"Não há pessoas nem sociedades livres, sem liberdade de expressão e de imprensa”.

(1º Princípio da Declaração de Chapultepec)

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IMPOSTOS MUNICIPAIS ARRECADADOS PARA BURITI-MA

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

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RAIMUNDO CAMILO TOMA POSSE COMO NOVO PREFEITO DE BURITI–MA



Em sessão extraordinária de hoje (26/11/2009) os vereadores deram posse ao novo prefeito, temporário, Raimundo Nonato M. Cardoso (Raimundo Camilo), até que haja realização de nova eleição, como determina a decisão da juíza Dra. Karine Lopes de Castro (25ª Zona Eleitoral).
Com a posse, o novo presidente da Câmara passou a ser o vereador Lauriel de Freitas Freire (PSDB) e com a vaga deixada pela saída de Raimundo Camilo assume o suplente Arcelino Ramos de Oliveira Filho (PP).
A sessão, que teve início ao meio – dia, foi marcada pela ausência do prefeito cassado, Neném Mourão, por nervosismos, amadorismos, choros e até acesso de loucura.
A decisão da justiça de cassar o prefeito Neném Mourão abriu uma porta para a saída de práticas abomináveis na política, como a compra de votos, e não será fechada por aqueles que as praticam, até porque o futuro chegou, e o futuro é hoje.
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“RECASSADO”: DERRUBADA A LIMINAR DO PREFEITO NENÉM MOURÃO


A liminar conseguida pelo prefeito cassado, Neném Mourão, que o mantinha de forma cambaleante no cargo, festejada com muita cerveja e música com seus seguidores, no último sábado (21/11/20009), foi derrubada ontem (25/11/2009) pelo TRE-MA.
A derrubada da liminar, e a consequente saída imediata do cargo do prefeito e a posse do presidente da Câmara de vereadores como novo prefeito, mais uma vez só foi anunciada pela juíza Dra. Karine Lopes de Castro (25ª Zona Eleitoral) após a chegada de reforço policial a fim de se evitar qualquer tipo de tumulto pelos partidários do prefeito cassado.


sexta-feira, 20 de novembro de 2009

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A CASSADA CONTINUA


Desta vez o premiado na chamada CASSAÇÃO, foi o prefeito de Buriti Francisco Evandro de Freitas Costa Mourão, o Nenem Mourão (PRB), e seu vice Lourival Batista da Silva (DEM), agora ambos serão titulados por EX.
A juíza Dra. Karine Lopes de Castro (25ª Zona Eleitoral), condenou os dois por compra de votos. Ela determinou ainda a realização de novas eleições na cidade com data ser definida pelo Tribunal Regional Eleitoral.
        Com receio de tumulto e quebra-quebra no município, a juíza só divulgou a sentença após a chegada de reforço policial à cidade. Neném Mourão (foto/TSE) é acusado de doar dinheiro, pares de chuteiras, cestas básicas e um milheiro de telhas a moradores de Buriti em troca de votos. O material era transportado em veículos da própria prefeitura. Como ele obteve 55,54% dos votos, deverá ser realizada nova eleição.

O ex-prefeito José Machado Vilar (PTB) ficou em segundo com 24,82% da votação no pleito de 2008, vindo em seguida, Antonio Ferreira Viana (PDT) com 15,23%, e José Marques com 4,41%.
P.S.: Se existe alguém que ainda tem dúvida de que mais prefeitos serão cassados. Eis aqui mais um alerta!

Fonte: Jônatas Carlos, http://www.saomateusemoff.com/2009/11/cassada-continua.html

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

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PREFEITO DE BURITI É CASSADO POR COMPRA DE VOTOS

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        A juíza Karine Lopes de Castro (25ª Zona Eleitoral) cassou hoje o prefeito e vice-prefeito de Buriti, Francisco Evandro de Freitas Costa Mourão, o Neném Mourão (PRB), e Lourival Batista da Silva (DEM), respectivamente, por compra de votos. Ela determinou ainda a realização de novas eleições na cidade em data a ser definida pelo TRE. O republicano foi multado em 10 mil Ufirs e o democrata em mil.
          Com receio de tumulto e quebra-quebra no município, já que o prefeito é aliado do deputado Domingos Dutra (PT), a juíza só divulgou a sentença após a chegada de reforço policial à cidade.
        Neném Mourão (foto/TSE) é acusado de doar dinheiro, pares de chuteiras, cestas básicas e um milheiro de telhas a moradores de Buriti em troca de votos. O material era transportado em veículos da própria prefeitura. Como ele obteve 55,54% dos votos, deverá ser realizada nova eleição.
       O ex-prefeito José Machado Vilar (PTB) ficou em segundo com 24,82% da votação no pleito de 2008, vindo em seguida Antonio Ferreira Viana (PDT) com 15,23%, e José Marques Viana (PPS) com 4,31%.


segunda-feira, 16 de novembro de 2009

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EDITORIAL 2 - 2ª EDIÇÃO

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Avante, servidores!

