"Não há pessoas nem sociedades livres, sem liberdade de expressão e de imprensa”.

(1º Princípio da Declaração de Chapultepec)

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

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POLÍCIA DESARTICULA QUADRILHA QUE PLANEJAVA ASSALTOS A BANCOS NO MARANHÃO

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    A Polícia Federal, a Polícia Civil do Maranhão e a Comissão de Combate ao Crime Organizado (Cico) do Piauí prenderam, na tarde de segunda-feira, oito suspostos assaltantes de bancos que se escondiam numa chácara no povoado Todos os Santos, na cidade de Teresina, no Piauí. Com eles, foram apreendidas armas e munição de grosso calibre. De acordo com a Polícia Federal, o grupo planejava mais um assalto a banco no interior do Maranhão.
     Entre os assaltantes, que são do Maranhão, foram presos dois que já são conhecidos da polícia piauiense, identificados como Cerqueira - que já foi dono de uma loja de pneus no bairro Dirceu Arcoverde, em Teresina - e Gildenácio Bicudo, ambos assaltantes de bancos na capital piauiense, com várias passagens pela polícia.
     Além dos dois automóveis usados pela quadrilha, um Honda Civic e um Siena, a polícia apreendeu na chácara em Todos os Santos dois fuzis mosquefal calibre 762, uma escopeta calibre 12, duas pistolas 380 e um revólver 44.
     Os suspeitos ficarão presos em Teresina até que a Justiça do Maranhão requisite os assaltantes. Eles também deverão ser apresentados em São Luís.
     Os policiais já estavam monitorando a quadrilha de assaltantes há semanas, acompanhando, inclusive, o deslocamentos dos suspeitos ao longo do território do Maranhão, até chegar a Teresina. De acordo com a PF, a intenção da quadrilha era realizar, nesta terça-feira, um assalto no município de Duque Barcelar, em Maranhão, a 516 km de São Luís, cidade que faz divisa com o estado do Piauí.
Fonte: Jornal O Globo 

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

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O Correio Buritiense republica texto do Blog do Leandro Fortes

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Lula poderia ter agido, como muitos de seus pares na política agiriam, com rancor e desprezo pelo Rio de Janeiro, seus políticos, sua mídia, todos alegremente colocados como caixa de ressonância dos piores e mais mesquinhos interesses oriundos de um claro ódio de classe, embora mal disfarçados de oposição política. Lula poderia ter destilado fel e ter feito corpo mole contra o Rio de Janeiro, em reação, demasiada humana, à vaia que recebeu – estranha vaia, puxada por uma tropa de canalhas, reverberada em efeito manada – na abertura dos jogos panamericanos, em 2007, talvez o maior e mais bem definido ato de incivilidade de uma cidade perdida em décadas de decadência. Vaiou-se Lula, aplaudiu-se César Maia, o que basta como termo de entendimento sobre os rumos da política que se faz e se admira na antiga capital da República. Fosse um homem público qualquer, Lula faria o que mais desejavam seus adversários: deixaria o Rio à própria sorte, esmagado por uma classe política claudicante e tristemente medíocre, presa a um passado de cidade maravilhosa que só existe, nos dias de hoje, nas novelas da TV Globo ambientadas nas oníricas ruas do Leblon. Lula poderia ter agido burocraticamente a favor do Rio, cumprido um papel formal de chefe de Estado, falado a favor da candidatura do Rio apenas porque não lhe caberia falar mal. Deixado a cidade ao gosto de seus notórios representantes da Zona Sul, esses seres apavorados que avançam sinais vermelhos para fugir da rotina de assaltos e sobressaltos sociais para, na segurança das grades de prédios e condomínios, maldizer a existência do Bolsa Família e do MST, antros simbólicos de pretos e pobres culpados, em primeira e última análise, do estado de coisas que tanto os aflige. Lula poderia ter feito do rancor um ato político, e não seria novidade, para dar uma lição a uma cidade que o expôs e ao país a um vexame internacional pensado e executado com extrema crueldade por seus piores e mais despreparados opositores. Mas Lula não fez nada disso. No discurso anterior à escolha do Comitê Olímpico Internacional, já visivelmente emocionado, Lula fez o que se esperava de um estadista: fez do Rio o Brasil todo, o porto belo e seguro de todos os brasileiros, a alma da nacionalidade. Foi um ato de generosidade política inesquecível e uma lição de patriotismo real com o qual, finalmente, podemos nos perfilar sem a mácula do adesismo partidário ou do fervor imbecil das patriotadas. Lula, esse mesmo Lula que setores da imprensa brasileira insistem em classificar de títere do poder chavista em Honduras, outra vez passou por cima da guerrilha editorial e da inveja pura e simples de seus adversários. Falou, como em seus melhores momentos, direto aos corações, sem concessões de linguagem e estilo, franco e direto, como líder não só da nação, mas do continente, que hoje o saúda e, certamente, o aplaude de pé. Em 2016, o cidadão Luiz Inácio da Silva terá 71 anos. Que os cariocas desse futuro tão próximo consigam ser generosos o bastante para também aplaudi-lo na abertura das Olimpíadas do Rio, da qual, só posso imaginar, ele será convidado especial.
Blog de Leandro Fortes: www.brasiliaeuvi.wordpress.com
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