENTO DE LIVRO SOBRE REPRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS NA FORMAÇÃO DA IDENTIDADE DE SÃO LUÍS

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*Com informações do Jornal Pequeno
Redator-chefe, Aliandro Borges, ladeado pelos autores João Carlos e Raimunda Fortes
Promover a divulgação da história de São Luís ao longo dos séculos 20 e 21, por meio da literatura, é uma das metas do livro “A Cidade e a Memória: as Representações Artísticas Formando a Identidade Ludovicense”, de autoria do escritor e artista plástico João Carlos Cantanhede e da professora Raimunda Forte. O livro foi relançado na sexta-feira (3), no Centro de Ensino Cidade Operária II, para um público formado por gestores, estudantes e professores da escola da rede estadual de ensino.
O Redator-chefe, como um dos gestores da escola, e colega, desde 2005, na atividade de docência, de João Carlos compartilhou da emoção de ver mais uma obra que retrata a identidade da capital maranhense por meio da arte. “É sempre bom traçar a história de uma cidade por diversos ângulos, e por meio da arte, certamente, é a forma mais deliciosa que se tem”, disse o redator do blog.
O livro resgata a história e memória, por meio da expressão artística, com um olhar crítico sobre a cidade e o seu cotidiano, contando a história e a memória de São Luís. Além do bem elaborado texto, o livro traz também vistas panorâmicas da cidade, mapas e pinturas, editadas em policromia e preto e branco.
Por meio de quase 50 fotos panorâmicas em policromia, o leitor desfrutará a sensação maravilhosa de visualizar São Luís e fazer um paralelo entre arte e a cidade.
No prefácio do livro, José Henrique de Paula Borralho diz que a “obra de João Carlos Cantanhede e Raimunda Fortes é como o filme sobre Goya, que ao folhear suas páginas, vendo as obras, nos sentimos como o artista espanhol levava para a tela a expressão de sua condição existencial, não escapando das interferências de sua Espanha”.
Acrescenta, ainda, que na obra dos autores sentiu “como a cidade de São Luís tem sido representada ao longo dos tempos, desde os idos coloniais até a contemporaneidade. Outra novidade desse livro: a literatura é tomada como pintura. A obra, ao correlacionar literatura como expressão pictórica, mescla o quanto essas artes se imbricam”.
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