O entardecer do dia 25 de julho de 2009 ficará na história de Buriti. Nessa data pode-se dizer que a população buritiense pode testemunhar o desenrolar de fatos que reunidos numa enciclopédia não transmitem as mesmas sensações daqueles que viram, ouviram e fizeram a história acontecer. Dezenas de professores e servidores, em um feito inédito, saíram do imobilismo e do anonimato para realizar um Ato público, na praça da matriz, em defesa dos seus direitos. A força desse movimento está ligada à representatividade do SINTASP/subsede de Buriti, reconhecida pelo Desembargador do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ/MA), Dr. Paulo Sérgio Velten Pereira que, no Agravo de Instrumento n° 21.223/2009, assegurou o afastamento renumerado dos professores Alex Borges e Ricardo da Zeneide, líderes do movimento recente que visa a valorização do servidor público municipal, para exercício da atividade sindical, que havia sido negado pela prefeitura municipal.
O grande número de filiados ao sindicato e a participação ostensiva dos mesmos nas assembleias tem sido mais fortes que a prepotência do secretário de educação e seus asseclas, que ficaram desnorteados diante das mudanças operadas pelo Tribunal de Justiça do Maranhão em relação aos líderes do movimento sindical em Buriti. Tanto é verdade que em outra decisão dos servidores, em resposta às tentativas canhestras do secretário em fragilizar a organização da categoria, por estimular desfiliações por meio de coação dos membros, decidiu-se por um segundo ato público, realizado no dia 11 de outubro de 2009, para dar um basta nesta situação. O sucesso foi imediato. O verdadeiro sindicato dos servidores saiu muito mais fortalecido.
Cada servidor tem um papel importante a cumprir na defesa dos interesses justos da categoria; entretanto o individualismo não ajuda e é necessário que você que ainda não está associado ao SINTASP filie-se e una forças para poder refrear e combater os abusos que os gestores públicos vêm praticando ao longo de seus mandatos
Não há dúvidas de que mudanças ocorrem quando as pessoas mudam, e não só quando fazem tudo para mudar o entorno. Mude. A representatividade do SINTASP em Buriti já está reconhecida pela justiça, portanto, venha fazer parte dessa história recente de lutas e conquistas, pois fazer a escolha inteligente entre várias opções de sindicatos pode convergir para apenas um futuro possível e justo.
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EDITORIAL 1 - 2ª EDIÇÃO

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Abuso e Intimidação

Há coisas em Buriti que devem ser reverberadas para que toda população saiba o tipo de mentalidade por trás de iniciativas prepotentes e grotescas que vem acontecendo recentemente.
A tentativa primária de intimidar o movimento sindical buritiense liderado pelos professores Alex Borges e Ricardo da Zeneide ganhou uma nova faceta, após o fracasso na tentativa dos métodos clássicos, como o deslocamento para povoados distantes da sede municipal. A dissimulação do secretário de educação ganhou novo capítulo ao enviar seus coordenadores e supervisores para convocar os professores, principalmente da EJA (educação de jovens e adultos) e outros servidores para uma assembleia que coroaria o triunfo da mediocridade de seus mentores: dar fôlego a um sindicato fajuto, que tem como bandeira principal atender aos interesses do prefeito em detrimento dos direitos dos servidores municipais. Ao agir de forma maquiavélica, o secretário afronta a Constituição Federal que em seu art.8, inciso I, diz “– É livre a associação profissional ou sindical, observado o seguinte: I – a lei não poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato, ressalvado o registro no órgão competente, vedadas ao poder público a interferência e a intervenção na organização sindical.
Como deixa claro o texto da Carta Magna, a ingerência do poder público na organização de sindicatos é inaceitável e muito melhor faria o secretário se na tal assembleia, em sua fala aos servidores, seguisse o exemplo do profeta Isaias que purificava seus lábios com carvão aceso para que eles não contaminassem a mensagem que transmitia.
O abuso em torno da criação desse sindicato extrapolou todos os limites da razoabilidade. O problema maior não está em reunir um grupelho de bajuladores, mas em pressionar, coagir e intimidar professores, exigindo a desfiliação dos servidores do Sindicato dos Trabalhadores Do Serviço Público Municipal SINTASP/subsede de Buriti, chegando ao ponto de enviar desfiliações via sedex. Essa tática utilizada para alavancar uma organização reflete a mesquinhez do projeto político do prefeito municipal e merece o repúdio da população buritiense, porque tais práticas não contam com a opinião daqueles a quem a organização diz representar.
Logicamente que para levar adiante seu projeto seria necessário que entre seus sectários houvesse algum capaz de revestir-se completamente da burrice contagiosa e de alto potencial nocivo aos servidores, que tomou conta desse governo municipal. Para esse papel principal de sabujo-mor designou-se o professor Gilson Lima, que se apresenta como presidente do sindicato do prefeito, mesmo estando ainda associado ao SINTASP, sindicato que de fato representa os servidores de Buriti. A iniciativa do prof. Gilson de desfiliar-se do SINTASP soa muito, mas muito estranho mesmo. Como alguém pode, de repente, mudar de opinião acerca da representatividade de um sindicato? Ou mesmo acreditar ingenuamente nas propostas de um sindicato criado por meio de intervenção do poder público? Certamente os fatores que levaram a sua mudança de posição estão contemplados em benesses que carecem de melhor explicação.
Para saber o interesse maior por trás da criação do sindicato do prefeito é importante salientar que o Ministério Público, no atributo de suas funções, não acatou, devido haver irregularidades, duas indicações de membros para o Conselho do Fundeb, colegiado responsável pela fiscalização das verbas federais para educação; exigindo que hajam novas indicações dos conselheiros representantes dos professores e dos agentes administrativos.
É compreensível, diante do fracasso na tentativa de controlar, em absoluto, o Conselho do Fundeb, que o secretário de educação e toda claque que compõe esse governo estimulasse filiações maciças, não instituindo forma alguma de limitação às falácias propaladas, como a de que o município já está pagando aos professores, praticamente, o piso salarial constitucional. É como diz o conhecido dito: quando se toma, de caso pensado, o caminho da mentira para fazer política, qualquer coisa pode acontecer.
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